Lula vem aí para filiar no PT o ex-senador Roberto Requião, pré-candidato ao governo do Paraná.

PT e PSB discutem quarta e quinta-feira estatuto e programa da federação partidária

Google News

Após a bancada federal do PSB confirmar a intenção de os socialistas se associarem ao PT, as duas agremiações lideram esta semana esforços para elaborar o estatuto e o programa da federação partidária que valerá até as eleições de 2026.

A nova legislação eleitoral, que entrou em vigor este mês, possibilita a criação de federação partidária –em substituição às antigas coligações– com programa comum e duração mínima de 4 anos.

A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse ao Blog do Esmael nesta terça-feira (25/01), que, após esse encontro na quarta (26/01) e quinta-feira (27/01), em Brasília, a federação partidária se debruçará sobre os problemas nos estados.

O PSB e o PT conseguiram dirimir problemas regionais como Pernambuco, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O caso do Paraná, reduto eleitoral de Gleisi, também deverá entrar na pauta na sequência.

Devido à verticalização nacionalizada da federação, o PSB terá de marchar com o PT no Paraná. Os petistas no estado já definiram a pré-candidatura do ex-senador e ex-governador Roberto Requião (sem partido), que aguarda esses ajustes finais para se filiar numa agremiação. A expectativa é que ele ingresse no PSB e o irmão dele, o ex-secretário da Educação Maurício Requião, foi sondado para assumir a presidência do PSB no Paraná.

Na sexta-feira (21/01), Requião e Gleisi se reuniram em Curitiba sob a testemunha de Maurício Requião e dos deputados Arilson Chiorato, presidente do PT no Paraná, e Requião Filho, do MDB. No encontro, a presidenta nacional do PT foi sondada para concorrer ao Senado.

Veja também  TSE recebe primeiro registro de pesquisa das eleições 2022; confira