Regina Duarte ‘fumou algo estragado’ antes do chilique na entrevista da CNN Brasil? Assista

A atriz Regina Duarte, secretária nacional da Cultura, teve um chilique ao vivo durante uma entrevista na CNN Brasil. Ele era entrevistada pelo repórter Daniel Adjuto, em Brasília, quando surtou com um vídeo da colega Maitê Proença.

“Que baixaria! Não estava combinado!”, protestou a secretária, após ser contrariada com perguntas sobre sua demissão e a política cultural da pasta.

Antes de abandonar a entrevista, Regina Duarte protagonizou um dos maiores fiasco da TV brasileira ao cantarolar o hino da ditadura militar [Pra frente Brasil]. Segundo a secretária, torturas e mortes foram normais durante o período. “Mortes convivem com a vida”, minimizou.

Maitê Proença cobrava da secretária atitudes em apoio à categoria, palavras e gestos pelos que se foram recentemente.

Ao abandonar a entrevista da CNN, ao vivo, a atriz Regina Duarte ganha mais alguns pontos com a Rede Globo –sua casa por mais de 50 anos.

A pergunta é: Regina Duarte fumou algo estragado antes de entrar ao vivo na CNN Brasil?

Veja como foi a fuga de Regina Duarte e responda à pergunta:

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Bolsonaro e Guedes marcham ao STF com empresários para pressionar pela reabertura da economia

O presidente Bolsonaro, o ministro Paulo Guede e um grupo de empresários marcharam pela Praça dos Três Poderes e foram ao Supremo Tribunal Federal pressionar o ministro Dias Toffoli pela reabertura da economia com o fim do isolamento social.

Como já aconteceu em outros eventos com Bolsonaro, a marcha criou aglomero e expôs muitas pessoas ao risco de contaminação pelo Coronavírus. O encontro foi marcado de última hora e não estava previsto na agenda do presidente do tribunal.

Bolsonaro disse que assinará um decreto para ampliar a quantidade de atividades essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus.

Participaram do encontro empresários e ministros, entre os quais Walter Souza Braga Netto (Casa Civil), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Paulo Guedes (Economia). Segundo Guedes, foi uma “visita de cortesia”.

Parlamentares também acompanharam o encontro, entre os quais o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente da República, e o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ).

Na reunião, as falas do presidente, do ministro Guedes e dos empresários foram no sentido de reclamar do isolamento social, da situação econômica e dos prejuízos dos empresários.

Em nenhum momento se falou em número de mortes, situações dos hospitais, fome, direitos dos trabalhadores, etc.

A ideia era acuar Toffolli para devolver a Bolsonaro o poder de decidir sobre a abertura da economia e o fim do isolamento social. O ministro do STF propôs a crianção de uma gabinete de crise, com a União, Estados e Municípios, para debater a reabertura da economia.

Bolsonaro quis emparedar o STF e acabou tomando uma lição sobre como governar; assista

A marcha da comitiva presidencial ao Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (7) acabou de forma constrangedora para o presidente Bolsonaro. Ele quis emparedar o Supremo para retomar o poder e romper o isolamento social na pandemia e saiu com uma lição prática sobre como governar.

Após ouvir as reclamações do presidente, do ministro Guedes e dos empresários que choram seus prejuízos e temem que as exportações aumentem com o fim da pandemia, Toffoli respondeu de maneira tranquila aquilo de deveria ser óbvio. Para reabrir a economia e planejar a saída do isolamento social, é preciso que o governo federal estabeleça um diálogo com os governos estaduais e municipais.

Ou seja, governar não é somente dar ordens como quer Bolsonaro. É preciso diálogo.

As sugestões de Toffoli foram simples e claras. A principal delas foi a criação de um gabinete de crise com a participação do governo federal, dos governos estaduais, com a área da saúde, com os trabalhadores e empresários. O Legislativo e o Judiciário também deveriam participar.

Sem o entendimento de todos os envolvidos, qualquer solução é vazia.