Por Esmael Morais

Grupo de Lima quer mandar na Venezuela e “exige” a saída de Maduro

O Grupo de Lima divulgou uma nota no encerramento de reunião hoje (16), em Santiago do Chile. A nota diz que a Venezuela vive “uma crise humanitária, política, econômica e moral, gerada pelo regime ilegítimo e ditatorial de Nicolás Maduro, que constitui uma ameaça para a paz e a segurança internacionais”. O documento pede ao Secretário-Geral das Nações

Publicado em 15/04/2019

O Grupo de Lima divulgou uma nota no encerramento de reunião hoje (16), em Santiago do Chile. A nota diz que a Venezuela vive “uma crise humanitária, política, econômica e moral, gerada pelo regime ilegítimo e ditatorial de Nicolás Maduro, que constitui uma ameaça para a paz e a segurança internacionais”.

O documento pede ao Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, e ao Conselho de Segurança para que tomem ações para evitar o progressivo deterioramento da paz e da segurança e prestem urgente “assistência humanitária” para a população venezuelana.

O Grupo de Lima “exige” a saída imediata de Maduro e reconhece Juan Guaidó como presidente do país.

Os representantes do grupo pediram ainda que a comunidade internacional, especialmente a China, Rússia, Cuba e Turquia, favoreçam o processo de transição.

O chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, participou da reunião.

Chega a ser patético que países da América do Sul atuem como representantes dos interesses dos Estados Unidos contra a Venezuela.

Com informações da Agência Brasil.