Mídia que se lixa para a corrupção tucana, abre fogo contra Bolsonaro para ajudar Alckmin

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) assusta a mídia e o tucanato paulista, que deu prazo até abril para que o governador Geraldo Alckmin “dobre a meta” nas pesquisas sob pena de ser defenestrado. Dito isto, a velhaca mídia, que se lixa com a corrupção no governo Michel Temer e de tucanos, reforçou a artilharia contra o capitão do Exército botando seu patrimônio sob suspeita.

A Folha saiu na vanguarda desse serviço sujo para desconstruir a maior ameaça eleitoral para o PSDB, no caso Alckmin. Se o governador de São Paulo precisa subir nas pesquisas em até três meses, de acordo com o ultimato da cúpula do PSDB, necessariamente ele precisará tirar esses pontos de alguém, qual seja, de Bolsonaro, em tese o mais vulnerável eleitoralmente no campo da direita.

Segundo o jornalão paulistano, Bolsonaro e seus três filhos que exercem mandato são donos de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos altamente valorizados do Rio de Janeiro, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca. Ora, o objetivo dos Frias é apenas ajudar a natimorta candidatura de Alckmin pós-propinoduto que varreu o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mapa político.

Paralelamente à fulminação da candidatura de Bolsonaro, a mídia se escora no judiciário para tirar o ex-presidente Lula da disputa presidencial deste ano. O julgamento político do petista no próximo dia 24 de janeiro, em Porto Alegre, faz parte desta diabólica estratégia do consórcio golpista.

Tão logo consiga se livrar de Bolsonaro candidato a presidente da República, desidratando-o entre setores médios, a mídia esquecerá as “denúncias” que fez contra ele e seus filhos para então cortejá-lo. Passará a cooptá-lo para o palanque do PSDB, tal qual ocorreu com Marina Silva (Rede) na eleição de 2014.

Note o caríssimo leitor que a própria mídia é um antro de corrupção e propina, vide o envolvimento da Globo no escândalo da Fifa nos Estados Unidos. Portanto, não seduz este Blog do Esmael a pancadaria contra Bolsonaro por questões fakes ou falsos moralismos — udenistas — levantados pelos jornalões. Quem pariu Mateus que o embale.

A tentativa de alavancar Alckmin se dá depois de frustradas apostas no prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) e no dublê de apresentador e candidato da Globo Luciano Huck.

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