Bolsonaro faz palhaçadas e desvia a atenção enquanto Paulo Guedes rouba o Brasil

Enquanto Bolsonaro se contamina com o Coronavírus e faz propaganda da sua tão querida Cloroquina, o nome do ministro da Economia, Paulo Guedes, praticamente desapareceu da velha mídia.

Essa é a conduta adotada pelo governo Federal, de maneira involuntária ou deliberada, para seguir roubando e destruindo o país sem ser incomodado. Afinal, a velha mídia tem bastante assunto com as dezenas de milhares de mortos em função da pandemia.

Embora esse jogo de cena atraia a atenção de uma boa parcela da sociedade, há gente que está percebendo onde é que o ‘sapato aperta’ de verdade.

De maneira meio tímida, uma hashtag subiu no Twitter nesta quinta-feira (9). E tag denuncia justamente isso: #GuedesRoubaOBrasil

Vejamos algumas das postagens:

Isaías compartilhou esse trecho da reunião ministerial em que Guedes abre o jogo sobre como ele pretende “ajudar” as pequenas empresas:

Já o Daniel relembra a fala do deputado Zeca Dirceu dizendo que Guedes é “Tigrão com aposentados, TCHUTCHUCA com os banqueiros!!”

Enoch Furtando dá a letra: “Enquanto o mantra dos antipetistas PRIVATISTAS que vivem de RENDAS sem trabalhar insuflam seu ÓDIO dizendo que Lula é igual ao Bolsonaro o… #GuedesRoubaOBrasil”

Marlene Moreira ficou na dúvida de quem é pior, Bolsonaro ou Guedes?

Jackie Vallejo postou uma ilustração certeira, que tomamos emprestada para enfeitar essa postagem. Ela ainda lembrou que: “Ao ser perguntando se o Correios seria privatizado, o ministro reforçou a posição de que pretende privatizar a empresa. “Está na lista seguramente, só não vou falar quando [será a privatização]. Eu gostaria de privatizar todas as estatais”, disse o ministro.”

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MPF pede afastamento do ministro do Meio Ambiente, mas Paulo Guedes pode continuar passando a “boiada” na pandemia

Os 12 procuradores que assinam a ação de improbidade administrativa contra ministro Ricardo Salles querem “fechar a porteira” no Ministério do Meio Ambiente, mas, pelo visto, pretendem deixar a escancarada a do Ministério da Economia para que Paulo Guedes “passe a boiada” em plena pandemia de coronavírus.

Numa ação que tramita na 8ª Vara da Justiça Federal de Brasília, o MPF acusa Salles de “desestruturação dolosa das estruturas de proteção ao meio ambiente”.

Os bravos procuradores do MPF citam como ponto de partida a reunião ministerial do dia 22 de abril deste ano, no Palácio do Planalto. No encontro, o ministro falou em “passar a boiada”, qual seja, aproveitar o período da pandemia do coronavírus para mudar atos e normas relacionados ao meio ambiente para, em português claro, facilitar a devastação de reservas florestais.

Os mesmos ínclitos membros do Ministério Público Federal não ficaram chocados com a “boiada passada” no último dia 24 de junho, no Senado, que obriga a privatização da água –um tema correlato com meio ambiente e economia.

Paulo Guedes, celebrado “Posto Ipiranga” do governo de Jair Bolsonaro, à luz do dia, tem anunciado que passará a “boiada das privatizações” de empresas e bens da União em plena pandemia da Covid-19. Ele planeja levantar até R$ 2 trilhões para repassar a bancos e especuladores a título de pagamento de juros e amortizações de dívida pública. Nada para o combate do vírus, que apenas é usado para abrir as porteiras.

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro elogiou o reinício da liquidação de ativos públicos pelo ministro Paulo Guedes.

“Edifício “A Noite” será leiloado, em evento virtual que ocorrerá em agosto ou setembro. Localizado no RJ, é avaliado em cerca de R$ 90 milhões. Mais uma rodada das inúmeras ações de enxugamento dos gastos públicos e desperdício de dinheiro do pagador de impostos”, escreveu o presidente, que mesmo com suspeita de estar infectado pelo Covid-19 não diminuiu seu ímpeto lesa-patrimônio.

O Ministério Público Federal pediu o afastamento do ministro do Meio Ambiente, mas Paulo Guedes pode continuar passando a “boiada” na pandemia de coronavírus.

Caros procuradores do MPF, o cidadão médio brasileiro, na sua faculdade mental plena, seria bastante prudente e não venderia [ou compraria] um patrimônio estratégico –o bem da vida—num momento tão conturbado como este da pandemia. Fumus boni juris.

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Bolsonaro sanciona redução de salário e jornada, antes de anunciar que tem sintomas de Covid-19

Publicado em 6 julho, 2020

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) novamente deu um nó no noticiário ao sancionar a Medida Provisória 936, que permite reduzir jornada e salário durante a pandemia, antes de anunciar que está com sintomas da Covid-19.

Evidentemente que a saúde do presidente da República “roubou” a cena nesta segunda-feira (6), embora a redução salarial e de jornada irão atingir alguns milhões de trabalhadores brasileiros. Nas redes sociais, há torcidas a favor do vírus e de Bolsonaro. Refletem a divisão do País.

A MP 936, na essência, coloca a conta da pandemia nas costas dos mais vulneráveis, enquanto o governo federal segue drenando dinheiro público para bancos e especuladores.

“Sancionada hoje a Lei que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (MP-936). Todos os benefícios serão custeados com recursos da União, operacionalizado e pago pelo @MinEconomia diretamente ao empregado”, tuitou o presidente Bolsonaro, antes de anunciar que pode estar com a Covid-19.

A MP 936 originalmente seria para “preservar” empregos, no entanto, o texto permite a precarização e a suspensão dos contratos de trabalho sem a presença do sindicato.

O trabalhador se ferrou mais uma vez hoje, mas, nos jornalões, o assunto principal será a infecção de Jair Bolsonaro.