Richa comemora liminar parcial; APP-Sindicato diz que greve dos professores continua

Publicado em 28 fevereiro, 2015
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APP-Sindicato diz que não foi notificada da decisão judicial, mas antecipa: vai manter a greve na educação que amanhã completa 20 dias; comando grevista recomenda para ninguém comparecer nas escolas na segunda-feira, dia 2; quarta-feira, dia 4, em Curitiba, categoria realiza assembleia geral; tendência é de o movimento paredista continuar, mesmo com a liminar conquistada pelo governador Beto Richa.
APP-Sindicato diz que não foi notificada da decisão judicial, mas antecipa: vai manter a greve na educação que amanhã completa 20 dias; comando grevista recomenda para ninguém comparecer nas escolas na segunda-feira, dia 2; quarta-feira, dia 4, em Curitiba, categoria realiza assembleia geral; tendência é de o movimento paredista continuar, mesmo com a liminar conquistada pelo governador Beto Richa.
O governo Beto Richa (PSDB) comemora liminar parcial conquistada no Tribunal de Justiça (TJPR) exigindo a volta dos professores e funcionários de escolas à s salas de aula. A decisão do juiz de plantão Victor Martin Bapschke determina retorno de 30% professores do 3!º ano do Ensino Médio sob pena de multa de R$ 10 mil ao dia para a APP-Sindicato.

O sindicato dos trabalhadores da educação informou nesta noite que não foi notificado da decisão judicial, mas, de antemão, garantiu que manterá a greve e que recorrerá para cassar a liminar parcialmente favorável a Richa.

“Há risco evidente e irreparável a ausência do conteúdo para os fins do concurso vestibular, provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e recomposição do calendário escolar”, diz um trecho da decisão do magistrado.

Orientamos os educadores a se manterem firmes na nossa luta e a não retornarem à s escolas na próxima segunda. Manteremos a greve da categoria!, pediu há pouco o comando de greve da APP-Sindicato.

à‰ bom frisar que a greve nas 2,1 mil escolas fora deflagrada porque o govenador Beto Richa demitiu 30 mil trabalhadores na educação; fechou várias turmas e superlotou salas de aula com até 60 alunos.

Desde novembro de 2014, o tucano também deixou de repassar recursos do fundo rotativo, que é utilizado para a manutenção dos estabelecimentos de ensino. Além disso, para completar a maldade, não pagara a rescisão dos 30 mil demitidos, nem as férias dos educadores do quadro próprio.

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