17 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Contragolpe: Picciani reassume a liderança do PMDB na Câmara

do Brasil 247, com Agência Câmara

Acabou de ser confirmado pela Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados que o deputado Leonardo Picciani (RJ) é o novo líder do PMDB na Casa.

Picciani havia sido substituído pelo deputado Leonardo Quintão (MG), que assumiu a liderança do PMDB na última quarta-feira (9), após apresentar requerimento com 35 assinaturas, uma a mais do que o necessário para substituir o líder, uma vez que o partido conta com 66 parlamentares.

Na manhã desta quinta-feira (17), Picciani apresentou lista com 36 assinaturas apoiando a sua liderança, incluindo os deputados Pedro Paulo, ex-secretário municipal de governo do Rio de Janeiro; e Marco Antônio Cabral, ex-secretário do Esporte e Lazer do Estado do Rio de Janeiro, que retornaram à Câmara por decisão do diretório estadual (RJ).

Segundo Picciani, a volta dos dois deputados não foi para apoiar sua liderança, mas para defender a posição do partido no Rio de Janeiro, que é contrária ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

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8 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Picciani: “Se Temer era decorativo, por que quis ser vice?”

via Brasil 247

Citado na carta “confidencial” do vice-presidente, Michel Temer, à presidente Dilma Rousseff, o líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), considera que o documento revela que o seu correligionário não tinha interesse no “fortalecimento da bancada”.

Depois de ter se queixado de ter sido apenas um “vice decorativo”, Temer afirma ter sido “ignorado” nas tratativas e reclamou que Dilma o substituiu nas negociações pelo líder Picciani e Jorge Picciani, pai do deputado.

“A carta esclarece muitos pontos. Vai ter uma repercussão forte dentro da bancada. Ficar claro que o Michel Temer não queria o fortalecimento da bancada. Ele ficou incomodado. Ele fala contra a presidente ter conversado comigo e ter indicado os dois deputados ministros. E em todo momento não defende a posição da bancada, mas dos seus aliados pessoais. Ele mesmo frisa que o Moreira Franco, o Eliseu Padilha e Edinho Araújo eram pessoas dele”, disse Picciani ao Estado.

Na reforma ministerial, o parlamentar do Rio conseguiu emplacar os deputados Marcelo Castro (PMDB-PI) como ministro da Saúde, e Celso Pansera (PMDB-RJ) para a pasta da Ciência e Tecnologia.

“Não fui eu quem fui procurar a presidente. Não fui eu que foi pedir nada. Ela ofereceu e eu apenas cumpri o papel de líder transmitindo à bancada os convites que foram feitos. E decidimos após consultar a maioria. Em momento nenhum eu pedi que substituíssem os aliados dele por membros da bancada”, afirmou Picciani.

O deputado disse estranhar a queixa de Temer, que se denominou apenas como “vice decorativo” no primeiro mandato. Segundo Temer, jamais ele ou o PMDB foram “chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do País”.

“Se Temer se julgava um vice decorativo nos quatro primeiros anos, por que ele depois conduziu o partido, mesmo rachado, a permanecer na aliança? Se ele se sentia um vice decorativo por que continuar dessa forma (na chapa presidencial do PT)?”, questionou o parlamentar.

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4 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Líder do PMDB ameaçado pelo “golpe do golpe” na Câmara

O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), líder do partido na Câmara, tem a prerrogativa de indicar os 8 membros da especial destinada a dar parecer pela continuidade ou não do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Mas ele corre o risco de cair neste fim de semana.

Picciani é da ala peemedebista favorável à petista e bastante próximo ao Palácio do Planalto, logo ele tende a indicar para a comissão parlamentares contrários ao impedimento.

Entretanto, a banda que quer tocar o horror é liderada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (RJ), que, por óbvio, pretende indicar correligionários favoráveis ao impeachment de Dilma.

Qual a solução para o impasse? Para os golpistas ligados a Cunha, a solução seria destituir Picciani da liderança partidária. Ou seja, dar um golpe interno para garantir outro golpe maior em Dilma.

O PMDB tem até às 14h da próxima segunda (7) para definir os oito deputados que integrarão a comissão especial.

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