Oposição define data para ‘intervenção militar’ dos EUA na Venezuela

Pela primeira vez na história da humanidade agendou-se publicamente uma ‘intervenção militar’. O inédito fato ocorreu na Venezuela, onde a oposição ao presidente Nicólas Maduro marcou data para o início da intervenção dos Estados Unidos sob a rubrica de “ajuda humanitária”.

O líder oposicionista Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da Venezuela, conclamou a população a sair às ruas no próximo sábado (23) para apoiar a entrada de “ajuda humanitária” dos Estados Unidos naquele país caribenho.

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“Não será somente na fronteira onde estará o movimento voluntário (brigadas de colaboradores), em todas as cidades do país haverá manifestações em 23 de fevereiro para esperar a ajuda entrar”, garantiu hoje (16) Gauidó.

Curiosamente, os EUA costumam enviar “ajuda humanitária” e exportar apoio para “libertar” os povos. por meio de intervenção militar, somente a países que possuem riquezas naturais e reservas de petróleo. A Venezuela tem a maior reserva energética do mundo.

Juan Guaidó afirmou 600 mil pessoas inscreveram-se para participar na entrega da ajuda humanitária ao país no dia 23, data estipulada para a intervenção militar norte-americana na Venezuela.

De acordo com o oposicionista, alimentos e medicamentos enviados pelos Estados Unidos, em resposta ao apelo de Guaidó, foram armazenados em Cúcuta (Colômbia) desde 7 de fevereiro, mas a sua entrada foi bloqueada pelo governo em Caracas. Ele também disse que tem outros dois “centros de armazenamento” junto à fronteira com o Brasil.

Aliados de Maduro, China e Rússia se preparam para defender a integridade territorial da Venezuela numa eventual invasão militar disfarçada de ajuda humanitária. As forças armadas bolivarianas igualmente já estão de prontidão, aguardando para iniciar o combate.

Resumo da ópera: o k-suco promete ferver na semana que vem no país de Nicolás Maduro.

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