1 de Maio de 2014
por esmael
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Petistas são hostilizados no 1!º de Maio da Central Única dos Trabalhadores

do Brasil 247

Ex-ministro Alexandre Padilha, que concorre ao governo de São Paulo pelo PT, tentou discursar no Primeiro de Maio da Central Única dos Trabalhadores, mas desistiu diante do clima hostil no evento; antes da sua fala, houve vaias de manifestantes, que também atiravam latas e pedras contra o palco; agressões atingiram o prefeito Fernando Haddad, que saiu indignado, e com o ministro Ricardo Berzoini; CUT já tinha sinais, antes mesmo do evento, de que haveria infiltração de grupos dispostos a promover atos de hostilidade contra petistas; clima de caça à s bruxas; o PT está cercado e jogando na defensiva.

Ex-ministro Alexandre Padilha, que concorre ao governo de São Paulo pelo PT, tentou discursar no Primeiro de Maio da Central Única dos Trabalhadores, mas desistiu diante do clima hostil no evento; antes da sua fala, houve vaias de manifestantes, que também atiravam latas e pedras contra o palco; agressões atingiram o prefeito Fernando Haddad, que saiu indignado, e com o ministro Ricardo Berzoini; CUT já tinha sinais, antes mesmo do evento, de que haveria infiltração de grupos dispostos a promover atos de hostilidade contra petistas; clima de caça à s bruxas; o PT está cercado e jogando na defensiva.

O Partido dos Trabalhadores enfrenta hoje um ambiente de caça à s bruxas. No mesmo dia em que José Genoino foi preso novamente em decorrência da Ação Penal 470, representantes estelares do partido foram impedidos de discursar no Primeiro de Maio da Central Única dos Trabalhadores, a CUT. Ou seja: mesmo jogando “em casa”, petistas foram hostilizados. Leia mais

29 de Abril de 2014
por esmael
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Mídia tem, mas esconde notícia favorável a Padilha

Do! Brasil 247

O jornal Estado de S. Paulo, da família Mesquita, publica, nesta terça-feira, uma informação crucial e que, em tese, poderia retirar o ex-ministro Alexandre Padilha da fogueira em que foi atirado desde que a Polícia Federal vazou um trecho da Operação Lava Jato, em que o deputado André Vargas (sem partido-PR) dispara um torpedo para o doleiro Alberto Youssef, dizendo “foi o Padilha quem indicou”, referindo-se ao executivo Marcus Cezar Moura, contratado pelo Labogen.

Esta frase aproximou o ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo do escândalo do laboratório Labogen, acusado pela Polícia Federal de lavar US$ 113 milhões e de tentar entrar, sem dispor de qualificações, no Ministério da Saúde. Por isso mesmo, na última sexta-feira, Padilha concedeu entrevista coletiva para negar que tivesse indicado Moura para o cargo, prometendo ainda interpelar judicialmente o deputado André Vargas.

Pois bem: nesta terça, o Estado publica uma reportagem sobre o caso depois de ouvir Leonardo Meirelles, um dos sócios do laboratório. Eis um trecho:

“O sócio do negócio controlado por Youssef diz que o ex-assessor de Padilha não chegou por indicação do ex-ministro, mas sim de outro personagem do escândalo da Lava Jato. Segundo o sócio da Labogen, a indicação de Moura foi feita pelo fundo GPI Participações, controlado por Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Fernando Collor (1990-1992). Pedro Paulo, conhecido como PP, é suspeito de integrar o esquema de Youssef. “Ele (Moura) veio através desse fundo de investimentos. Não tive nenhuma influência (na contratação) e nenhum contato com o ex-ministro (Padilha).”

Qual poderia ser, portanto, a manchete do jornal desta terça-feira do jornal Estado de S. Paulo? “Sócio do Labogen nega que Padilha tenha indicado diretor”. No entanto, qual foi a escolha editorial da casa chefiada pela família Mesquita? “Ex-assessor de Padilha era canal com Saúde, diz Labogen”.

O que justifica essa decisão? O fato de Leonardo Meirelles ter dito que Marcus Cezar Moura foi contratado para fazer “contatos institucionais” com o Ministério da Saúde. Ora, se ele foi contratado como diretor de relações institucionais, exatamente por conhecer a estrutura do órgão, o que se esperava que ele fizesse? Ressalte-se que, qualquer grande empresa, seja na saúde ou em outras áreas, possui diretores de relações institucionais, que muitas vezes são chamados de lobistas, justamente para lidar com os poderes constituídos, seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário.

Portanto, entre uma notícia relevante, que era favorável a Padilha, e uma irrelevante, que contribui para a cortina de fumaça em torno do caso, o jornal da família Mesquita optou pela segunda alternativa. Assim como também fizeram outros veículos de comunicação, como Folha, Uol e Globo.

Roda Viva

Ontem, o ex-ministro Padilha

27 de Abril de 2014
por esmael
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Labogen, de Youssef, lavou US$ 113 milhões, diz PF

do Brasil 247 O laboratório Labogen, do doleiro Alberto Youssef, mandou para o exterior US$ 113,38 milhões em um período de quase cinco anos !“ entre janeiro de 2009 e dezembro de 2013. As operações do “laboratório lavanderia” foram descobertas após quebras de sigilo bancário e fiscal da empresa no âmbito da operação Lava Jato.

O esquema funcionava por meio do uso de contratos de câmbio para importação fictícias de medicamentos, segundo reportagem publicada pelo jornalista Fausto Macedo, do O Estado de S. Paulo. Segundo a PF, o laboratório firmou 1.945 contratos de câmbio em nome de duas empresas coligadas.

A soma da movimentação do dinheiro sujo, oriundo de contratos superfaturados com órgãos públicos !“ pode ter chegado aos US$ 184,44 milhões em um período de quatro anos. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, foram utilizadas ainda as contas de outras três empresas para movimentar os recursos.

O objetivo agora é identificar quem foram os beneficiários do dinheiro transferido para contas em Hong Kong e Taiwan. O laboratório de Youssef é o foco da operação Lava Jato, pois liga o doleiro ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela PF e parceiro no esquema, e o deputado André Vargas (sem partido-PR), suspeito de trabalhar pelos interesses de Youssef no Congresso.

Padilha

O ex-assessor de Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde, foi realmente contratado pelo Labogen, segundo denúncia da Folha de S. Paulo publicada neste domingo 27. Marcus Cezar Ferreira de Moura recebe R$ 25 mil mensais pela função que exerce, uma espécie de lobista, mas é registrado em carteira com um salário de R$ 4 mil, o mesmo que recebia no ministério da Saúde, segundo o jornal.

A notícia traz ainda mais complicações para Padilha, pré-candidato ao governo de São Paulo, que nega veementemente ter indicado Marcus Moura para a empresa laranja do doleiro. Em coletiva na sexta-feira, o petista ameaçou processar André Vargas e todos os que envolverem seu nome na trama.

26 de Abril de 2014
por esmael
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Tiro em Padilha estimula o “vai que é sua, Lula” em São Paulo

do Brasil 247 Em novembro de 2012, o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas políticas do PT, concedeu uma entrevista polêmica. Disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o melhor nome para governar São Paulo.

“Vou fazer uma provocação. à‰ uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo”, disse ele.

“Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice? E mais do que isso. Já imaginou o que seria, para o Brasil, Dilma reeleita presidenta, Lula governador de São Paulo e Fernando Haddad prefeito da capital? Daria uma aceleração incrível no modelo de desenvolvimento econômico e avanço social que o Brasil vem vivendo”, afirmou.

Neste sábado, a ideia voltou a circular depois que o pré-candidato do PT em São Paulo, Alexandre Padilha, foi alvejado por um disparo da Polícia Federal, pois um trecho do relatório da Operação Lava Jato traz uma frase do deputado André Vargas (sem partido-PR), em que ele afirma que o ex-ministro indicou um executivo para o laboratório Labogen !“ o que Padilha, ontem, negou enfaticamente em entrevista coletiva.

No entanto, o impacto do disparo na candidatura Padilha só será conhecido nas próximas semanas. E várias dúvidas foram levantadas sobre a viabilidade de um candidato que já não pode mais ser substituído por outros nomes de peso de dentro do PT, uma vez que Marta Suplicy e Aloizio Mercadante, ministros do governo Dilma, não se desincompatibilizaram para disputar as eleições deste ano.

Na hipótese de um abalo definitivo, o que poderia ser feito? A sugestão surgiu na nota Taffarel, do colunista Jorge Bastos Moreno, do Globo:

Taffarel

A candidatura de Padilha ao governo de São Paulo recebeu um tiro no peito.

Se vai sobreviver ou não, os dias dirão.

De todo jeito, é um grave problema para o PT resolver se a candidatura naufragar.

Cabe um “Vai, Lula”?

25 de Abril de 2014
por esmael
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PF faz disparo letal contra candidatura lulista em São Paulo

do Brasil 247 Por essa, nem Geraldo Alckmin, nem Paulo Skaf, nem Gilberto Kassab poderiam esperar. Muito menos os principais veículos da mídia familiar no Brasil, que têm feito oposição sistemática e militante ao Partido dos Trabalhadores. Ganharam um presente, diretamente de Brasília.

Da Polícia Federal, subordinada ao ministro José Eduardo Cardozo, partiu um vazamento seletivo sobre a Operação Lava-Jato que atingiu em cheio a campanha do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha !“ nome no qual o ex-presidente Lula e o PT depositam a maior esperança para conquistar o governo de São Paulo, dando fim a um ciclo de 20 anos do PSDB no poder.

Ao vazar o trecho de um relatório que aponta que Padilha indicou o executivo Marcus Cezar de Moura para o laboratório Labogen, ligado ao doleiro Alberto Yousseff, preso na operação, a Polícia Federal entregou, de bandeja, a cabeça de Padilha a seus inimigos.

Os resultados foram os esperados. Três manchetes, que poderão ser amplamente exploradas na campanha eleitoral deste ano.

Da Folha, a mensagem direta: “PF liga ex-ministro Padilha a empresa de doleiro preso”.

Do Globo, outro petardo: “Padilha indicou executivo para doleiro, apura PF”. No Estado de S. Paulo, quase o mesmo: “Padilha indicou executivo para doleiro, aponta PF”.

Padilha, naturalmente, negou qualquer associação com o doleiro Alberto Youssef. “Repudio envolvimento do meu nome e esclareço que não indiquei nenhuma pessoa para Labogen. Se como diz a PF, envolvidos se preocupavam com autoridades fiscalizadoras, só poderiam se referir aos mecanismos de controle criados por mim no Ministério da Saúde. A prova maior disso é que nunca existiu contrato com a Labogen e nunca houve desembolso por parte do Ministério da Saúde”, disse ele, em postagem nas redes sociais.

No entanto, é óbvio que a candidatura Padilha sofreu um duro revés, antes mesmo de atingir velocidade de cruzeiro. A primeira questão é: ele sobreviverá à  adversidade? A segunda é mais intrigante: terá sido fogo amigo?

6 de Março de 2014
por esmael
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Mais Médicos supera meta, mas oposição fecha cerco nas eleições

do Brasil 247O governo federal comemorou nesta quarta-feira 6 a superação da meta prevista pelo ministério da Saúde em relação ao Mais Médicos. O programa encerrou seu quarto ciclo de seleção com a inclusão de mais 5.479 profissionais !“ sendo 4 mil cubanos e 1.078 brasileiros que optaram por migrar do Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab). O grupo conta ainda com 401 candidatos selecionados pelo edital, sendo 197 com diplomas do Brasil e 204 formados no exterior.

Com as novas contratações, o País terá mais de 14,9 mil médicos trabalhando pela iniciativa e atendendo 51 milhões de pessoas até abril. O número supera a meta inicial prevista pelo governo, que era de 13 mil profissionais atingindo 44,8 milhões de brasileiros até o próximo mês. Nessa nova etapa, os cubanos passam a receber um salário 25% maior (R$ 1.245), por meio de ajuste proposto pelo governo brasileiro à  Opas (Organização Panamericana de Saúde).

No mesmo dia em que os números foram divulgados pelo ministério da Saúde, no entanto, a oposição reforçou sua ofensiva contra o programa. O DEM atua em duas frentes: o líder do partido na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE), protocolou ontem na Procuradoria-Geral da República representação por crime de responsabilidade contra o ministro da Saúde, Arthur Chioro, e seu antecessor, Alexandre Padilha; o partido quer ainda discutir o programa em diversas comissões da Casa, numa proposta de que o programa seja revisado.

Mendonça Filho alega que o Ministério da Saúde não poderia ter repassado mais de R$ 500 milhões ao governo cubano, que paga apenas 25% desse valor aos médicos que vêm trabalhar no Brasil. O parlamentar afirma que o programa viola leis trabalhistas porque os cubanos recebem menos do que os outros médicos do programa e, segundo ele, têm sua vida controlada. “à‰ uma ação que cria no Brasil uma situação de semiescravidão. Porque os cubanos não têm liberdade de ir e vir. Precisam de autorização até para se relacionar com outras pessoas e têm uma remuneração ridícula”, criticou o parlamentar.

O líder do Democratas afirmou ainda que o ex-ministro Alexandre Padilha mentiu ao afirmar que o programa é idêntico ao realizado por outros países. Essas mentiras teriam sido evidenciadas por reportagem apresentada pelo Jornal Nacional. A reportagem informa que o programa

12 de dezembro de 2013
por esmael
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Ciro Gomes será o novo ministro da Saúde

do Brasil 247

Ex-ministro, que já criticou o Mais Médico, depois voltou atrás e até pediu desculpas pelos cearenses que vaiaram os cubanos, vai substituir Alexandre Padilha; ministro entra na reforma de 2014 para disputar o governo de São Paulo; petistas defendiam a nomeação do secretário-executivo Mozart Sales.

Ex-ministro, que já criticou o Mais Médico, depois voltou atrás e até pediu desculpas pelos cearenses que vaiaram os cubanos, vai substituir Alexandre Padilha; ministro entra na reforma de 2014 para disputar o governo de São Paulo; petistas defendiam a nomeação do secretário-executivo Mozart Sales.

O ex-ministro Ciro Gomes será em breve anunciado como novo ministro da Saúde. Petistas defendiam que a pasta comandada por Alexandre Padilha, que sai para disputar o governo de São Paulo, fosse dada ao secretário-executivo Mozart Sales. No entanto, o colunista Ilimar Franco diz que Ciro venceu a concorrência por estar mais preparado para enfrentar o debate político com a oposição em ano eleitoral. Leia mais

2 de dezembro de 2013
por esmael
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Dilma deverá fazer reforma ministerial em duas etapas

do Brasil 247 Se antes a expectativa era de que a reforma ministerial da presidente Dilma Rousseff ocorresse até janeiro, espera-se agora que as trocas aconteçam em duas etapas, e se estendam até meados de abril. Pelo menos 13 ministros devem deixar suas pastas para disputar cargos, principalmente de governador, nas eleições de 2014. O limite para a saída é seis meses antes do pleito, que acontece em outubro.

A mudança no plano acontece após a defesa, pelo ex-presidente Lula, de que se nomeie aliados políticos em alguns dos ministérios que devem ficar vagos. A presidente ganha então mais tempo para articular com partidos da base aliada, de quem irá analisar as indicações para os cargos e quem formará o grupo de apoio à  candidatura à  reeleição ao Palácio do Planalto da candidata do PT.

A estratégia é segurar as siglas que hoje compõem a base de sustentação do governo no Congresso, lutando para que elas não se sintam insatisfeitas e passem a apoiar o ex-aliado petista e governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e sua nova parceira Marina Silva. Uma reforma menor deve ser feita primeiro, em janeiro, e outra, movimentando cerca de dez nomes, aproximadamente dois meses depois.

Assessores da presidente afirmam que a petista tem consciência sobre o fato de que a demora para realizar a reforma causa atritos na base. Alguns exemplos de aliados que querem indicar seus filiados à s pastas são o PMDB, que escolheu o nome do senador Vital do Rêgo (PB) para o ministério da Integração, e o PDT, que almeja o cargo de titular do Trabalho, mas corre o risco de ficar sem o posto caso não anuncie logo apoio a Dilma.

Alguns critérios para que os ministros saiam antes ou depois do Executivo nacional têm relação direita com as eleições. A ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil), por exemplo, que pretende disputar o governo do Paraná, deve deixar o cargo antes para se dedicar à  campanha e se defender dos ataques que têm recebido do tucano Beto Richa. Já o titular da Saúde, Alexandre Padilha, deve ficar mais tempo no governo, uma vez que é pouco conhecido em São Paulo, onde concorrerá pelo cargo do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Semanas a mais à  frente do programa Mais Médicos garantirá mais visibilidade ao petista.

Outros ministros cotados para sair da equipe de Dilma Rousseff são o do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que lançará seu nome ao governo de Minas Gerais no ano que vem, Ideli Salvatti, da Secretaria de Relações Institucionais e possível candidata em Santa Catarina, Marco Crivella (Pesca e Aquicultura), no Rio de Janeiro, e Gastão Vieira (Turismo), que deve disputar mais um mandado de deputado federal.

Além desses, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, tem convites para atuar na área internacional e já conversou com Dilma para sair até janeiro, apesar de nada estar confirmado of

1 de dezembro de 2013
por esmael
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Datafolha: Padilha, “poste” de Lula, começa com 4%; Alckimin tem 43%

Datafolha afirma que Alckmin seria reeleito para o Palácio dos Bandeirantes no primeiro turno com 43%, se as eleições fossem hoje; pesquisa que será divulgada nesta segunda (2), na Folha de S. Paulo, aponta ministro Alexandre Padilha, "poste" de Lula, com apenas 4%; coincidência ou não, Haddad, outro "poste" do petista, começou com 3% e hoje é prefeito de São Paulo; ex-presidente brinca que "de poste em poste o Brasil ficará iluminado"; poste! mais famoso de Lula é a presidenta Dilma.

Datafolha afirma que Alckmin seria reeleito para o Palácio dos Bandeirantes no primeiro turno com 43%, se as eleições fossem hoje; pesquisa que será divulgada nesta segunda (2), na Folha de S. Paulo, aponta ministro Alexandre Padilha, “poste” de Lula, com apenas 4%; coincidência ou não, Haddad, outro “poste” do petista, começou com 3% e hoje é prefeito de São Paulo; ex-presidente brinca que “de poste em poste o Brasil ficará iluminado”; poste! mais famoso de Lula é a presidenta Dilma.

Coincidência ou não, em julho de 2011, o então “desconhecido” ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, candidato do PT à  prefeitura de São Paulo, estreou nas pesquisas com 3%. Apelidado de “poste” de Lula, o moço venceu a eleição mesmo com o bombardeio midiático do julgamento do mensalão. Leia mais

11 de novembro de 2013
por esmael
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“Vou fazer substituições”, diz Dilma

do Brasil 247

Com vistas ao pleito de 2014, a presidente Dilma Rousseff admite que fará "substituições" em sua equipe, em decorrência das candidaturas dos ministros nos estados; devem deixar o governo Alexandre Padilha (Saúde) para disputar o governo de São Paulo, Fernando Pimentel (Desenvolvimento), que se candidata em Minas, e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), no Paraná.

Com vistas ao pleito de 2014, a presidente Dilma Rousseff admite que fará “substituições” em sua equipe, em decorrência das candidaturas dos ministros nos estados; devem deixar o governo Alexandre Padilha (Saúde) para disputar o governo de São Paulo, Fernando Pimentel (Desenvolvimento), que se candidata em Minas, e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), no Paraná.

A presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou nesta segunda-feira (11), em conversa com jornalistas em Lima, no Peru, que irá realizar “substituições” na equipe ministerial no fim deste ano, nas vagas de ministros que participarão de campanhas em seus Estados em 2014. “à‰ muito possível [que ministros deixem o governo para iniciar a campanha]. Vou fazer substituições. Agora já dei a notícia”, disse Dilma. Leia mais

5 de novembro de 2013
por esmael
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Tudo anjinho? Analise e opine

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, recebeu nesta terça (5), em Brasília, uma camiseta que simboliza a campanha "Anjos Existem"; a petista estava acompanhada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do deputado André Vargas e do diretor da Santa Casa de Londrina; pergunta ao leitor: tudo anjinho?

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, recebeu nesta terça (5), em Brasília, uma camiseta que simboliza a campanha “Anjos Existem”; a petista estava acompanhada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do deputado André Vargas e do diretor da Santa Casa de Londrina; pergunta ao leitor: tudo anjinho?

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, recebeu nesta terça (5), em Brasília, uma camiseta que simboliza a campanha “Anjos Existem”. Ela estava acompanhada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do deputado André Vargas e do diretor da Santa Casa de Londrina. Leia mais

24 de outubro de 2013
por esmael
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Candidatos, Padilha e Gleisi permanecem no governo até março

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou sua equipe que ficará até março; a regra é a mesma para Gleisi; ele disputará o governo de SP e ela do PR; Dilma planejava trocar ministros-candidatos em dezembro.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou sua equipe que ficará até março; a regra é a mesma para Gleisi; ele disputará o governo de SP e ela do PR; Dilma planejava trocar ministros-candidatos em dezembro.

A presidenta Dilma Rousseff resolveu adiar a reforma ministerial prevista para dezembro. Agora a mudança na equipe só vai ocorrer em março. Leia mais