Na confusão, Renan Calheiros quer virar o primeiro-ministro do Brasil

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por linhas tortas e em meio à crise política, quer chegar à condição de primeiro-ministro do país. É dele a proposta que limita os poderes da presidente Dilma Rousseff e amplia a própria; STF analisa nesta quarta-feira (6) possibilidade de mudar para o parlamentarismo por meio de emenda à Constituição; ação chegou ao tribunal em 1997, proposta pelo então deputado Jaques Wagner, hoje chefe de gabinete da Presidência da República; ministro Teori Zavascki atualmente conduz o caso.

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por linhas tortas e em meio à crise política, quer chegar à condição de primeiro-ministro do país. É dele a proposta que limita os poderes da presidente Dilma Rousseff e amplia a própria; STF analisa nesta quarta-feira (6) possibilidade de mudar para o parlamentarismo por meio de emenda à Constituição; ação chegou ao tribunal em 1997, proposta pelo então deputado Jaques Wagner, hoje chefe de gabinete da Presidência da República; ministro Teori Zavascki atualmente conduz o caso.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por linhas tortas e em meio à crise política, quer chegar à condição de primeiro-ministro do país. É dele a proposta que limita os poderes da presidente Dilma Rousseff e amplia a própria.

Explica-se: o Supremo Tribunal Federal (STF) colocou na agenda de julgamentos desta quarta-feira (6) uma ação questionando se é possível mudar para o parlamentarismo por meio de emenda à Constituição.

A ação chegou ao tribunal em 1997, proposta pelo então deputado Jaques Wagner, hoje chefe de gabinete da Presidência da República. O ministro Teori Zavascki atualmente conduz o caso.

Em manifestação enviada ao STF na semana passada, o Senado defendeu que o tema possa ser discutido no Congresso.

O diabo é que os golpistas se dividiram quanto à tática do golpe contra a democracia. Se antes era o impeachment, agora defendem a renúncia já de Dilma e novas eleições; ou manutenção da presidente — retirando-lhe poderes — e instituindo o parlamentarismo.

Nessa confusão toda, Renan quer ser primeiro-ministro na condição de integrante da maior bancada — o PMDB — e de presidente do Congresso Nacional.

4 Comentários

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  2. Quando o Collor, legitimamente eleito, sofreu o processo de impeachment, por uma CPI que NÃO o envolvia, o PT fez de tudo pelo impeachment. Onde estava o golpe contra um governante legitimamente eleito? O parlamentarismo divide os poderes de chefe de estado e de governo. Não são os deputados que elegem, seus imbecis, cada partido elege um representante e as pessoas votam no partido. O partido com mais votos faz do seu representante, que todo mundo já sabe quem é, primeiro-ministro. O primeiro ministro é o representante do partido com mais deputados, o que garante governabilidade e, em caso de incompetência ou corrupção, o chefe de estado derruba o governo. NÃO É ELEIÇÃO INDIRETA. Os pró-presidencialismo implementaram esta mentira para ingênuos como vocês acharem que o congresso escolhe o líder do governo. O presidencialismo só deu certo nos EUA e na Coréia do Sul e, em todos os países com a melhor qualidade de vida, o parlamentarismo é a forma de governo vigente.

  3. Já respondemos a um plebiscito sobre a forma de governo. Optamos pelo presidencialismo, mesmo sabendo que aquela ratazana do Ulisses Guimarães, fez de tudo para que a constituição fosse parlamentarista. Imaginando que isso seria difícil, criou o maior partido do país, que, com raras exceções, é um grande covil que abriga figuras abjetas. Agora vem mais um golpe em nossa democracia? Democracia é o governo onde a maioria escolhe e a minoria aceita e se prepara para que suas ideais, em outra ocasião, sejam aceitas. Até quando?

  4. DEPOIS DE TANTA LUTA PRA CONQUISTAR O DIREITO A ELEIÇÃO DIRETA AGORA ESSA RATAZANA VEM TENTAR DERRUBAR A DEMOCRACIA LEGÍTIMA, ESSE NEGÓCIO DE PARLAMENTARISMO NADA MAIS É DO QUE UMA DEMOCRACIA PELA METADE NÃO ACEITAMOS ISSO, VAMOS COLOCAR UM FIM NESSA NOVA TENTATIVA DE GOLPEAR O POVO. INICIE AÍ ESMAEL UMA GRANDE CAMPANHA E A NÍVEL NACIONAL PARA POR FIM A ESSE GOLPE Á DEMOCRACIA, QUE NÓS LHE APOIAREMOS.