Prefeito Gustavo Fruet também “afrouxou a tanga” para a máfia do ICI

Prefeitura de Curitiba decide permanecer “refém” de máfias de antanho; relações promíscuas entre a administração Gustavo Fruet (PDT), ICI e máfia do transporte, fatalmente, serão o recheio nos debates eleitorais de 2016; além de aportes de recursos públicos para esses dois setores com cacoetes de máfia, tem a pior parte nessa diabólica trama: vem aí mais um reajuste para os usuários dos ônibus.

Prefeitura de Curitiba decide permanecer “refém” de máfias de antanho; relações promíscuas entre a administração Gustavo Fruet (PDT), ICI e máfia do transporte, fatalmente, serão o recheio nos debates eleitorais de 2016; além de aportes de recursos públicos para esses dois setores com cacoetes de máfia, tem a pior parte nessa diabólica trama: vem aí mais um reajuste para os usuários dos ônibus.

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), esperou o início das festas de fim de ano para renovar o milionário – e não menos polêmico – contrato com o Instituto Curitiba de Informática (ICI), organização social responsável pela manutenção de diversos serviços de tecnologia de informação e comunicação da administração municipal.

Na campanha de 2012, quando ainda era candidato, Fruet propunha abrir a caixa preta do ICI. Agora, no entanto, mudou de ideia ao renovar o contrato com órgão privado pela bagatela de R$ 8,5 milhões.

Portanto, a Prefeitura de Curitiba continua refém da “máfia da informática”, ou seja, os curitibanos dependem e confiam seus dados pessoais a um grupo que sistematicamente faz chantagens ao poder público municipal.

Não foi só do ICI que a gestão Gustavo Fruet renovou laços de amizade.

A máfia do transporte coletivo também vai bem, obrigado. Segundo a Paraná Pesquisas, é a área pior avaliada com 65% de reprovação.

Nos últimos dois meses, a Prefeitura de Curitiba realizou dois aportes financeiros via Urbs – órgão que gerencia o sistema de transporte na capital – para as empresas concessionárias pagarem férias e 13º salário de motoristas e cobradores sob pena delas realizarem “locaute”.

O primeiro adiantamento da Urbs para a máfia dos ônibus foi de R$ 5 milhões e, na surdinha, houve outra transferência de R$ 8 milhões triangulada pela Câmara Municipal de Curitiba, que devolveu orçamento “carimbado” para “socorrer” essas  concessionárias.

O diabo é que esse dinheiro da Urbs, portanto público, que irrigou o caixa das empresas do transporte coletivo fez falta para os 1,5 mil trabalhadores na própria Urbs. Na véspera de Natal, em ato de desespero, eles chegaram a bloquear o tráfego de ônibus que saiam de Curitiba para o interior.

E o pior de tudo isso: vem aí, no período do Carnaval, mais um reajuste na tarifa do ônibus.

Essas relações promíscuas entre a administração Gustavo Fruet, ICI e máfia do transporte, fatalmente, serão o recheio nos debates eleitorais de 2016.

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