Desejo de Israel é tomar a terra palestina e praticar um genocídio, diz deputado pró-palestina

Operação em Rafah: Netanyahu ordena evacuação e planejamento militar

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, determinou às Forças de Defesa de Israel (IDF) e ao estabelecimento de defesa israelense que apresentem planos para evacuar civis palestinos de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. A ordem foi emitida em comunicado oficial nesta sexta-feira (9/2).

Netanyahu enfatizou a impossibilidade de alcançar o objetivo da guerra de eliminar o Hamas enquanto quatro batalhões do grupo permanecem em Rafah. A decisão de evacuar civis reflete a estratégia do governo israelense em direção a uma solução que visa enfraquecer as posições do Hamas e melhorar a segurança na região.

A decisão não está isenta de desafios e implicações significativas. Evacuar civis em meio a um conflito é uma tarefa complexa, com riscos humanitários e logísticos. A comunidade internacional estará atenta à condução dessa operação delicada.

O anúncio de Netanyahu já está gerando reações intensas, tanto local quanto internacionalmente. O posicionamento do primeiro-ministro será escrutinado, e as consequências políticas podem se estender além das fronteiras de Israel.

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Conflito entre Israel e Palestina complta 16 dias. Foto: reprodução.
Conflito entre Israel e Palestina completa 126 dias. Foto: reprodução.

O sucesso ou fracasso dessa operação terá implicações duradouras na dinâmica do conflito israelo-palestino. A comunidade internacional aguarda ansiosamente o desenrolar dos eventos e as ações subsequentes.

“Absurda e revoltante a ordem do Primeiro Ministro de Israel, Netanyahu, para que seu exército retire todas as pessoas de Rafah, o último refúgio dos moradores de Gaza. Fica evidente que o desejo de Israel é tomar a terra palestina e praticar um genocídio”, protestou o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) no X, pró-palestina.

A Guerra em Gaza entrou do dia 126. De acordo com o Ministério da Saúde, controlado pelo Hamas, desde o início do conflito 28 mil palestinos morreram, 68 mil ficaram feridas, enquanto do lado israelenses são 1,2 mil mortos de 7 de outubro.

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