Michelle Bolsonaro lamenta morte da avó e rebate acusação de parente

A primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou nota em que lamenta a morte da avó materna, Maria Aparecida Firmo Ferreira, que faleceu na quarta-feira (12) vítima de Covid-19.

“A primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu com pesar a notícia sobre o falecimento da avó. Ela sente e afirma que é um momento de tristeza e dor para toda a família”, diz o comunicado da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

A nota acrescenta que Michelle “permanece recolhida em casa em tratamento contra o novo coronavírus e espera que o momento de luto seja respeitado, acima de quaisquer questões pessoais e familiares”.

A nota da primeira-dama também rebate as críticas de parentes. “A senhora Michelle Bolsonaro lamenta que alguns parentes tratem certos momentos tão pessoais com oportunismo em desrespeito ao sofrimento de todos”, diz o texto.

Veja a nota na íntegra de Michelle Bolsonaro:

“A primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu com pesar a notícia sobre o falecimento da avó. Ela sente e afirma que é um momento de tristeza e dor para toda a família.

A senhora Michelle Bolsonaro lamenta que alguns parentes tratem certos momentos tão pessoais com oportunismo em desrespeito ao sofrimento de todos.

A primeira-dama permanece recolhida em casa em tratamento contra o novo Coronavírus e espera que o momento de luto seja respeitado, acima de quaisquer questões pessoais e familiares”.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reafirmaram nesta quarta-feira (12) o compromisso do Legislativo e do Executivo com a manutenção do teto de gastos e a responsabilidade fiscal. O encontro que reuniu os três chefes dos dois Poderes ocorreu no Palácio do Alvorada.

A manutenção do teto de gastos e a austeridade são sinônimos de redução salarial dos servidores e mais recessão econômica, combinadas com desemprego e retirada de direitos dos trabalhadores. Enfim, houve uma união para ferrar ainda mais a sociedade brasileiras.

Dito isso, Maia destacou que o encontro é um compromisso com o futuro do País com o apoio ao teto de gastos e a regulamentação dos gatilhos fiscais por meio da votação de propostas de emenda à Constituição que tramitam no Senado. Maia quer avançar na tramitação do conjunto de propostas do Plano Mais Brasil – PEC Emergencial (186/19), PEC dos Fundos Públicos (187/19) e PEC do Pacto Federativo (188/19), que tramitam no Senado, bem como a PEC 438/18, que cria gatilhos para conter as despesas públicas e preservar a regra de ouro. A proposta inclui 20 medidas para conter despesas e 11 para gerar receitas, que devem ser acionadas quando houver um nível crítico de desequilíbrio entre gastos públicos e arrecadação tributária.

“Acho que reafirmando o teto, e com a regulamentação dos seus gatilhos, vamos dar melhores condições de administrar o orçamento. E com a reforma administrativa para melhorar a qualidade do gasto público e do serviço público. Reafirmo meu apoio a esses temas”, afirmou Maia.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a reunião foi para buscar soluções para destravar a economia e reafirmar o respeito à política que limita gastos públicos. O encontro ocorreu um dia após o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticar integrantes do governo que defendem “furar” o teto para permitir a reeleição de Bolsonaro, em meio à saída de dois secretários de sua equipe. “Queremos a responsabilidade fiscal e o Brasil tem que como, realmente, ser um dos países que melhor reagirá a crise”, afirmou.

O senador Davi Alcolumbre disse que a reunião permitiu o “nivelamento das informações econômicas” do País para construir uma agenda de retomada no pós-pandemia. “Há essa compreensão dessa interação positiva do Parlamento com o Executivo. E a agenda do governo tem sido tratada com responsabilidade”, disse Alcolumbre.

Na prática, os presidentes do Senado e Câmara, bem como Bolsonaro, foram enquadrados pela TV Globo. Na madrugada de hoje, a emissora dos Marinho fez uma ameaça explícita no Jornal da Globo: ‘ou privatiza tudo ou todos estão fora!‘

Como diz o ditado, manda quem pode, obedece quem tem juízo…