2 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Winnie Mandela morre aos 81

Winnie Mandela morre aos 81

Morreu nesta segunda-feira (2) Winnie Mandela, aos 81 anos. Ela era ícone da luta antiapartheid e ex-mulher do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela. ... 

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22 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: Brics criam nova ordem econômica mundial!

"O Brasil deixou de ser puxadinho dos Estados Unidos e do FMI", saúda Enio Verri, em sua coluna desta terça, a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) pelos países que formam o Brics; colunista afirma que ação de Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul significa uma resposta concreta à  crise econômica e do neoliberalismo; "Com Lula e Dilma mostramos que o modo petista de governar dá certo", exalta o parlamentar do PT, que ainda acrescenta: "o protagonismo brasileiro e enfrentamento ao FMI parece superficial aos olhos dos mais jovens que pouco conviveram com os governos neoliberais de FHC"; leia o texto e compartilhe.

“O Brasil deixou de ser puxadinho dos Estados Unidos e do FMI”, saúda Enio Verri, em sua coluna desta terça, a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) pelos países que formam o Brics; colunista afirma que ação de Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul significa uma resposta concreta à  crise econômica e do neoliberalismo; “Com Lula e Dilma mostramos que o modo petista de governar dá certo”, exalta o parlamentar do PT, que ainda acrescenta: “o protagonismo brasileiro e enfrentamento ao FMI parece superficial aos olhos dos mais jovens que pouco conviveram com os governos neoliberais de FHC”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri* ... 

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16 de julho de 2014
por Esmael Morais
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‘Banco e fundo dos Brics não são contra ninguém’, avisa Dilma

do Brasil 247
Em coletiva de imprensa concedida após a plenária da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza (CE), na noite desta terça-feira 15, a presidente Dilma Rousseff rebateu a tese de que o novo banco de desenvolvimento e o arranjo contingente de reservas, pelos países do bloco !“ Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul !“ foram criados para fazerem frente ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial.

“Essas instituições não são contra ninguém, elas são a nosso favor, é uma outra perspectiva. Elas são a favor dos países Brics, mas também são a favor dos países em desenvolvimento”, afirmou. Dilma garantiu que o banco e o arranjo contingente olharão com atenção para países em desenvolvimento com regras bastante claras e firmes a respeito da sustentabilidade econômicas das instituições.

A presidente também disse que o Brasil não perde ao não presidir o Banco dos Brics. Segundo ela, houve um consenso entre os países para que a àndia indicasse o primeiro presidente por ter sido o país que propôs a instituição. “O banco foi fruto de um grande consenso e terá um novo imenso poder de alavancar recursos”, ressaltou. Sobre a sede em Xangai, Dilma disse que o primeiro-ministro da China, Xi Jinping, está empenhado em definir um local o mais cedo possível.

“A àndia propôs o Banco dos Brics e nós propusemos o Acordo Contingente de Reservas. Então, todos nós consideramos que era justo que a primeira presidência ficasse com o país que tinha proposto, no caso, a àndia, foi justamente isso. A segunda presidência, no rodízio, seria, então, do Brasil. E o Acordo Contingente de Reserva não tem presidência, mas é bom que se diga que foi uma iniciativa do governo brasileiro, ao longo desse tempo”, explicou.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse também nesta terça-feira que outros países emergentes já estão interessados em participar do recém-criado banco de desenvolvimento do Brics. Ele afirmou ainda que a nova instituição não vai competir com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros bancos de fomento para financiamentos, como os voltados para infraestrutura.

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7 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “O sucesso do sorteio da Copa e a justa homenagem ao comunista Mandela”

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, relata a emoção e o show de organização do Ministério do Esporte no sorteio dos grupos que disputarão a "Copa das Copas", na definição da presidenta Dilma; o evento de ontem foi assistido por 600 milhões de pessoas do mundo inteiro, ao vivo, de 163 países que mandaram equipes de TV para o Costão do Sauípe, na Bahia; colunista destaca a justa homenagem feita ao comunista Nelson Mandela, ex-presidente da àfrica do Sul cujo país sediou o último campeonato mundial de futebol em 2010; "Não importam quem sejam os adversários da nossa Seleção. Croácia, México, Camarões, Holanda, Espanha... Que vença o Brasil! Sempre! Dentro e fora de campo!", brada Gomyde; leia o texto.

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, relata a emoção e o show de organização do Ministério do Esporte no sorteio dos grupos que disputarão a “Copa das Copas”, na definição da presidenta Dilma; o evento de ontem foi assistido por 600 milhões de pessoas do mundo inteiro, ao vivo, de 163 países que mandaram equipes de TV para o Costão do Sauípe, na Bahia; colunista destaca a justa homenagem feita ao comunista Nelson Mandela, ex-presidente da àfrica do Sul cujo país sediou o último campeonato mundial de futebol em 2010; “Não importam quem sejam os adversários da nossa Seleção. Croácia, México, Camarões, Holanda, Espanha… Que vença o Brasil! Sempre! Dentro e fora de campo!”, brada Gomyde; leia o texto.

por Ricardo Gomyde* ... 

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5 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Morre Nelson Mandela aos 95 anos. Seu legado fica para sempre

do Brasil 247Uma das figuras mais celebradas do mundo, primeiro presidente negro da àfrica do Sul, com sua face estampada em todas as notas de dinheiro de seu país, o Prêmio Nobel da Paz Nelson Mandela também foi um dos mártires que pagaram mais caro, na própria pele, por acreditar e lutar por sua causa, a igualdade racial. Nesta quinta-feira 5, aos 95 anos de idade, Mandela deu seu último suspiro !“ e da condição de lenda vida passou a imortal da humanidade. Seu exemplo de resistência à s injustiças será sempre celebrado por todo o sempre, em todo o mundo.

Na condição de um dos líderes do Congresso Nacional Africano, partido que comandou a resistência ao regime do apartheid ao longo do século 20, Mandela, após uma série de prisões, foi condenado à  pena perpétua em 11 de junho de 1964. Naquele período, apenas 20% dos habitantes da àfrica do Sul eram brancos, contra uma esmagadora maioria de negros, mas o país não era deles. Toda a circulação era restrita, feita por meio de passes com autorizações para deslocamento até mesmo entre bairros das grandes cidades.

Com o número de prisioneiro 46664, Mandela foi jogado numa cela de 2,5 m por 1,5 m na ilha de Robben, onde seria privado do contato com o mundo exterior. Impedido de ver seus filhos e obter notícias de fora, tinha como único alento visitas esporádicas de sua mulher Winnie. Ele só sairia de lá, pela força de uma série de campanhas internacionais e forte pressão do CNA, em 1990, depois de 26 anos no cárcere. Estava, porém, politicamente mais forte do que nunca. Uma multidão foi recebê-lo. “Quando me vi no meio da multidão, alcei o punho direito e estalou um clamor. Não havia podido fazer isso desde há vinte e sete anos, e me invadiu uma sensação de alegria e de força”, disse Mandela na ocasião.

Mesmo tendo um mundo completamente estranho à  sua volta !“ ao ser preso pela primeira vez, em 1958, a àfrica do Sul não permitia a negros terem televisão, mas na década de 1990, para assombro de Mandela, já era possível telefonar de dentro de aviões !“, Mandela não teve dificuldades em ser eleito presidente do CNA. Mais complicada foi a vitória presidencial, na eleição de 1993, quando teve de enfrentar atentados contra figuras importantes de seu partido Leia mais