Suprema Corte dos Estados Unidos enfrenta crise de legitimidade; entenda o caso

► Americanos veem partidarismo da corte máxima e acusa o tribunal de funcionar com ‘patas de gato’ não eleito ► Tal qual ocorre no Brasil, temas moralistas têm puxado a credibilidade da Suprema Corte para o chão As boas notícias da Suprema Corte dos Estados Unidos geralmente chegam no final de junho, quando são divulgadas … Read more

New York Times e The Economist expõem as falcatruas da Lava Jato

Jornal americano volta a denunciar que Moro e procuradores de Curitiba “transformaram uma simples força-tarefa em uma entidade acima da lei” Revista inglesa deixa claro que Moro foi imparcial com o objetivo de tirar Lula das eleições de 2018 Governo Bolsonaro não tem compromisso com o combate à corrupção No começo de fevereiro, o New … Read more

The Economist vê democracia em perigo com Jair Bolsonaro

Na esteira da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que asseverou não ser possível as Forças Armadas interferirem como “moderadora” em outros Poderes da República, o jornal britânico The Economist faz perguntas desconcertantes acerca do futuro do Brasil: “Jair Bolsonaro ameaça a democracia brasileira? E o exército o apoiaria se ele … Read more

Bernie Sanders vai vencer primárias do Partido Democrata, diz pesquisa da The Economist

A revista britânica The Economist publicou uma pesquisa neste domingo (1º) apontando o senador Bernie Sanders, do estado de Vermont, como virtual vencedor das primárias do Partido Democrata. De acordo com a sondagem da Economist, Sanders tem 29% da preferência dos delegados; Michel Bloomberg tem 18%; Joe Biden soma 16%; e Pete Buttiegieg obteve 11%. … Read more

Bolsonaro pode cair, diz The Economist

A revista britânica “The Economist” — por favor, Bolsominions, não confundam com “The Comunist” — afirma que o presidente Jair Bolsonaro pode cair ao lembrar que dois de 4 mandatários brasileiros sofreram impeachment anteriormente. A publicação relata que estão surgindo evidências de que a família Bolsonaro está ligada a membros de um grupo criminoso de … Read more

O mundo diz não a Bolsonaro e reitera perigo autoritário

O k-suco ferve para Jair Bolsonaro (PSL) no Brasil e no mundo nas vésperas da eleição. Se nas pesquisas o ex-militar vê o adversário Fernando Haddad (PT) virando o jogo, no exterior amplifica-se a campanha #EleNão na imprensa. LEIA TAMBÉM Pânico é grande no comando da campanha de Bolsonaro depois do Datafolha O jornal The … Read more

Bolsonaro é ameaça ao Brasil, diz capa da The Economist

A revista britânica The Economist, na capa, registra que Jair Bolsonaro (PSL) é ‘ameaça ao Brasil e à América Latina’ se eleito presidente da República. De acordo com a publicação de perfil liberal, “o Brasil precisa de reformas urgentemente, mas Jair Bolsonaro faria uma presidência desastrosa”. Para a Economist, o ex-capitão do Exército à frente … Read more

The Economist na torcida por Alckmin

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), o Picolé de Chuchu, não pode reclamar da falta de torcida da mídia. Até o site britânico The Economist reverbera o “perigo” chamado Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições presidenciais de outubro. Na prática, Economist repete a tática de Veja, Estadão e Folha para forçar o voto útil no Picolé de … Read more

The Economist: brasileiro é improdutivo!, ataca revista estrangeira preferida dos tucanos

do Brasil 247

Depois de atacar a política econômica do governo Dilma Rousseff e pedir a cabeça do ministro Guido Mantega, revista britânica afirma que "trabalhadores brasileiros são gloriosamente improdutivos"; reportagem intitulada "50 anos de soneca", numa alusão ao fato de que, segundo a publicação, nas últimas cinco décadas a produtividade do trabalhador no País estacionou, ou até mesmo caiu, ao contrário de outros emergentes, traz a foto de um homem descansando em uma rede na praia; passou dos limites?
Depois de atacar a política econômica do governo Dilma Rousseff e pedir a cabeça do ministro Guido Mantega, revista britânica afirma que “trabalhadores brasileiros são gloriosamente improdutivos”; reportagem intitulada “50 anos de soneca”, numa alusão ao fato de que, segundo a publicação, nas últimas cinco décadas a produtividade do trabalhador no País estacionou, ou até mesmo caiu, ao contrário de outros emergentes, traz a foto de um homem descansando em uma rede na praia; passou dos limites?
Depois de criticar a política econômica da presidente Dilma Rousseff, pedir por mais de uma vez a cabeça do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e até desdenhar o leilão de Libra, do pré-sal, definindo o negócio como “barato”, a revista britânica The Economist passou dos limites. Em sua última edição impressa (leia aqui, em inglês), a publicação traz uma reportagem intitulada “The 50-year snooze” (50 anos de soneca, em português), uma alusão ao que interpreta como um estacionamento ou mesmo queda na produção por trabalhador brasileiro nas últimas cinco décadas.

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‘The Economist’ embala oposição de Dilma no desgaste por Pasadena

do Brasil 247

Revista britânica, crítica frequente da política econômica brasileira, afirma que revelações sobre a compra da refinaria americana pela Petrobras "atingem imagem de boa gestora" da presidente Dilma Rousseff; "a promessa de grande riqueza atrapalhada pelo mau gerenciamento e a interferência governamental é uma história que afeta a própria trajetória do Brasil", avalia ainda a reportagem, intitulada "A necessidade de um capacete"; revista já previu erradamente que a economia brasileira declinaria e pediu sem sucesso a cabeça do ministro Guido Mantega; oposição se reúne essa semana para discutir CPI.
Revista britânica, crítica frequente da política econômica brasileira, afirma que revelações sobre a compra da refinaria americana pela Petrobras “atingem imagem de boa gestora” da presidente Dilma Rousseff; “a promessa de grande riqueza atrapalhada pelo mau gerenciamento e a interferência governamental é uma história que afeta a própria trajetória do Brasil”, avalia ainda a reportagem, intitulada “A necessidade de um capacete”; revista já previu erradamente que a economia brasileira declinaria e pediu sem sucesso a cabeça do ministro Guido Mantega; oposição se reúne essa semana para discutir CPI.
Um artigo publicado no site da revista britânica The Economist neste domingo 23 embala o discurso da oposição brasileira no episódio de Pasadena. Revelações recentes sobre a compra da refinaria do Texas (Estados Unidos) pela Petrobras, negócio que é alvo de investigação por suspeita de superfaturamento, “atingem imagem de boa gestora” da presidente Dilma Rousseff, afirma o texto (leia aqui, em inglês).

“As revelações do ‘Estado’ (jornal O Estado de S. Paulo) e a resposta de Dilma Rousseff (sobre a compra de Pasadena) prejudicam sua pretensão de ser uma boa gestora. O mesmo acontece com o desempenho financeiro da Petrobras. O valor de mercado da empresa encolheu de mais de US$ 300 bilhões em 2008 para US$ 76 bilhões atualmente, em parte porque o governo tornou vender gasolina aos motoristas brasileiros em uma tentativa de conter a alta da inflação”, diz o artigo.

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Economist ataca Brasil na hora de nova decolagem

do Brasil 247

Revista inglesa aposta no desastre brasileiro no exato momento em que economia do País está voltando a crescer; capa que irá circular esta semana mostra Cristo Redentor em looping desastrado !“ "O Brasil estragou tudo?"; fatos econômicos, porém, mostram convergência de indicadores para cima, como PIB maior, menos inflação e regime de pleno emprego; The Economist, na verdade, mostra que tem duas caras; em seminário que promove em São Paulo a US$ 1,7 mil por adesão, revista pinta cenário em que País é apresentado como "uma das maiores histórias de sucesso da última década" (centro); em 2011, cravou que Brasil estava "decolando"; agora, em 14 páginas, vai jogar na desconstrução; Freud poderia explicar essa esquizofrênica dupla identidade?; ou falar mal do Brasil para os leitores e bem para os patrocinadores é apenas uma estratégia de marketing dirigida e irresponsável?
Revista inglesa aposta no desastre brasileiro no exato momento em que economia do País está voltando a crescer; capa que irá circular esta semana mostra Cristo Redentor em looping desastrado !“ “O Brasil estragou tudo?”; fatos econômicos, porém, mostram convergência de indicadores para cima, como PIB maior, menos inflação e regime de pleno emprego; The Economist, na verdade, mostra que tem duas caras; em seminário que promove em São Paulo a US$ 1,7 mil por adesão, revista pinta cenário em que País é apresentado como “uma das maiores histórias de sucesso da última década” (centro); em 2011, cravou que Brasil estava “decolando”; agora, em 14 páginas, vai jogar na desconstrução; Freud poderia explicar essa esquizofrênica dupla identidade?; ou falar mal do Brasil para os leitores e bem para os patrocinadores é apenas uma estratégia de marketing dirigida e irresponsável?
No momento em que os principais indicadores da economia brasileira convergem para uma retomada do crescimento !“ alta de 20% nas projeções da CNI para o PIB, inflação estimada em 4,8% ao final do ano e, especialmente, índice de 5,3% de desemprego, o que tecnicamente mantém o Brasil no regime de pleno emprego -, a revista inglesa The Economist faz nova aposta na derrocada do modelo de desenvolvimento do País. Em outras palavras, quando a economia brasileira dá todas as mostras de superação da crise global, a publicação resgata sua irônica ladainha do retrocesso. O Brasil indo, a Economist voltando.

Usando, mais uma vez, a imagem do Cristo Redendor para representar o País, a mesma publicação que colocou o famoso monumento decolando como um foguete do morro do Corcovado, em 2011, agora completa sua obra, jogando de volta, num looping desastrado, o mesmo Cristo a poucos metros de espatifar-se em seu magnífico pedestal na natureza.

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