“Conspiração” contra Richa teria causado a demissão da vice-governadora Cida Borghetti

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Fontes do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu afirmam que a exoneração da vice-governadora, Cida Borghetti (PROS), na noite de sexta-feira (22), teria a ver com conspiração liderada pelo marido dela, o deputado federal Ricardo Barros (PP), contra o governador Beto Richa (PSDB). Portanto, o desligamento da vice da função de Representante do Paraná em Brasília, com status de secretária, não foi nada tranquilo como querem fazer crer por aí.

Quanto chegou no Distrito Federal, Cida fez a maior festa. Reuniu-se com a bancada paranaense, agendou reuniões com ministros, enfim, fez o fervo. Não parecia que iria durar tão pouco tempo.

“A vice agora passou a ser chamada, em Brasília, de ‘Cida, a Breve’“, ironizou um parlamentar o fato dela ter permanecido menos de um mês no cargo.

Não é segredo para ninguém que há uma guerra intestina entre os palacianos para comandar o barco que está à deriva desde o início dos escândalos de corrupção e pedofilia — agravados pelo massacre de professores e servidores públicos no dia 29 de abril.

“Os Barros conspiram contra o governo de Beto Richa (PSDB). Eles são de extrema-direita. São os que mais atrapalham o acordo com os grevistas, pois estão aflitos, viram a chance de tomar o Palácio Iguaçu, e por isso querem radicalizar propondo o confronto, reajuste zero e cacete. Fizeram até conta da data-base parcelada em quatro anos”, revela um assessor do governador tucano.

Nunca é demais recordar que Silvio Barros II é o secretário de Planejamento que, em tese, teria a caneta e o interventor do PSDB nacional, Mauro Ricardo Costa,  titular da Fazenda, tem a tinta. São eles que estão literalmente no comando da máquina. Richa já não manda mais em nada, conforme já anotou ontem (24) o Blog do Esmael.

Para o distinto público, os Barros — Ricardo e Cida — juram que não houve nada de errado, que a demissão da vice do cargo em Brasília já estava programado e blá, blá, blá…

Mas a verdade sobre a exoneração da vice parece ser bem outra, até porque não é nada comum o segundo nome na hierarquia do Estado ser “desligado” de uma Secretaria e não existir sequer uma nota explicativa no rodapé do site da Agência Estadual de Notícias – órgão oficial de notícias do governo do Paraná.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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