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Direita emite sinais de divisão na disputa pela Prefeitura Curitiba nas eleições 2024

Há indícios de uma possível divisão na paisagem da direita política, prometendo agitar as águas da política em Curitiba, com a filiação recente do ex-deputado Deltan Dallagnol ao partido NOVO.

O leitor do Blog do Esmael soube em primeira mão, no início deste mês, que Dallagnol estava negociando a troca do Podemos pelo NOVO.

Dallagnol está embarcando no Novo mesmo após sua inelegibilidade ter sido decretada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), devido à cassação de seu mandato.

O que torna essa movimentação ainda mais intrigante é a contemplação de Dallagnol em lançar sua esposa, Fernanda Dallagnol, como pré-candidata à Prefeitura de Curitiba.

É uma estratégia que, sem dúvida, pegou muitos de surpresa.

Na mesma esfera da direita, o deputado estadual Ney Leprevost, representando o União Brasil, declarou com firmeza sua intenção de concorrer à sede do executivo municipal, o Palácio 29 de Março.

Ele busca dissipar qualquer sombra de dúvida quanto a sua determinação, especialmente em meio às referências à “Síndrome de Osmar Dias,” que alude às desistências em momentos cruciais.

Para consolidar sua posição, Leprevost está considerando a possibilidade de ter Juliano Borghetti, membro do PP, como seu vice na chapa.

Borghetti, irmão da ex-governadora Cida Borghetti e cunhado de Ricardo Barros, traz consigo uma vasta experiência, tendo atuado como secretário de Esportes no Paraná, além de administrar as três maiores regionais da capital: Pinheirinho, Tatuquara e CIC.

Caso Ney Leprovost recue, o União Brasil tem seu plano B: a deputada estadual Flávia Francischini, esposa do ex-deputado Delegado Francischini.

Dentro do espectro da centro-direita, emerge como aposta o atual vice-prefeito, Eduardo Pimentel, alinhado com o PSD.

Ele conta com o apoio do prefeito Rafael Greca e do governador Ratinho Junior, ambos do PSD.

No entanto, em meio a essa potencial fragmentação, não podemos subestimar a oposição organizada representada pela frente ampla, liderada pelo campo político do presidente Lula e seu partido, o PT.

Essa coalizão, conhecida por sua capacidade de mobilização e amplo apoio popular, pode se tornar uma força a ser considerada, com potencial para influenciar significativamente o desfecho das eleições e a disputa pelo segundo turno na capital paranaense.

Nomes não faltam ao campo lulista curitibano: Luciano Ducci (PSB), Goura Nataraj (PDT), Arilson Chiorato (PT), Tadeu Veneri (PT), Requião Filho (PT), Carol Dartora (PT), Zeca Dirceu (PT), Roberto Requião (PT) e Doutor Zequinha (PCdoB).

Estamos diante de um quadro político repleto de reviravoltas e estratégias intrigantes, onde a incerteza prevalece e a imprevisibilidade é a norma.

À medida que nos aproximamos das eleições de 2024, os bastidores políticos de Curitiba certamente serão palco de intensas negociações e reviravoltas.

Estaremos atentos para trazer as últimas atualizações sobre essa fascinante saga política.

Portanto, continue seguindo o Blog do Esmael.

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