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Entenda por que a Bancada do Camburão apoia a “especulação financeira” do judiciário

Se a Justiça fosse séria, não especularia. Se os deputados tiverem um lampejo de seriedade instalariam, na reabertura dos trabalhos, em fevereiro, uma CPI para investigar a grave denúncia do secretário Mauro Ricardo Costa; orçamento é dinheiro público imobilizado, portanto, é posto de saúde ou a creche que faltam nos municípios ou ainda é aquele reajuste sonegado ao servidor público; ao longo de 2015, TJPR e Assembleia Legislativa foram cúmplices das medidas do governador Beto Richa (PSDB) que culminaram no confisco da poupança previdenciária de professores e servidores públicos; também, em certa medida,legislativo e judiciário, são corresponsáveis pelo covarde massacre ocorrido em 29 de abril no Centro Cívico.

Se a Justiça do Paraná fosse séria, não especularia; se os deputados tiverem um lampejo de seriedade instalariam, na reabertura dos trabalhos, em fevereiro, criariam uma CPI para investigar a grave denúncia do secretário Mauro Ricardo Costa; orçamento é dinheiro público imobilizado, portanto, é o posto de saúde ou a creche que faltam nos municípios ou ainda é aquele reajuste sonegado ao servidor público; ao longo de 2015, TJPR e Assembleia Legislativa foram cúmplices das medidas do governador Beto Richa (PSDB) que culminaram no confisco da poupança previdenciária de professores e servidores públicos; também, em certa medida, legislativo e judiciário, são corresponsáveis pelo covarde massacre ocorrido em 29 de abril no Centro Cívico; Blog do Esmael teve acesso a discussões sobre o tema em grupo do WhatsApp, entre membros da Bancada do Camburão, mas se comprometeu a não divulgar o conteúdo; eles defendem a demissão do secretário da Fazenda para pôr fim à crise entre poderes.

A famigerada Bancada do Camburão, composta por 31 deputados, apoia os órgãos do judiciário no entrevero com o governo Beto Richa (PSDB), que acusa o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) de realizar “especulação financeira” com sobras do orçamento.

O secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, espécie de alter ego do governador tucano, denunciou ontem (23) que o TJPR, o Tribunal Faz de Contas (TCE) e até o Ministério Público do Paraná (MP) “especulam no mercado financeiro” e, portanto, o judiciário estaria desviando dinheiro de impostos dos contribuintes.

Por que diabos os parlamentares estaria se posicionando a favor do Poder Judiciário em detrimento do Poder Executivo, donde sempre mamaram? Ora, questão de sobrevivência, pois a maioria deles tem o rabo preso nos tribunais da vida. Ou seja, nenhuma preocupação com as questões de Estado. Pelo contrário.

A maioria dos deputados ficou do lado do judiciário nesta demanda porque está preocupada com o próprio rabo, ora, pois.

O Blog do Esmael teve acesso a discussões sobre o tema em grupo do WhatsApp, entre os membros da Bancada do Camburão, mas se comprometeu a não divulgar ipsis litteris o conteúdo. Eles querem a demissão do secretário da Fazenda.

Ao longo de 2015, TJPR e Assembleia Legislativa foram cúmplices das medidas do governador Beto Richa (PSDB) que culminaram no confisco da poupança previdenciária de professores e servidores públicos. Também, reservadas as proporções, legislativo e judiciário, são corresponsáveis pelo covarde massacre ocorrido no Centro Cívico em 29 de abril.

Segundo levantamento do tesouro do governo do estado, o Tribunal de Justiça tem quase R$ 1 bilhão aplicados em especulação; o Ministério Público do Paraná (MP) tem R$ 191 milhões em capital vadio; e o Tribunal Faz de Contas (TCE) outros R$ 106 milhões.

“É uma poupança desviada porque esse recurso deveria estar beneficiando a população e não em aplicações de alguns poderes privilegiados no Paraná”, fuzilou o secretário de Beto Richa em entrevista à RPCTV. O Blog do Esmael repercutiu a polêmica entre os poderes.

Se a Justiça fosse séria, não especularia. Se os deputados tiverem um lampejo de seriedade instalariam, na reabertura dos trabalhos, em fevereiro, uma CPI para investigar a grave denúncia do secretário Mauro Ricardo Costa.

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