Primo do governador Beto Richa era quem mandava na Receita Estadual

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Sentido horário: ônibus Gaeco; Richa e ex-inspetor-geral da Receita, copiloto Márcio Albuquerque (preso); Richa e seu primo, o lobista Luiz Abi Antonu (foragido da polícia); e Richa e ex-assessor Marcelo Tchello Caramori (delator, acusado de pedofilia).
Sentido horário: ônibus Gaeco; Richa e ex-inspetor-geral da Receita, copiloto Márcio Albuquerque (preso); Richa e seu primo, o lobista Luiz Abi Antonu (foragido da polícia); e Richa e ex-assessor Marcelo Tchello Caramori (delator, acusado de pedofilia).
O auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, delator na Operação Publicano, que investiga esquema de propina na Receita Estadual do Paraná, afirmou que quem mandava no órgão era o primo do governador Beto Richa (PSDB), o lobista Luiz Abi Antoun, foragido da Justiça desde a manhã desta quarta-feira (10).

Segundo jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, no Jornal de Londrina, o parente do governador tucano seria o “verdadeiro gestor” da Receita Estadual.

De acordo com investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Luiz Abi Antoun “exerce inegável influência na administração pública, a despeito de não ocupar formalmente nenhum cargo público ou político”.

Cerca de 50 pessoas foram presas em dez cidades do Paraná. Foi preciso um ônibus para transportar os presos até a Penitenciária Estadual de Londrina II (PEL II).

Em entrevista à CartaCapital, o governador disse que não sabia da atuação de seu primo Luiz Abi na Receita Estadual. “Não. Jamais soube disso”, jurou o tucano, que também negou relação com o ex-inspetor-geral da Receita, Márcio Albuquerque Lima, que era seu copiloto nas corridas de 500 Milhas.

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