CUT lança “Na Pressão” para barrar reformas no Congresso e no Judiciário; conheça a plataforma

A Central Única dos Trabalhadores — a CUT — mudou a tática para barrar as reformas trabalhista e previdenciária, chutar a bunda de Temer e convocar diretas já: pressionar os congressistas e integrantes do judiciário.

Com a intenção de pressionar executivo, parlamentares e judiciário, além de esclarecer setores da mídia, a CUT lançou nesta quinta-feira (22) a plataforma “Na Pressão” cujo endereço na internet é “napressao.org.br”.

O secretário de Comunicação da CUT Brasil, Roni Barbosa, reforçou que o instrumento está aberto a qualquer organização que deseje defender a democracia.

“A plataforma é construída pela CUT, mas não é feita apenas para nós e nossa base. Qualquer entidade que queira cobrar as autoridades e fazer uma campanha em defesa dos direitos trabalhistas e sociais pode entrar conosco para promovermos juntos essa luta”, explicou o secretário.

De acordo com a central, por meio de e-mail, telefone e das redes sociais será possível enviar mensagens e participar de campanhas cadastras no site. Já estão no ar as mobilizações de combate às reformas trabalhista e previdenciária e de defesa das diretas já!

“NA PRESSÃO é uma ferramenta de mobilização, via internet. Ela oferece um jeito prático de pressionar – por e-mail, telefone ou redes sociais – autoridades e representantes de qualquer instância do Executivo, no Legislativo ou no Judiciário”, explica a CUT.

“As nossas ações no local de votação e de trabalho se faz muito mais eficaz do que a ida a Brasília onde sequer temos acesso aos deputados e senadores, enclausurados em seus gabinetes. Todas as vezes que conversamos com eles, dizem que o que os deixam com medo é justamente a pressão nas bases, então, a ideia é justamente furar o bloqueio e mostrar a indignação dessas bases”, relatou Vagner Freitas, presidente da central sindical.

É bom que fique claro ao amigo navegante que a “pressão” não ficará apenas no mundo virtual. Pelo contrário. A primeira prova de que as ruas serão fundamentais nesse processo ocorrerá na Greve Geral de 30 de junho. Após esse movimento, as entidades farão um cerco aos congressistas em suas respectivas bases eleitorais nos estados e municípios.

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