Falta alfafa na Assembleia Legislativa do PR

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O presidente da Assembleia Legislativa e do PSDB do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), nesta sexta (27), novamente, põe a culpa no PT pelos calotes e pela resolução desumana do governador Beto Richa (PSDB) contra os educadores.

Tonto é quem acredita nessa conversinha de Traiano, pois no final do ano passado o marqueteiro Mário Rosa revelou como orientou Beto Richa a colocar culpa no PT pelo fiasco de governo no Paraná.

Até o mais néscio comedor de alfafa sabe que o PT não tem força eleitoral nem social como dantes, portanto os tucanos travam mais uma etapa de uma guerra ideológica (falsa representação da verdade) visando desmobilizar o magistério paranaense.

Aliás, seria oportuno o presidente da Assembleia explicar aquela bronca da Operação Quadro Negro que, segundo o Ministério Público, deputados desviaram R$ 50 milhões destinados à construção de escolas. É uma parte do dinheiro que está faltando na educação do estado.

Quanto às maldades contra a educação, Beto Richa baixou a resolução 113/2017 que reduz a hora-atividade de 33% para 25%, o que representa 7 mil vagas de professores a menos na educação básica; a medida do tucano também proíbe a atribuição de aula extraordinária a educadores pegaram licença médica no ano de 2015.

Abaixo o que escreveu Ademar Traiano nas redes sociais:

“Manchete da Gazeta do Povo desta sexta-feira: “Professores se sustentam como maior foco de oposição a Richa”. Não é função dos professores, ou de seu Sindicato, fazer oposição política ao governo. A atuação que se espera dos sindicatos é a defesa dos interesses legítimos da categoria. Mas fazer oposição, por conta de notórias conexões políticas da APP com o PT, é o que acontece no Paraná, como constata a Gazeta. Por isso professores vivem fazendo greves, conflitos e ocupações. Prejudicam os alunos, os pais e a educação.”

Acerca da Operação Quadro Negro

A Quadro Negro investiga roubo de R$ 50 milhões que seriam destinados à construção e reformas de escolas, mas, de acordo com o MP, as obras nunca saíram do papel e os recursos públicos abasteceram campanhas de reeleição do governador Beto Richa e de deputados aliados na Assembleia Legislativa.

A ação principal da Quadro Negro teve a competência deslocada da Justiça Estadual para a Justiça Federal do Paraná, haja vista que a roubalheira também atingiu os cofres da União.

O Blog do Esmael registrou em primeira mão, há quase dois anos, o escândalo e a consequente queda da cúpula da Educação do Paraná.

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