FMI prevê tombo de 9,1% na economia Brasileira, quase o dobro da média mundial

O Fundo Monetário Internacional prevê um tombo de 9,1% na economia do Brasil neste ano. A informação consta do relatório World Economic Outlook (Panorama Econômico Mundial).

O Brasil ficará muito abaixo da média mundial cuja previsão de queda na economia é de 4,9%; também segundo o FMI

No relatório anterior do Fundo, em abril, a previsão de queda da economia brasileira era menor. Brasil sofreria uma redução do PIB de 5,3% em 2020. A situação parecia melhor ainda em janeiro, quando a projeção era de crescimento de 2,2%.

Segundo FMI, o mundo vive sua pior recessão desde o início do século passado.

Confira o gráfico do panorama de projeção do crescimento econômico mundial: 

O gráfico traz o crescimento de 2019 e as projeções de 2020 e 2021.

O relatório do FMI é mais uma prova de que a pandemia está encobrindo a incompetência de Paulo Guedes e do governo Bolsonaro em colocar o Brasil no rumo do crescimento.

O relatório completo pode ser acessado aqui (em inglês).

Com informações do Sputnik Brasil e do FMI. 

‘Meu Deus! Agora a praga dos gafanhotos! O que vem depois?’, pergunta Requião

O ex-senador Roberto Requião (MDB-PR), presidente da Frente Ampla pela Soberania Nacional, se diz chocado com a chuva de gafanhotos chegando ao Brasil.

Pelo Twitter, o emebebista se manifestou: “Meu Deus! Agora a praga dos gafanhotos!”, escreveu. “O que vem depois?”

A pergunta de Requião, por óbvio, tem um nexo político. Ele acredita que sob o governo Jair Bolsonaro (sem partido), os brasileiros estejam testemunhando uma espécie de “Dez Pragas do Egito” infligidas ao presidente da República para convencê-lo a abandonar “Mamom” [dinheiro em hebraico] e parar com os maus tratos ao povo.

“Só o trabalho produz riqueza”, disse.

Em uma entrevista à revista CartaCapital, o ex-senador defendeu a mobilização popular pelo impeachment de Bolsonaro. Segundo ele, essa é uma das saídas para que o pecador e os pecados sejam redimidos perante Deus.

Sobre a possibilidade de uma frente para contrapor-se a Bolsonaro, Requião deixou claro que não assina embaixo de “frente democrática” que não questione a exploração do trabalho. O ex-parlamentar quer uma união política que liberte os trabalhadores da maldição neoliberal, uma das pragas da atualidade que acomete Bolsonaro.

Assista ao vídeo da entrevista de Requião com Mino Carta, da revista CartaCapital:

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Aqui você pode rever o vídeo da invasão de gafanhotos: