O senador paranaense Oriovisto Guimarães (PODE) foi um dos 16 que votaram contra a PEC 32/2022, que garante Bolsa Família de R$ 600. Os outros dois parlamentares paranaenses, senadores Alvaro Dias (PODE) e Flávio Arns (PODE), votaram favorável à proposta do governo Lula.
Nas eleições de 2018, Oriovisto declarou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) bens de R$ 240 milhões.
Evidentemente, o senador Oriovisto Guimarães não precisa do Estado para sobreviver [ou não?] com a ajuda de R$ 600.
O contracheque mensal do parlamentar é de R$ 33.763, enquanto o custo total de seu gabinete equivale a cerca de R$ 300 mil por mês, segundo o portal Transparência do Senado.
Além do desalmado Oriovisto, que não tem empatia com os mais pobres, quinze senadores também votaram contra o Bolsa Família de seiscentos reais. Confira os nomes:
- Carlos Portinho (PL-RJ)
- Carlos Viana (PL-MG)
- Eduardo Girão (PODE-CE)
- Eliane Nogueira (PP-PI)
- Esperidião Amin (PP-SC)
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
- Ivete da Silveira (MDB-SC)
- Lasier Martins (PODE-RS)
- Luis Carlos Heinze (PP-RS)
- Marcos Rogério (PL-RO)
- Marcos do Val (PODE-ES)
- Maria do Carmo Alves (PP-SE)
- Oriovisto Guimarães (PODE-PR)
- Plínio Valério (PSDB-AM)
- Reguffe (sem partido-DF)
- Romário (PL-RJ)
A PEC do Bolsa Família foi aprovada na quarta-feira (07/12) em dois turnos de votação por ampla margem (64 votos a favor no primeiro e no segundo turnos) e segue agora para a Câmara dos Deputados. A expectativa é que seja votado já na semana que vem para que seja promulgado antes do recesso.
Se a PEC do Bolsa Família for aprovada, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá cumprir promessa de campanha e alocar no Bolsa Família um benefício mensal de R$ 600 por mês, mais uma parcela adicional de R$ 150 para cada criança de até seis anos em todos os grupos familiares atendidos pelo programa.
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Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.




