Por Esmael Morais

Supremo sangra com prolongamento de prisão política de Lula

Publicado em 12/08/2019

lula_stfA indefinição do STF sobre o julgamento do pedido de falta de imparcialidade de Sérgio Moro, feito por Lula, faz a corte sangrar dia após dia.

O escândalo da #VazaJato reverberado pelo site Intercept mostra que a República de Curitiba tem potencial para puxar para a lama o conjunto do judiciário.

À medida que o tempo passa mais atores da corte suprema aparecem no imbróglio, que teve início em 9 de junho, cujo final é uma incógnita.

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Lula preso político faz o Supremo sangrar em praça pública com repercussão internacional. A prisão do maior líder de massas do mundo é um passivo para o judiciário e um dano para a imagem do Brasil.

Por incrível que possa parecer, o tempo [esse bem precioso e escasso] agora começou a pender favoravelmente ao ex-presidente. Tanto é que Lula se recusa progredir para o regime semiaberto ou aberto. Ele quer o reconhecimento da nulidade da sentença de Moro porque isso lhe garantiria a habilitação para disputar 2022.

Lula está preso há quase 500 dias na Polícia Federal de Curitiba. Ele foi condenado por Moro num processo sem provas. Também houve conluio entre o julgador (juiz) com o acusador (força-tarefa Lava Jato) com o intuito de tornar a defesa impossível, o que viola a Constituição. Essa ilegalidade gera nulidade absoluta da sentença penal.