#BolsonaroVirus derruba bolsa em 14,78% no dia que dólar chegou a R$ 5

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O fenômeno do #BolsonaroVirus –a combinação de Bolsonaro com o coronavírus– dinamitou a resistência da bolsa de valores nesta quinta-feira (12), que caiu 14,78%, depois de se rastejar com queda de 18%.

A B3/Ibovespa registrou 72.582,53 pontos no fechamento e, ao final do pregão de hoje, escapou do terceiro circuit breaker do dia por muito pouco.

Já o Dólar fechou a R$ 4,78, após bater R$ 5 — a maior cotação desde a criação do Plano Real em 1994 (há 26 anos).

O cenário seria cômico, se não fosse trágico para economia dos pequenos poupadores que veem suas reservas irem embora. As perdas na bolsa, só neste início de ano, podem ter ultrapassado os R$ 2 trilhões. Trata-se de outro recorde: o maior confisco desde Collor de Mello, em 1991.

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Dito isto, o #BolsonaroVirus ganhou ares de novela mexicana ao dar positivo o coronavírus no secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten, que esteve em contato com o presidente Jair Bolsonaro e o colega americano Donald Trump.

Você acha que já acabou, caro leitor? Que nada. Um assessor do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recém-chegado da Europa, também estaria com coronavírus.

O vírus, oportunista, aproveitou a baixa imunidade da economia brasileira devido às políticas neoliberais de desinvestimento de Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes.

Se realmente estiverem contaminados pelo coronavírus, desejamos que eles se recuperem prontamente. No entanto, para o bem do Brasil, eles têm que sair fora do governo já!