PSDB do Paraná usa TV estatal para atacar PT e Dilma. Acorda Berzoini!

eparana_antipt_dilma.jpgO governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, tem utilizado a concessão pública da TV Educativa, rebatizada como éParaná, para fazer proselitismo contra petistas e atacar a presidenta Dilma Rousseff (PT).

A emissora estatal tem destacado nos telejornais o suposto envolvimento da senadora Gleisi Hoffmann (PT) na lista da operação Lava Jato — que investiga desvios de recursos da Petrobras — e o sumiço do marido dela, o ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo.

éParaná também vem reservando espaço para ataques contra Dilma como, por exemplo, na última quarta (4) quando exibiu um protesto pelo “Fora Dilma” no município de União da Vitória, na região Sul.

Poder-se-ia dizer que a cobertura era factual, mas a emissora estatal não faz o mesmo em relação à s manifestações que pedem impeachment de Richa. Pelo contrário. A TV concessionada para o governo do estado é bastante usada, sem dó nem piedade, para atacar a greve dos professores e funcionários de escolas — só para ficar num exemplo.

A éParaná vem sendo tocada desde janeiro deste ano pelo jornalista Sérgio Kobayashi, um tucano importado de São Paulo conhecido pelo fanatismo antipetista.

Essa não foi a primeira vez que a éParaná sacaneia Dilma. Em outubro de 2011, Richa mandou censurar o discurso da presidenta que era transmitido ao vivo pela TV estatal. Na cerimônia, o governo federal anunciava R$ 1,75 bilhão para a construção do metrô na capital paranaense. No lugar da fala da petista a emissora exibiu o desenho animado Cocoricó! (clique aqui para relembrar).

O diabo nisso tudo é que o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, continua dormindo. Em dezembro de 2014, quando fora anunciado para substituir Bernardo, o moço mostrava-se “valente” para regular a mídia e seus excessos. Parece até que já “afrouxou a tanga”.

Como diria a Ana Maria Braga, “acoooorda, menino!”.

A seguir, assista aos vídeos da éParaná com ataques contra Dilma e o PT:

Vídeo Lava Jato:

Vídeo Fora Dilma:

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