Temer coloca ministro Henrique Alves na marca do pênalti e põe o Brasil à venda ao estrangeiro

temer_henrique_alves_vende-se_brasilO presidente interino Michel Temer (PMDB) adota a política segunda a qual “vão os anéis, mas que fiquem os dedos” ao anunciar que ministros citados pela Lava Jato serão defenestrados do cargo.

Pela lógica, o próximo da fila será o ex-deputado Henrique Alves (PMDB-RN), do Turismo, que, segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se beneficiou de recursos do Petrolão.

Temer copia o início do governo Dilma Rousseff no melhor estilo “faxineiro” ao colocar, uma a um, seus ministros no paredão, deixá-los na marca do pênalti.

“Na Lava Jato, se aparecer alguém do governo, já se sabe qual a posição do presidente: é que a pessoa deixe a equipe. Portanto, [o governo] não será atingido diretamente de nenhuma forma, fica preservado”, sentenciou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista à Folha de S. Paulo.

Para tentar aplacar a crise moral que corrói o governo provisório em menos de um mês, Michel Temer planeja saciar a fome do mercado e da mídia bandida entregando o pré-sal para a exploração estrangeira, abrindo o espaço aéreo para exploração comercial estrangeira e liberando a compra de terras por estrangeiros, que podem transformar o Brasil numa grande plantation (fazenda para produzir alimentos à central).

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