Mesmo com massacre de professores, Veja dá “nota 100” para a segurança pública de Beto Richa

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Na época do massacre, o secretário da Segurança Pública era o deputado federal Fernando Francischini (SD).  Nunca é demais recordar que, há duas semanas, o governo do Paraná, mesmo em crise e fechando universidades, pagou anúncio duplo nas páginas de Veja. O ranking dos “bons exemplos” do tucano na educação e na segurança, além de provocação, seria retribuição da Editora Abril pela farra publicitária nas vésperas de Natal?
Na época do massacre, o secretário da Segurança Pública era o deputado federal Fernando Francischini (SD). Nunca é demais recordar que, há duas semanas, o governo do Paraná, mesmo em crise e fechando universidades, pagou anúncio duplo nas páginas de Veja. O ranking dos “bons exemplos” do tucano na educação e na segurança, além de provocação, seria retribuição da Editora Abril pela farra publicitária nas vésperas de Natal?
Não é só com a educação que a revista Veja fez putaria, não, ao escolher os governadores Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Beto Richa (PSDB-PR) como “bons exemplos” para a área cuja publicação de “ranking” envergonha até o capeta.

Os Civita, donos da editora Abril, também chutaram o balde na área da segurança pública ao apontar o governo Beto Richa como “bom exemplo” dando-lhe “nota 100”.

Até as capivaras que o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), engorda no tradicional Parque Barigui, sabem que a segurança pública estadual converteu-se num verdadeiro fiasco internacional ao massacrar professores no dia 29 de abril de 2015.

Nunca é demais recordar que, há duas semanas, o governo do Paraná, mesmo em crise e fechando universidades, pagou anúncio duplo nas páginas de Veja.

O ranking dos “bons exemplos” do tucano na educação e na segurança, além de provocação, seria retribuição pela farra publicitária nas vésperas das festas de Papai Noel?

Na época do massacre, o secretário da Segurança Pública era o deputado federal Fernando Francischini (SD). Depois da carnificina autorizada pelo governador, que deixou 213 feridos, o parlamentar “caiu” para Brasília. Batman indicou para o seu lugar o também delegado federal Wagner Mesquita.

Aliás, Francischini, o Batman, prometeu revelar em depoimento à Justiça o nome de Beto Richa como mandante do massacre no Centro Cívico.

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