Bruno Covas é a reedição do “Picolé de Chuchu” em São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), deu provas na noite desta segunda-feira (23) que não merece continuar no cargo. Ele mostrou-se inseguro e despreparado na sabatina do Roda Viva.

Covas lembrou bastante ontem o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), pela pronúncia monossilábica das palavras, pois tinha medo de sair do script do ensaio e errar. O prefeito parecia uma reedição do “Picolé de Chuchu”.

Alckmin ficou no governo paulista por 14 anos e seu estilo “insosso” não impediu que o tucano tivesse de explicar vários esquemas de corrupção durante suas gestões (2001–2003, 2003–2006, 2011–2015 e 2015-2018).

O apelido “Picolé de Chuchu” cunhado pelo colunista José Simão durante as eleições de 2002 para o governo de São Paulo.

Bruno Covas é a reedição do “Picolé de Chuchu” em São Paulo. O problema é que reedição sempre é uma versão piorada do original.

Na entrevista do Roda Viva, o prefeito tucano teve de explicar a suposta violência de seu vice, Ricardo Nunes (MDB), contra a mulher, e por que não fez diversas promessas renovadas agora nesta campanha de segundo turno.

Por outro lado, o candidato do PSOL Guilherme Boulos mostrou mais segurança e se apoiou bastante na experiência de sua vice –a ex-presidente Luiza Erundina (PSOL).

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