Por Esmael Morais

O mundo diz não a Bolsonaro e reitera perigo autoritário

Publicado em 26/10/2018

O k-suco ferve para Jair Bolsonaro (PSL) no Brasil e no mundo nas vésperas da eleição. Se nas pesquisas o ex-militar vê o adversário Fernando Haddad (PT) virando o jogo, no exterior amplifica-se a campanha #EleNão na imprensa.

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O jornal The New York Times, que não é nenhum “Pravda”, alerta que o Brasil flerta com um futuro sombrio; sim, o maior periódico do planeta vê o ‘Coiso’ como um retrocesso de proporções dantescas.

Já a revista conservadora britânica The Economist, a Bíblia do liberalismo, enxerga Bolsonaro como a mais nova ameaça civilizatória na América Latina.

O francês Le Figaro avisa que Brasil está nas garras da tentação autoritária do fascismo. A França sabe bem o que isso significa, pois foi invadida por Hitler na Segunda Guerra Mundial.

Na Itália, terra de Mussolini, a manchete do Corriere della Sera também aponta para o pesadelo chamado Bolsonaro.

Será que as torcidas de futebol, a imprensa mundial e o papa estão errados?

#EleNão.