Deu no New York Times: 'Bomba, Bolsonaro é acusado de homicídio'

Bolsonaro fala à ONU às 10 horas desta terça-feira; acompanhe pelo Blog do Esmael

A nação brasileira já está preparada para passar vergonha alheia com o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (21/09), às 10 horas (horário de Brasília), na abertura da Assembleia-Geral da ONU (Organizações das Nações Unidas). A sessão será presencial em Nova York, nos Estados Unidos. Blog do Esmael vai transmitir o evento ao vivo para o Brasil e o mundo.

Discurso de Bolsonaro na ONU ao vivo [vídeo]

A abertura da 76ª Assembleia da ONU acontecerá após duas edições realizadas virtualmente por causa da pandemia global.

Na reunião da ONU, Bolsonaro causa um constrangimento entre os líderes mundiais porque ele [Bolsonaro] se nega a tomar vacina contra a doença. Aliás, um diplomata brasileiro, envolvido na recepção do presidente, testou positivo para a covid-19 no sábado (18/09).

O séquito de Bolsonaro é composto pelas seguintes autoridades:

  • Marcelo Queiroga (Saúde);
  • Joaquim Leite (Meio Ambiente);
  • Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência);
  • Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública);
  • Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional); e
  • Flávio Rocha (secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flávio Rocha).

Nesta segunda-feira (20/09), véspera do pronunciamento, Bolsonaro se encontrou com o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e participa de uma recepção oferecida pelo representante permanente do Brasil junto às Nações Unidas, Ronald Costa Filho.

Ao premiê britânico, Bolsonaro assegurou que não tomou vacina alguma e que tem imunidade alta. Atônito com o negacionismo do colega brasileiro, Johnson falou bem do imunizante da AstraZeneca.

Amanhã, após o discurso na abertura da Assembleia da ONU, Bolsonaro se reunirá com seu homólogo da Polônia, Andrzej Duda, em mais um evento bilateral.

Durante sua permanência na Assembleia-Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro será obrigado a usar máscara.

Nas reuniões bilaterais entre líderes mundiais, inclusive Bolsonaro, os temas vacina e pandemia têm predominado.

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