Ex-ministros divulgam manifesto contra o desmonte da saúde pública

Fim do Mais Médicos levará à morte 100 mil pessoas, denunciam deputados

Mídia tem, mas esconde notícia favorável a Padilha

Do! Brasil 247

Ao entrevistar o empresário Leonardo Meirelles, um dos sócios do Labogen, o jornal Estado de S. Paulo obteve uma revelação crucial: ao contrário do que disse o deputado André Vargas (sem partido-PR) num torpedo, o executivo Marcus Cezar Moura não foi indicado para o cargo pelo ex-ministro Alexandre Padilha (acima), mas sim pelo empresário Pedro Paulo Leoni Ramos (abaixo), outro sócio do laboratório; no entanto, entre escolher este ângulo, favorável ao pré-candidato do PT em São Paulo, e outro que, embora frágil, poderia prejudicá-lo, qual foi a escolha dos Mesquita? A de que Marcus Moura foi contratado para ser a ponte com a saúde, o que, na prática, não significa nada demais
Ao entrevistar o empresário Leonardo Meirelles, um dos sócios do Labogen, o jornal Estado de S. Paulo obteve uma revelação crucial: ao contrário do que disse o deputado André Vargas (sem partido-PR) num torpedo, o executivo Marcus Cezar Moura não foi indicado para o cargo pelo ex-ministro Alexandre Padilha (acima), mas sim pelo empresário Pedro Paulo Leoni Ramos (abaixo), outro sócio do laboratório; no entanto, entre escolher este ângulo, favorável ao pré-candidato do PT em São Paulo, e outro que, embora frágil, poderia prejudicá-lo, qual foi a escolha dos Mesquita? A de que Marcus Moura foi contratado para ser a ponte com a saúde, o que, na prática, não significa nada demais.

O jornal Estado de S. Paulo, da família Mesquita, publica, nesta terça-feira, uma informação crucial e que, em tese, poderia retirar o ex-ministro Alexandre Padilha da fogueira em que foi atirado desde que a Polícia Federal vazou um trecho da Operação Lava Jato, em que o deputado André Vargas (sem partido-PR) dispara um torpedo para o doleiro Alberto Youssef, dizendo “foi o Padilha quem indicou”, referindo-se ao executivo Marcus Cezar Moura, contratado pelo Labogen.

Esta frase aproximou o ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo do escândalo do laboratório Labogen, acusado pela Polícia Federal de lavar US$ 113 milhões e de tentar entrar, sem dispor de qualificações, no Ministério da Saúde. Por isso mesmo, na última sexta-feira, Padilha concedeu entrevista coletiva para negar que tivesse indicado Moura para o cargo, prometendo ainda interpelar judicialmente o deputado André Vargas.

Labogen, de Youssef, lavou US$ 113 milhões, diz PF

do Brasil 247

"Laboratório lavanderia" do doleiro Alberto Youssef mandou para o exterior US$ 113,38 milhões entre janeiro de 2009 e dezembro de 2013; esquema usou contratos de câmbio para a importação fictícia de medicamentos, levando o dinheiro à  China; descoberta foi feita após quebras de sigilo bancário e fiscal no âmbito da operação Lava Jato, da Polícia Federal; ocultação de dinheiro sujo pode ter chegado à  cifra de US$ 184,44 milhões em quatro anos; nova denúncia diz que ex-assessor de Alexandre Padilha foi realmente contratado pela empresa do doleiro.
“Laboratório lavanderia” do doleiro Alberto Youssef mandou para o exterior US$ 113,38 milhões entre janeiro de 2009 e dezembro de 2013; esquema usou contratos de câmbio para a importação fictícia de medicamentos, levando o dinheiro à  China; descoberta foi feita após quebras de sigilo bancário e fiscal no âmbito da operação Lava Jato, da Polícia Federal; ocultação de dinheiro sujo pode ter chegado à  cifra de US$ 184,44 milhões em quatro anos; nova denúncia diz que ex-assessor de Alexandre Padilha foi realmente contratado pela empresa do doleiro.
O laboratório Labogen, do doleiro Alberto Youssef, mandou para o exterior US$ 113,38 milhões em um período de quase cinco anos !“ entre janeiro de 2009 e dezembro de 2013. As operações do “laboratório lavanderia” foram descobertas após quebras de sigilo bancário e fiscal da empresa no âmbito da operação Lava Jato.

O esquema funcionava por meio do uso de contratos de câmbio para importação fictícias de medicamentos, segundo reportagem publicada pelo jornalista Fausto Macedo, do O Estado de S. Paulo. Segundo a PF, o laboratório firmou 1.945 contratos de câmbio em nome de duas empresas coligadas.

A soma da movimentação do dinheiro sujo, oriundo de contratos superfaturados com órgãos públicos !“ pode ter chegado aos US$ 184,44 milhões em um período de quatro anos. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, foram utilizadas ainda as contas de outras três empresas para movimentar os recursos.

O objetivo agora é identificar quem foram os beneficiários do dinheiro transferido para contas em Hong Kong e Taiwan. O laboratório de Youssef é o foco da operação Lava Jato, pois liga o doleiro ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela PF e parceiro no esquema, e o deputado André Vargas (sem partido-PR), suspeito de trabalhar pelos interesses de Youssef no Congresso.

Tiro em Padilha estimula o “vai que é sua, Lula” em São Paulo

do Brasil 247

Disparo contra a pré-candidatura do PT, em São Paulo, faz ressurgir das cinzas uma ideia proposta por João Santana, em 2012: a de que o ex-presidente Lula seja o candidato petista ao Palácio dos Bandeirantes; como o PT hoje não tem nomes para uma eventual substituição de Alexandre Padilha, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante não se desincompatibilizaram, restaria a opção Lula; numa nota intitulada "Taffarel", o colunista Jorge Bastos Moreno o exortou a aceitar o desafio: "Vai que é sua, Lula".
Disparo contra a pré-candidatura do PT, em São Paulo, faz ressurgir das cinzas uma ideia proposta por João Santana, em 2012: a de que o ex-presidente Lula seja o candidato petista ao Palácio dos Bandeirantes; como o PT hoje não tem nomes para uma eventual substituição de Alexandre Padilha, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante não se desincompatibilizaram, restaria a opção Lula; numa nota intitulada “Taffarel”, o colunista Jorge Bastos Moreno o exortou a aceitar o desafio: “Vai que é sua, Lula”.
Em novembro de 2012, o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas políticas do PT, concedeu uma entrevista polêmica. Disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o melhor nome para governar São Paulo.

“Vou fazer uma provocação. à‰ uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo”, disse ele.

“Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice? E mais do que isso. Já imaginou o que seria, para o Brasil, Dilma reeleita presidenta, Lula governador de São Paulo e Fernando Haddad prefeito da capital? Daria uma aceleração incrível no modelo de desenvolvimento econômico e avanço social que o Brasil vem vivendo”, afirmou.

Neste sábado, a ideia voltou a circular depois que o pré-candidato do PT em São Paulo, Alexandre Padilha, foi alvejado por um disparo da Polícia Federal, pois um trecho do relatório da Operação Lava Jato traz uma frase do deputado André Vargas (sem partido-PR), em que ele afirma que o ex-ministro indicou um executivo para o laboratório Labogen !“ o que Padilha, ontem, negou enfaticamente em entrevista coletiva.

No entanto, o impacto do disparo na candidatura Padilha só será conhecido nas próximas semanas. E várias dúvidas foram levantadas sobre a viabilidade de um candidato que já não pode mais ser substituído por outros nomes de peso de dentro do PT, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante, ministros do governo Dilma, não se desincompatibilizaram para disputar as eleições deste ano.

Na hipótese de um abalo definitivo, o que poderia ser feito? A sugestão surgiu na nota Taffarel, do colunista Jorge Bastos Moreno, do Globo:

PF faz disparo letal contra candidatura lulista em São Paulo

do Brasil 247

O vazamento seletivo de um trecho da Operação Lava Jato produziu os efeitos esperados; Alexandre Padilha, pupilo do ex-presidente Lula, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, recebeu um disparo !“ talvez letal !“ que ecoou na Folha, do Globo, no Estado de S. Paulo e em vários portais; "Padilha indicou executivo para doleiro", diz uma manchete; "PF liga ex-ministro Padilha a empresa de doleiro preso", aponta outra; a questão número 1 é: o candidato que representa a maior esperança do PT para destronar o PSDB em São Paulo sobreviverá a este ataque?; a segunda pergunta, mais intrigante, vem em seguida: foi fogo amigo?
O vazamento seletivo de um trecho da Operação Lava Jato produziu os efeitos esperados; Alexandre Padilha, pupilo do ex-presidente Lula, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, recebeu um disparo !“ talvez letal !“ que ecoou na Folha, do Globo, no Estado de S. Paulo e em vários portais; “Padilha indicou executivo para doleiro”, diz uma manchete; “PF liga ex-ministro Padilha a empresa de doleiro preso”, aponta outra; a questão número 1 é: o candidato que representa a maior esperança do PT para destronar o PSDB em São Paulo sobreviverá a este ataque?; a segunda pergunta, mais intrigante, vem em seguida: foi fogo amigo?
Por essa, nem Geraldo Alckmin, nem Paulo Skaf, nem Gilberto Kassab poderiam esperar. Muito menos os principais veículos da mídia familiar no Brasil, que têm feito oposição sistemática e militante ao Partido dos Trabalhadores. Ganharam um presente, diretamente de Brasília.

Da Polícia Federal, subordinada ao ministro José Eduardo Cardozo, partiu um vazamento seletivo sobre a Operação Lava-Jato que atingiu em cheio a campanha do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha !“ nome no qual o ex-presidente Lula e o PT depositam a maior esperança para conquistar o governo de São Paulo, dando fim a um ciclo de 20 anos do PSDB no poder.

Ao vazar o trecho de um relatório que aponta que Padilha indicou o executivo Marcus Cezar de Moura para o laboratório Labogen, ligado ao doleiro Alberto Yousseff, preso na operação, a Polícia Federal entregou, de bandeja, a cabeça de Padilha a seus inimigos.

Mais Médicos supera meta, mas oposição fecha cerco nas eleições

do Brasil 247

Mais 4 mil médicos cubanos começam a atuar no Brasil nessa semana; programa vai atingir 51 milhões de pessoas até abril, superando marca inicialmente prevista pelo governo; total de profissionais participantes da ação será de mais de 14,9 mil !“ meta do ministério da Saúde era de 13 mil; mas cresce a polêmica judicial sobre diferença de remuneração para os cubanos em relação aos R$ 10 mil pagos aos demais médicos; ontem, mesmo dia em que os dados do programa foram divulgados pelo governo, o DEM acionou o Ministério Público contra o ministro Arthur Chioro e o antecessor, Alexandre Padilha, por "ilegalidades" da iniciativa.
Mais 4 mil médicos cubanos começam a atuar no Brasil nessa semana; programa vai atingir 51 milhões de pessoas até abril, superando marca inicialmente prevista pelo governo; total de profissionais participantes da ação será de mais de 14,9 mil !“ meta do ministério da Saúde era de 13 mil; mas cresce a polêmica judicial sobre diferença de remuneração para os cubanos em relação aos R$ 10 mil pagos aos demais médicos; ontem, mesmo dia em que os dados do programa foram divulgados pelo governo, o DEM acionou o Ministério Público contra o ministro Arthur Chioro e o antecessor, Alexandre Padilha, por “ilegalidades” da iniciativa.
O governo federal comemorou nesta quarta-feira 6 a superação da meta prevista pelo ministério da Saúde em relação ao Mais Médicos. O programa encerrou seu quarto ciclo de seleção com a inclusão de mais 5.479 profissionais !“ sendo 4 mil cubanos e 1.078 brasileiros que optaram por migrar do Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab). O grupo conta ainda com 401 candidatos selecionados pelo edital, sendo 197 com diplomas do Brasil e 204 formados no exterior.

Dilma deverá fazer reforma ministerial em duas etapas

do Brasil 247

Isso porque o ex-presidente Lula defende a estratégia de nomear políticos aliados para assumir algumas pastas que ficarão vagas com a saída de ministros que devem disputar as eleições em 2014, como Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento); ideia da presidente Dilma Rousseff agora é fazer uma primeira pequena mudança em janeiro e a segunda, maior, em março ou abril; um dos objetivos é segurar a base para que siglas não passem a apoiar Eduardo Campos e Marina Silva (PSB).
Isso porque o ex-presidente Lula defende a estratégia de nomear políticos aliados para assumir algumas pastas que ficarão vagas com a saída de ministros que devem disputar as eleições em 2014, como Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento); ideia da presidente Dilma Rousseff agora é fazer uma primeira pequena mudança em janeiro e a segunda, maior, em março ou abril; um dos objetivos é segurar a base para que siglas não passem a apoiar Eduardo Campos e Marina Silva (PSB).
Se antes a expectativa era de que a reforma ministerial da presidente Dilma Rousseff ocorresse até janeiro, espera-se agora que as trocas aconteçam em duas etapas, e se estendam até meados de abril. Pelo menos 13 ministros devem deixar suas pastas para disputar cargos, principalmente de governador, nas eleições de 2014. O limite para a saída é seis meses antes do pleito, que acontece em outubro.

A mudança no plano acontece após a defesa, pelo ex-presidente Lula, de que se nomeie aliados políticos em alguns dos ministérios que devem ficar vagos. A presidente ganha então mais tempo para articular com partidos da base aliada, de quem irá analisar as indicações para os cargos e quem formará o grupo de apoio à  candidatura à  reeleição ao Palácio do Planalto da candidata do PT.

A estratégia é segurar as siglas que hoje compõem a base de sustentação do governo no Congresso, lutando para que elas não se sintam insatisfeitas e passem a apoiar o ex-aliado petista e governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e sua nova parceira Marina Silva. Uma reforma menor deve ser feita primeiro, em janeiro, e outra, movimentando cerca de dez nomes, aproximadamente dois meses depois.