Brasil que não auxilia: Governo Bolsonaro abandonou quem precisa de ajuda na pandemia

Brasil que não auxilia: Governo Bolsonaro abandonou quem precisa de ajuda na pandemia

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Segundo o Ministério da Cidadania, 3 de cada 4 beneficiários ficam sem ajuda do governo Bolsonaro por meio do programa Auxílio Brasil

O Brasil que não auxilia deixou cerca de 27 milhões de famílias sem ajuda do governo, fora do novo programa de transferência de renda, segundo dados do Ministério da Cidadania divulgados divulgados na terça-feira (11/01).

As informações mais conservadoras aponta que houve abandono pelo governo de famílias que precisam de ajuda na pandemia. Um horror, que mostra um presidente desalmado e sem coração, que prefere a especulação dos bancos a destinar parte do orçamento para a população mais vulnerável e com insegurança alimentar.

De acordo com o Ministério da Cidadania, 44,6 milhões famílias receberam o auxílio emergencial ou o Bolsa Família durante a maior parte de 2021. Agora, no Auxílio Brasil, apenas 17,6 milhões famílias recebem benefício médio de R$ 409 por mês.

O governo cortou ajuda na pandemia para até 90% da população vulnerável em alguns municípios. Os cortes atingiram, por exemplo:

  • Goianira (GO)
  • Florianópolis (SC)
  • Cuiabá (MT)
  • Goiânia (GO)
  • Curitiba (PR)
  • Belo Horizonte (BH)
  • Brasília (DF)
  • Nova Serrana (MG)

A quantidade de famílias ajudadas pelo governo diminuiu embora, de janeiro a novembro de 2021, mais de 1,9 milhão de famílias entraram nas faixas de pobreza e extrema pobreza do Cadastro Único (que reúne o público que pode se enquadrar em programas sociais).

O governo Bolsonaro deixou de ajudar as famílias na pandemia visando o pagamento de juros e amortizações da dívida interna pública, cujo valor principal nunca foi auditado e nem se sabe a origem desse passivo. Os principais beneficiários são os banqueiros e especuladores, donos dos veículos de imprensa da velha mídia corporativa.

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Em 2022, além de eleger o próximo presidente da República, os brasileiros também irão definir com quem os orçamentos da União e dos estados ficarão: ou com os ricos, tal qual ocorre hoje, ou com os pobres e vulneráveis.