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por Esmael Morais
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Horas depois de “rompimento”, PMDB pede boquinhas para Dilma

O Senado aprovou na noite desta terça-feira (29) as indicações do economista Juliano Alcântara Noman e do tenente-brigadeiro do ar Hélio Paes de Barros Júnior para a diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Nada demais, se eles não fossem designações do PMDB — o partido que rompeu hoje, às 15 horas, com o governo da presidente Dilma Rousseff.

Juliano é “peixe” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), comandante do golpe contra o Estado Democrático de Direito e um dos que foi mais militante para que os peemedebistas entregassem os cargos ocupados no governo.

Outro, Hélio Paes, é indicação do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Em contato com o Blog do Esmael, nesta quarta-feira (30), a assessoria de Eunício garantiu que “ele não conhece nem indicou o referido nome”.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), em seu Twitter, criticou as indicações peemedebistas para a Anac. O parlamentar informou ao Blog do Esmael que votou contra as designações porque “seguiu a orientação partidária”, que à tarde “aclamou” pela saída do governo.

A questão central é: Dilma terá de vetar essas nomeações na Anac ou dará mais essas boquinhas aos golpistas mesmo depois deles terem rompido formalmente?

Resumo da ópera: não se faz golpistas como antigamente… essa turma do Cunha desmoraliza o golpe.

Atualizado às 19h14 de quarta-feira, dia 30 de março de 2016.

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