Professoras denunciam assédio e perseguição dentro da SEED

O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Ensino de Filosofia (NESEF) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgou um carta aberta denunciando o afastamento sumário de três professoras pesquisadoras que atuavam junto ao Departamento da Educação Básica (DEB) da Secretaria de Estado de Educação. Segundo o relato da carta, as professoras foram vítimas de ato que pode vir a ser caracterizado como assédio moral e perseguição política, nas dependências SEED.

O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Ensino de Filosofia (NESEF) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgou um carta aberta denunciando o afastamento sumário de três professoras pesquisadoras que atuavam junto ao Departamento da Educação Básica (DEB) da Secretaria de Estado de Educação. Segundo o relato na carta, as professoras foram vítimas de ato que pode vir a ser caracterizado como assédio moral e perseguição política, nas dependências SEED.

O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Ensino de Filosofia (NESEF) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgou uma! carta! aberta denunciando o afastamento sumário das professoras Valéria Arias, Adriane Sobanski e Mirian Freitas de Paula, que atuam no Departamento da Educação Básica (DEB) da Secretaria de Estado de Educação. Segundo o relato da carta, as professoras foram vítimas de ato que pode vir a ser caracterizado como assédio moral e perseguição política, nas dependências SEED.

Antes mesmo de serem avisadas! formalmente, as professoras tiveram seus acessos aos computadores (incluindo a rede interna, os seus arquivos pessoais, salvos em pastas em suas áreas de trabalho, e contas de e-mails) bloqueados.

De acordo com relatos das professoras, a situação foi, após várias argumentações, parcialmente revista. Dessa forma, foi ajustado o pedido de afastamento sumário, já que não houve falta que justificasse o não respeito aos trâmites administrativos usuais, e a ordem para cancelamento do acesso aos computadores. A motivação do afastamento teria sido política, pois as professoras afastadas são críticas em relação a determinadas políticas e ações educacionais tanto na esfera estadual, como na federal.

Todos esses movimentos, segundo as professoras, exceto a comunicação, sem nenhuma conversa anterior, de que a partir daquele momento não mais pertenciam ao DEB, ocorreu!  à  vista de todos os colegas. Sendo que as professoras Valéria Arias e Miriam Freitas de Paula, ainda passaram pelo constrangimento de serem inquiridas pelos técnicos do Grupo de Recursos Humanos, sobre o que teriam feito de tão grave, que motivasse esse tipo de procedimento.

Com a divulgação da carta aberta do NESEF, que pode ser lida em link abaixo, o Núcleo solicita a realização de um reunião, se possível aberta, entre as professoras, o NESEF, seus Coletivos e instituições parceiras, membros do Grupo de Educação Histórica e a Superintende da Educação, para estudar o caso e resolver a situação da melhor forma possível.

Carta aberta NESEF:

http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Carta_aberta_apoio_arias_paula_sobanski.pdf

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