André Vargas jura que relação com Yousseff está “dentro da legalidade”

da Agência Brasil

Conhecer alguém há 20 anos não é crime. Alberto Youssef é empresário de minha cidade. Dono do maior hotel da cidade. E os encontros, contatos e a relação se deram dentro da legalidade. Qualquer homem público poderia passar por isso!, diz a nota assinada pelo vice-presidente da Câmara dos Deputados André Vargas (PT-PR); petista vê perseguição da velha mídia golpista.

Conhecer alguém há 20 anos não é crime. Alberto Youssef é empresário de minha cidade. Dono do maior hotel da cidade. E os encontros, contatos e a relação se deram dentro da legalidade. Qualquer homem público poderia passar por isso!, diz a nota assinada pelo vice-presidente da Câmara dos Deputados André Vargas (PT-PR); petista vê perseguição da velha mídia golpista.

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), disse hoje (1!°), em nota, que conhece há 20 anos o empresário Alberto Youssef, investigado pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato, que apura esquema de lavagem de dinheiro.

Uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo, publicada hoje, diz que Vargas usou um avião do empresário para uma viagem a João Pessoa. Segundo o jornal, o empréstimo da aeronave foi discutido entre os dois por mensagem de texto no início de janeiro.

Em nota, o parlamentar explicou que é amigo de Youssef. Conhecer alguém há 20 anos não é crime. Alberto Youssef é empresário de minha cidade. Dono do maior hotel da cidade. E os encontros, contatos e a relação se deram dentro da legalidade. Qualquer homem público poderia passar por isso!, diz a nota.

Assessores de Vargas informaram que o deputado está reunido desde o final da manhã com a equipe para definir se fará uma declaração sobre o caso.

A Operação Lava Jato foi deflagrada no último dia 17, em seis estados e no Distrito Federal. Mais de 20 pessoas foram presas suspeitas de participar do esquema de lavagem de dinheiro que, segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), movimentou mais de R$ 10 bilhões. Um dos presos foi o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

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