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Presidente de Cuba exalta legado de Che Guevara 58 anos depois

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, homenageou nesta quarta-feira (8.out.2025) os 58 anos da morte de Ernesto Che Guevara, símbolo da Revolução Cubana e ícone da luta por justiça social na América Latina.

Em discurso e publicações nas redes, Díaz-Canel recordou as palavras do guerrilheiro argentino:

“Nosso sacrifício é consciente, taxa para pagar pela liberdade que construímos. Vamos ser o pesadelo de quem quer tirar os nossos sonhos.”

O líder cubano afirmou que Che é uma presença viva, cuja palavra “nunca se conjuga no passado”.

Segundo ele, “Che fala com a força de quem vive hoje, e se parte em dois, com a verdade e a infâmia, e estende a mão para colocar a mão em nossos ombros, e nos contar, para que entendamos”.

Em sua conta no X (antigo Twitter), Díaz-Canel reafirmou o legado anti-imperialista do revolucionário:

“Não se pode confiar no imperialismo, nem um pouco. Em nada. Os povos de Gaza, Venezuela e Cuba sabem disso bem. #CheVive.”

O presidente também ressaltou que o exemplo de Che segue necessário:

“Se é necessário um paradigma, um modelo, um exemplo a imitar para alcançar objetivos tão elevados, são essenciais homens e mulheres como ele, que pensem como ele.”

Ernesto Guevara de la Serna, o Che, foi emboscado pelo Exército da Bolívia em 8 de outubro de 1967, capturado em Vallegrande e executado no dia seguinte, aos 39 anos.

Médico argentino e um dos líderes da Revolução Cubana ao lado de Fidel Castro, tornou-se referência mundial de solidariedade, resistência e idealismo.

Mais de meio século depois, Che Guevara continua sendo um dos símbolos universais de rebeldia e esperança de transformação social.

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