Por Esmael Morais

Cunha cogita renunciar e fazer delação ‘para salvar mulher e filha’

Publicado em 14/06/2016

Nas últimas 48 horas, vieram à tona essa intenção de megadelação de Cunha. Ele já teria avisado que, se cair, levará 150 deputados, um senador, outro ministro e o próprio interino Michel Temer (PMDB).

O presidente da CCJ é seu aliado Osmar Serraglio (PMDB-PR).

Em abril, um dia depois da votação do impeachment de Dilma na Câmara, o parlamentar paranaense defendeu “anistia” para Cunha. Após a declaração de fidelidade, Serraglio “virou” presidente da poderosa CCJ.

“Eduardo Cunha exerceu um papel fundamental para aprovarmos o impeachment da presidente. Merece ser anistiado”, declarou na época.

Outrora imbatível, Eduardo Cunha passou de caçador a caça. Nesse momento pré-degola, somem os amigos. O primeiro a virar-lhe as costas foi o Palácio do Planalto.