Por Esmael Morais

Trabalhadores da Urbs são demitidos por justa causa após testemunharem em ação de assédio moral e sexual

Publicado em 09/10/2015

Devido o rumo que o caso tomou, o Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização do Estado do Paraná (Sindiurbano), que representa os trabalhadores da Urbs, pediu à Justiça do Trabalho para ser parte no processo. O Sindiurbano está assessorando os trabalhadores demitidos que estão pleiteando na Justiça a reintegração imediata ao trabalho.

O processo está em segredo de Justiça. Em audiência realizada no dia 05 de outubro o MPT e o Sindicato solicitaram que o processo se torne público, mas a Urbs defendeu a manutenção do sigilo.

Segundo Valdir Mestriner, Presidente do Sindiurbano, apesar do segredo de justiça, fica evidente o envolvimento da diretoria da empresa no caso.

“Foi implantado um clima de terrorismo na atual gestão da Urbs, com intimidações e ameaças contra os trabalhadores e até contra o Sindicato. Entendemos que o prefeito Gustavo Fruet precisa tomar providências imediatas e demitir essa diretoria, pois ela não tem os comportamentos éticos e morais necessários aos gestores públicos”, afirmou Valdir.