Em nota da Copel, governo Richa contesta senador Requião

"Os salários dos diretores são do mesmo patamar praticado no governo anterior, desconsiderando a correção da inflação, e são muito inferiores a R$ 80 mil", diz um trecho da nota oficial da Copel, em resposta ao senador Roberto Requião, que nesta quinta (10) prometeu revisar supersalários e os tarifaços do governador Beto Richa, além de demitir diretores da estatal de energia.

“Os salários dos diretores são do mesmo patamar praticado no governo anterior, desconsiderando a correção da inflação, e são muito inferiores a R$ 80 mil”, diz um trecho da nota oficial da Copel, em resposta ao senador Roberto Requião, que nesta quinta (10) prometeu revisar supersalários e os tarifaços do governador Beto Richa, além de demitir diretores da estatal de energia.

O governo Beto Richa (PSDB) se defende como pode de ataques dos adversários. Nesta quinta (10), através da Copel, o tucano emitiu nota rebatendo as acusações do senador Roberto Requião (PMDB) acerca de contratos, dos supersalários e farra na criação de diretorias na estatal de energia (clique aqui).

O peemedebista prometeu se eleito revisar acordos e tarifaços praticados por Richa, bem como demitir diretores da empresa com salários que, segundo o parlamentar, passam de R$ 80 mil por mês.

“Os salários dos diretores são do mesmo patamar praticado no governo anterior, desconsiderando a correção da inflação, e são muito inferiores a R$ 80 mil”, diz um trecho da nota.

Leia na íntegra a resposta da energética:

Em relação à s informações divulgadas pelo candidato Roberto Requião, a Copel esclarece:

– O número de diretores da empresa atualmente é de 10, dois a mais que os oito diretores do governo anterior, pois foram criadas duas novas subsidiárias: Copel Renováveis e Copel Participações. Os salários dos diretores são do mesmo patamar praticado no governo anterior, desconsiderando a correção da inflação, e são muito inferiores a R$ 80 mil.

– A participação da Copel em empreendimentos fora do Paraná, não apenas em eólicas mas também em hidrelétricas e sistemas de transmissão, ocorre de forma totalmente legal e com viabilidade econômica, fruto de vitórias em leilões do Governo Federal ou aquisições aprovadas pela Aneel. São empreendimentos que visam a aumentar a receita da empresa e fortalecer a Copel, garantindo mais dividendos ao Estado do Paraná, acionista majoritário da Companhia.

– Em seus leilões de energia, feitos por meio de editais públicos, a Copel Geração vende a diversas geradoras e comercializadoras de energia de todo o Brasil. No último leilão de energia feito pela Copel Geração, por meio de edital público, em outubro de 2013, a energia oferecida pela empresa foi comprada pela Tradener e mais seis outras empresas:

Safira, Norske, EDP, Comerc, Bio Energias e Bolt, pelo preço do mercado naquele momento. Em dezembro do mesmo ano, o Governo Federal fez um leilão para oferecer energia à s distribuidoras do País. As geradoras e comercializadoras, como a Copel Geração, colocaram energia à  venda neste leilão, que tem o preço teto definido pelo Governo Federal. Conforme a legislação permite, as empresas que compraram energia no leilão da Copel Geração de outubro puderam oferecer esta mesma energia no leilão para as distribuidoras, o que ocorreu com Tradener e EDP. Uma das compradoras foi a Copel Distribuição, que precisava contratar energia mas não pode comprá-la diretamente da Copel Geração. à‰ assim que funciona o setor elétrico, a energia não é vendida diretamente, mas por meio de leilões, regulados por edital público.

– A Copel afirma que todos os seus contratos são legais e visam ao crescimento e a sustentabilidade financeira da empresa.

Companhia Paranaense de Energia

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