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Globo e jornalões travam guerra ideológica contra a mídia independente no país

Desde seu surgimento, o jornal e a emissora de televisão cariocas têm acumulado uma longa trajetória de desserviço à democracia, aos trabalhadores e ao povo brasileiro. Exemplos claros dessa trajetória incluem o apoio dado à ditadura militar e a censura dos movimentos pró-democracia nos noticiários do canal. Além disso, a edição do último debate entre os candidatos à presidência na eleição de 1989, que favoreceu Fernando Collor de Mello, e a cobertura tendenciosa das eleições presidenciais após a redemocratização evidenciam o papel da Globo em eventos como o golpe militar de 1964, a fraude eleitoral de 1989 ao editar o debate Lula x Collor, o golpe de Estado contra Dilma Rousseff em 2016 e a conspiração que levou à prisão de Luiz Inácio Lula da Silva em 2018, facilitando a eleição de Jair Bolsonaro. Do ponto de vista do marketing, a emissora criou a imagem de Sergio Moro e sustentou a farsa da Lava Jato.

A Rede Globo de Televisão, fundada em 1965, logo após o golpe militar de 1964, cresceu rapidamente em influência e alcance. Este crescimento, no entanto, não veio sem um custo significativo para a democracia brasileira. Durante os anos da ditadura militar, a Globo foi amplamente acusada de omitir e manipular informações, censurando movimentos pró-democracia e movimentos populares. Esse alinhamento com os interesses da ditadura não foi um erro de cálculo, mas uma estratégia deliberada para manter o poder e a influência junto aos governos autoritários.

A cobertura das eleições de 1989 é um exemplo notório de como a Globo utilizou seu poder midiático para influenciar resultados eleitorais. A edição do debate entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello, exibida no Jornal Nacional, favoreceu claramente Collor, ajudando a modificar a percepção pública e influenciar o resultado da eleição. Esse episódio marcou uma das maiores controvérsias da história das eleições brasileiras, demonstrando o poder da mídia na manipulação de processos democráticos.

Horário [quase] eleitoral na Globo
A Globo tem um histórico de desserviços contra a democracia e o povo brasileiro.

A Globo tem interesses cruzados com bancos, fundos de investimentos e especuladores, e por isso defende leis contrárias aos trabalhadores, como as reformas trabalhista e previdenciária, o teto de gastos e o Banco Central Independente. Ela já demonizava o 13º saláriona década de 1960. Esses interesses econômicos ditam desde então a linha editorial da emissora, que constantemente busca proteger os lucros dos grandes investidores e garantir um ambiente favorável à acumulação de capital, independentemente do custo social.

O capital não tem preferência por democracia ou ditadura, desde que encontre as facilidades do Estado para a acumulação. Nesse sentido, a Globo se posiciona a favor de políticas que beneficiam a elite econômica, mesmo que isso signifique apoiar medidas que precarizam as condições de trabalho e reduzem os direitos dos trabalhadores. Essa postura é evidente nas coberturas tendenciosas das reformas trabalhista e previdenciária, apresentadas como necessárias para o desenvolvimento econômico, sem considerar os impactos negativos sobre a população trabalhadora.

Curiosamente, a Globo e outros grandes veículos de comunicação têm sido principais parceiros de instituições como a Presidência da República, estatais e até mesmo o TSE e o STF numa campanha contra supostas desinformações. No entanto, essa campanha muitas vezes se volta contra a mídia independente, que busca trazer à luz verdades incômodas e oferecer uma visão crítica dos acontecimentos.

A defesa da ditadura da opinião única pela Globo é uma tentativa de manter seu monopólio sobre a informação e silenciar vozes dissidentes. Essa campanha contra a mídia independente é, na verdade, uma luta pela manutenção do controle sobre a narrativa pública, impedindo que alternativas sejam ouvidas e que a diversidade de opiniões seja respeitada.

Globo põe bode na sala para pressionar governo Lula sobre aumento no preço da gasolina
Globo põe bode na sala para pressionar governo Lula sobre aumento no preço da gasolina

O que é a ideologia senão a falsa representação da verdade? A Globo utiliza sua influência midiática para controlar a percepção pública de acordo com seus interesses econômicos e políticos. Ao fazer isso, perpetua uma visão distorcida da realidade, que favorece a manutenção do status quo e a continuidade de políticas que beneficiam a elite em detrimento da maioria da população.

A ideologia dominante veiculada pela Globo não é neutra, mas serve a interesses específicos. Ao censurar movimentos sociais, distorcer fatos e promover uma narrativa única, a emissora contribui para a manutenção das desigualdades sociais e econômicas no Brasil ao espalhar desinformações em escala industrial.

A história da Globo é marcada por uma série de desserviços à democracia e aos direitos dos trabalhadores. Desde o apoio à ditadura militar até a manipulação eleitoral e a defesa de interesses econômicos elitistas, a emissora tem desempenhado um papel central na perpetuação de uma ideologia que favorece a acumulação de capital em detrimento da justiça social. A campanha contra a mídia independente é apenas mais um capítulo dessa trajetória, evidenciando a tentativa de manter o controle sobre a narrativa pública e silenciar vozes dissidentes. Em um cenário midiático cada vez mais concentrado, é fundamental que a sociedade brasileira continue a lutar pela democratização da mídia e pelo direito à informação plural e diversificada.

Portanto, caro leitor, espalhe a verdade. Compartilhe este texto e guarde para sempre recordar o mal que a Globo vem fazendo para o Brasil e para os brasileiros.

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