29 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Neto do último presidente da ditadura militar tem prisão decretada pela Justiça Federal

Neto do último presidente da ditadura militar tem prisão decretada pela Justiça Federal

João Baptista Figueiredo, o último ditador do golpe de 1964.

A 10ª Vara da Justiça Federal, de Brasília, expediu nesta terça-feira (29) mandado de prisão contra Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do general João Baptista Figueiredo, último presidente brasileiro na ditadura militar (1979-1985). ... 

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20 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Michel Temer diz não querer sair da Presidência com a pecha de ladrão

Michel Temer disse à Folha que não vai concluir seu mandato com a pecha de um “sujeito que incorreu em falcatruas”. Ele falou da demissão de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica Federal — por imposição do Ministério Público Federal — todos eles investigados no âmbito da operação Greenfield.

Temer não queria desligar os 4 vices porque eles eram indicações políticas do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), Geddel Vieira Lima (MDB-BA) e dele próprio — segundo as investigações. Se não fosse enquadrado pelo MPF, muito provavelmente foi alertado de que ficaria com a pecha de ladrão.

A operação da PF suscitou ataques à Caixa na mesma magnitude que a Petrobras recebeu da mídia. O objetivo do bombardeio era tirar os “políticos” do banco público e, consequentemente, diminuir a atuação no financiamento de projetos de infraestruturas e moradias populares, a exemplo do Minha Casa Minha Vida. A intenção é deixar esse bilionário filão para os bancos privados, etc.

Ato contínuo, a toque de caixa, foi modificado o estatuto do banco público para proibir políticos e sindicalistas de ocuparem posições na diretoria. Uma medida que à primeira vista parece “bacana”, mas mortalmente danosa para as políticas públicas.

Os técnicos serão burocratas comandados pela velha mídia, que tem interesses econômicos e políticos diferentes do povo brasileiro. A Caixa ficou refém de um esquema criminoso comandado pelo sistema financeiro privado e pela mídia.

Portanto, além de transformar o Palácio do Planalto em porta de cadeia e ficar com a pecha de ladrão, Michel Temer ainda sairá da Presidência da República com a fama de o mais fraco de todos os presidentes da História.
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16 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Suspeita de corrupção derruba 4 vice-presidentes da Caixa Econômica Federal

Após muita pressão, Michel Temer afastou nesta terça-feira 4 vice-presidentes da Caixa Econômica Federal (CEF) investigados pela Polícia Federal por um período de 15 dias. Na semana passada, o governo bateu o pé e disse que não acataria a recomendação do MP para desligar os dirigentes do banco.

Em nota, o Palácio do Planalto informou que esse será o prazo para que eles apresentem defesa das acusações de que são alvo.

Embora o afastamento seja temporário, dificilmente os vice-presidentes da CEF retornarão aos respectivos cargos — mesmo que provem inocência. Explica-se: os postos são disputados no “tapa” entre os parlamentares do Centrão e outros que apoiam o governo.

A Operação Greenfield investiga indícios da existência de um esquema de cooptação de testemunhas para que não contribuíssem com a apuração de supostas irregularidades envolvendo fundos de pensão.

O primeiro pedido havia sido encaminhado a Temer no final do ano passado. Além das investigações em andamento, os procuradores citam a relação de alguns desses executivos com o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, ambos presos por denúncias de corrupção.

Os vice-presidentes afastados são Antônio Carlos Ferreira, do Corporativo; Deusdina dos Reis Pereira, Fundos de Governo e Loterias; José Henrique Marques da Cruz, Clientes, Negócio e Transformação Digital, e Roberto Derziê de Sant’Anna, Governo.

Com informações da

Agência Brasil ... 

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6 de setembro de 2016
por Esmael Morais
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Globo esconde que Mirelles presidia Conselho de Administração da JBS. Por quê?

meirelles_jbsA PF desencadeou ontem (5) a Operação Greenfield, que investiga desvios em fundos de pensão. Tudo bem, mas o que a Globo não mostrou é que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidia o Conselho de Administração do grupo J&F. Leia mais