20 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro é ameaça ao Brasil, diz capa da The Economist

Bolsonaro é ameaça ao Brasil, diz capa da The Economist

A revista britânica The Economist, na capa, registra que Jair Bolsonaro (PSL) é ‘ameaça ao Brasil e à América Latina’ se eleito presidente da República. ... 

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9 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em The Economist na torcida por Alckmin

The Economist na torcida por Alckmin

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), o Picolé de Chuchu, não pode reclamar da falta de torcida da mídia. Até o site britânico The Economist reverbera o “perigo” chamado Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições presidenciais de outubro. ... 

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7 de abril de 2017
por Esmael Morais
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Portugal prova que Temer tem que sair

O exemplo de Portugal reforça a tese de que Michel Temer (PMDB) faz uma gestão temerária, lesa-pátria, com o intuito de satisfazer a ganância de banqueiros. Ele é contra os trabalhadores e contra o Brasil, por isso precisa sair já “dali”. Leia mais

17 de abril de 2014
por Esmael Morais
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The Economist: brasileiro é improdutivo!, ataca revista estrangeira preferida dos tucanos

do Brasil 247Depois de criticar a política econômica da presidente Dilma Rousseff, pedir por mais de uma vez a cabeça do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e até desdenhar o leilão de Libra, do pré-sal, definindo o negócio como “barato”, a revista britânica The Economist passou dos limites. Em sua última edição impressa (leia aqui, em inglês), a publicação traz uma reportagem intitulada “The 50-year snooze” (50 anos de soneca, em português), uma alusão ao que interpreta como um estacionamento ou mesmo queda na produção por trabalhador brasileiro nas últimas cinco décadas.

O texto avalia que, após um breve período de aumento da produtividade entre 1960 e 1970, a produção não avançou mais no País. O fato estaria acontecendo, de acordo com a Economist, em contraste com o cenário internacional, onde países emergentes como Coreia do Sul, Chile e China registram tendência de melhora nesse quesito. A reportagem ouviu o empresário norte-americano Blake Watkings, dono do restaurante BOS BBQ em São Paulo. “No momento em que você aterrissa no Brasil você começa a perder tempo”, declarou Watkings.

“A produtividade do trabalho foi responsável por 40% do crescimento do PIB do Brasil entre 1990 e 2012 em comparação com 91% na China e 67% na àndia, de acordo com pesquisa da consultoria McKinsey. O restante veio da expansão da força de trabalho, como resultado da demografia favorável, formalização e baixo desemprego”, diz trecho da matéria, que traz uma série de fatores, na visão de economistas, para explicar o cenário.

O primeiro citado é o baixo investimento em infraestrutura. Outro problema são os indicadores de qualidade dos alunos brasileiros, que não crescem, apesar dos investimentos públicos em educação. A Economist cita ainda a legislação trabalhista !“ alguma empresas, segundo a revista, preferem contratar amigos e familiares menos capazes para evitar processos ou diminuir o risco de fraudes. O Leia mais

24 de março de 2014
por Esmael Morais
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‘The Economist’ embala oposição de Dilma no desgaste por Pasadena

do Brasil 247 Um artigo publicado no site da revista britânica The Economist neste domingo 23 embala o discurso da oposição brasileira no episódio de Pasadena. Revelações recentes sobre a compra da refinaria do Texas (Estados Unidos) pela Petrobras, negócio que é alvo de investigação por suspeita de superfaturamento, “atingem imagem de boa gestora” da presidente Dilma Rousseff, afirma o texto (leia aqui, em inglês).

“As revelações do ‘Estado’ (jornal O Estado de S. Paulo) e a resposta de Dilma Rousseff (sobre a compra de Pasadena) prejudicam sua pretensão de ser uma boa gestora. O mesmo acontece com o desempenho financeiro da Petrobras. O valor de mercado da empresa encolheu de mais de US$ 300 bilhões em 2008 para US$ 76 bilhões atualmente, em parte porque o governo tornou vender gasolina aos motoristas brasileiros em uma tentativa de conter a alta da inflação”, diz o artigo.

Segundo a Economist, “o mercado está cansado da interferência governamental na empresa que, na onda de más notícias, teve uma queda em suas ações”. A publicação cita os dados da última pesquisa Ibope, em que Dilma aparece com 47% doso votos contra 22% de seus adversários, juntos, mas bate pesado ao dizer que “a promessa de grande riqueza atrapalhada pelo mau gerenciamento e a interferência governamental é uma história que afeta a própria trajetória do Brasil”.

A análise publicada no site da revista é intitulada “Hard hat required”, ou em português “A necessidade de um capacete”, em uma referência à  peça que protegeria o governo das quedas em relação à  Petrobras. Crítica frequente da política econômica do Brasil, a revista já previu erradamente que a economia brasileira declinaria e pediu, sem sucesso e mais de uma vez, a cabeça do ministro da Fazenda, Guido Mantega (veja aqui).

CPI da Petrobras

Líderes da oposição na Câmara e no Senado se reúnem nesta terça-feira 25 para articular a estratégia de criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a compra de Pasadena pela Petrobras, em 2006. O negócio custou à  estatal US$ 1,18 bilhão, quase 30 vezes o valor pago pela empresa belga Astra para adquirir a mesma refinaria, um ano antes.

A reunião será realizada à s 15 horas, no gabinete do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Além do PSDB, líderes d Leia mais

26 de setembro de 2013
por Esmael Morais
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Economist ataca Brasil na hora de nova decolagem

do Brasil 247
No momento em que os principais indicadores da economia brasileira convergem para uma retomada do crescimento !“ alta de 20% nas projeções da CNI para o PIB, inflação estimada em 4,8% ao final do ano e, especialmente, índice de 5,3% de desemprego, o que tecnicamente mantém o Brasil no regime de pleno emprego -, a revista inglesa The Economist faz nova aposta na derrocada do modelo de desenvolvimento do País. Em outras palavras, quando a economia brasileira dá todas as mostras de superação da crise global, a publicação resgata sua irônica ladainha do retrocesso. O Brasil indo, a Economist voltando.

Usando, mais uma vez, a imagem do Cristo Redendor para representar o País, a mesma publicação que colocou o famoso monumento decolando como um foguete do morro do Corcovado, em 2011, agora completa sua obra, jogando de volta, num looping desastrado, o mesmo Cristo a poucos metros de espatifar-se em seu magnífico pedestal na natureza.

Pode-se achar graça da computação gráfica dos mordazes ingleses, mas, na verdade, além de estar errada do ponto de vista da tradução dos fatos econômicos obejtivos, aponta para um caso de esquizofrenia e dupla identidade. A The Economist que agride o Brasil é a mesma The Economist que adula que adula o Brasil.

Para seus leitores desta semana, na edição para a àsia e América Latina, a revista diz que corre-se o risco, aqui, de estragar tudo!.

Para os anunciantes e convidados do Brazil Summit 2013 (link abaixo), porém, o que a mesma The Economist oferece é a avaliação de que A ascensão do Brasil tem sido uma das maiores historias de sucesso econômico da última década, com níveis recordes de investimento estrangeiro, milhões de pessoas retiradas da pobreza e uma classe média em expansão que criou um novo mercado global!.

A reportagem desta semana da The Economist ainda não foi divulgada. Trata-se de uma matéria especial de 14 páginas sobre o País, com um diagnóstico que vai apontar para o desastre iminente.

Para o seminário que organiza com apoio de patrocinadores privados, a mesma The Economist que já apresenta o convite com um cenário bem mais otimista cobra 1,7 mil dólares pela presença. Irá ocorrer n o dia 24 de outubro, no hotel Grand Hyatt, em São Paulo entre 8h00 e 18h00. Já estão confirmadas as presenças de Joaquim Barbosa, presidente do STF, de Nizan Guanaes, do grupo ABC, do ex-presidente do BC Gustavo Franco, todos críticos do atual governo, e até mesmo do estrelado chef Alex Atalla, do restaurante D.O.M. Pelo governo, a única presença confirmada até agora entre os speakers é o presidente da Embrapa, Marco Antônio Lopes.

Pelo jeito, a The Economist vai fazer um summit! tão desequilibrado no debate dos fatos, projeções e ideias quanto aponta a capa da reportagem que está para sair. Será que, finalmente, então, as duas identidades da mesma publicação irão se juntar?

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