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Para Lewandowski, precluiu a fundamentação de que as entrevistas do petista poderiam interferir no processo eleitoral de 2018 porque foi esvaziado este perigo com o fim da disputa.
No início de outubro, Lewandowski havia autorizado entrevistas de Lula para veículos de imprensa nacionais e internacionais, a exemplo do espanhol El País e a Rede Minas de Televisão.
“[…] a fundamentação utilizada para o reconhecimento do fumus boni iuris e do periculum in mora foi esvaziada após a realização da Eleição/2018, pela qual o povo brasileiro já conhece o futuro Presidente da República. Portanto, não há mais o suposto risco de interferência no pleito, pelo que cumpre restaurar, sem mais delongas, a ordem constitucional e o regime democrático que prestigia a liberdade de expressão e de imprensa”, defendeu o ministro.

Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.



