29 de novembro de 2017
por esmael
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“O PSDB não está mais na base do governo”, pero no mucho

O ministro da Casa Civil Eliseu Padilha afirmou nesta quarta (29) que “o PSDB não está mais na base do governo”. Nós complementamos: pero no mucho, que em português significa “mas não muito” fora do governo Michel Temer.

13 de novembro de 2017
por esmael
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Começou a debandada tucana do governo Temer; abutres do “Centrão” comemoram

Caiu o ministro das Cidades Bruno Araújo, do PSDB do Ceará.

Ele se viu insustentável no cargo devido à “faltou firmeza ao PSDB” que programou sair do governo Michel Temer no próximo dia 9.

O PSDB restou ainda com três ministros: Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Luislinda Valois (Direitos Humanos).

O centrão já mapeia a “carniça”, isto é, os ministério deixado e torcem para que os tucanos deixem as outras três pastas.

Considerados fisiológicos no Congresso, o “Centrão” abriga abutres do PP, PR, PTB, PSD e PRB.

16 de Maio de 2017
por esmael
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Requião Filho propõe rumo “familiar” ao Paraná

O deputado Requião Filho (PMDB), em sua coluna desta terça-feira (16), diz que o Paraná carece mais que um rosto “novo” — projetos –, um rumo que lhe é “familiar” ao apresentar quatro pontos: 1- saúde pública; 2-política fiscal honesta; 3- energia barata; e 4- educação com respeito. O texto aponta o pai do colunista, senador Roberto Requião, como pré-candidato do PMDB ao governo do estado em 2018.

21 de Fevereiro de 2017
por esmael
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Enio Verri: Um governo que joga contra a população do seu País

O deputado Enio Verri (PT-PR) volta a denunciar em sua coluna desta terça (21) que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) vai elevar a aposentadoria aos 70 anos para que o dinheiro economizado com os trabalhadores seja entregue a rentistas do mercado financeiro. “…que nome se dá a um governo que age contra os interesses da população e, consequentemente, contra os da nação?”, questiona o colunista.

20 de Fevereiro de 2017
por esmael
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Folha desnuda corrupção no governo tucano de Beto Richa

Jornal Folha de S. Paulo traz à tona nesta segunda (20) esquema de corrupção no governo tucano Beto Richa, no Paraná, investigado pela Operação Quadro Negro. De acordo a reportagem, o deputado federal Valdir Rossoni (PSDB), no exercício da chefia da Casa Civil, e o deputado estadual Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, teriam participado no desvio de ao menos R$ 17 milhões que seriam destinados à construção de escolas.

17 de Fevereiro de 2017
por esmael
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Beto Richa torrou mais de R$ 1 bilhão em propaganda enganosa, denuncia deputado

O deputado Nereu Moura, líder do PMDB na Assembleia Legislativa do Paraná, denunciou esta semana a farra publicitária no governo de Beto Richa (PSDB).

24 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Governo e PSDB se unem pelo fim da obrigatoriedade da Petrobras na exploração do pré-sal

Um acordo entre o governo Dilma Rousseff (PT) e bancada do PSDB possibilitou, na noite desta quarta-feira (24), no Senado, a aprovação do Projeto de Lei 131/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração do petróleo da camada pré-sal.

Por 40 votos a 26 e duas abstenções foi acatado substitutivo apresentado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), que simbolizou o acordo entre governo e oposição tucana. No começo deste mês, o Blog do Esmael sentiu cheiro de “enxofre” no ar ao notar essa movimentação rumo ao entendimento para “ferrar” os trabalhadores e a Nação. Bingo!

“A mudança de orientação do governo, durante a tarde de hoje, nos deixou perplexos e desarmou nossa luta, abrindo mão do enfrentamento em prol de um péssimo acordo com o PSDB que causa um prejuízo enorme ao Brasil”, protestou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), da chamada bancada desenvolvimentista.

Durante a discussão em plenário, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) chegou a bater boca com Serra. Citando os relatórios vazados pelo site WikiLeaks, o peemedebista acusou o tucano de integrar o lobby a favor da multinacional Chevron.

“Dê uma olhada para trás e veja quantos lobistas estão frequentando o plenário do Senado, aonde não podem entrar os trabalhadores da FUP”, disparou Requião, referindo-se à Federação Única dos Petroleiros.

Depois da votação do substitutivo de Jucá, Requião não perdoou: “Deixamos de derrotar a proposta do Serra porque o governo se aliou a ele.Fique o registro para a história”.

O projeto aprovado no Senado agora segue para a Câmara dos Deputados.

17 de julho de 2015
por esmael
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Cunha rompe com PT e fala em ‘explodir o governo’ em pronunciamento na TV às 20h30

Carolina Gonçalves, da Agência Brasil, via Brasil 247

A poucas horas de pronunciamento em cadeia nacional de TV, previsto para as 20h30 de hoje (17), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou rompimento com o governo e disse que, como político, vai tentar no Congresso do PMDB, em setembro, convencer a legenda a seguir o mesmo caminho. Cunha garantiu que, apesar da decisão, vai manter a condução da Câmara dos Deputados “com independência”.

A decisão foi motivada pela acusação de que o peemedebista teria recebido US$ 5 milhões em propina para viabilizar um contrato de navios-sonda da Petrobras para a empresa Toyo Setal, segundo denúncia feita pelo empresário Júlio Camargo em depoimento ontem (16) ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Cunha reafirmou que há uma tentativa por parte do governo de fragilizá-lo. “Está muito claro para mim que esta operação [Lava Jato] é uma orquestração do governo”, disse. Ele lembrou que, desde junho, o Executivo iniciou uma ‘devassa fiscal’ contra ele e incluiu seu nome na delegacia de maiores contribuintes do país. “Esse tipo de devassa, de cinco anos é um constrangimento para um chefe de Poder”.

O parlamentar disse que a delação de Camargo é “nula” por ter sido feita à Justiça de primeira instância e lembrou que, como parlamentar, tem foro privilegiado e só pode ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Cunha disse que seus advogados vão pedir a transferência do processo de investigação para o STF. “O juiz não poderia conduzir o processo daquela maneira. Vamos entrar com uma reclamação para que venha [o processo] para o Supremo e não fique nas mãos de um juiz que acha que é dono do país”.

Ontem, o presidente da Casa disse que está tranquilo e não teme acusações. Ele já havia negado seu envolvimento no esquema investigado pela Operação Lava Jato e acusou o Planalto de articular contra o Congresso Nacional, diante das mobilizações em torno de um processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Segundo ele, Camargo foi “obrigado” a mentir sob orientação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e deve perder o direito à delação porque está dando uma versão diferente do que havia dado anteriormente.

O peemedebista lembrou que, desde a divulgação da lista de Janot com nomes de políticos suspeitos de participar de irregularidades na Petrobras, tem “estranhado” o envolvimento de seu nome e voltou a afirmar que há uma clara motivação política encabeçada pelo governo para fragilizá-lo.

Eduardo Cunha disse ainda que a delação de Camargo é “nula” por ter sido feita à

1 de Abril de 2015
por esmael
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Aprovação ao governo Dilma Rousseff cai para 12%, diz CNI Ibope

dilma_ibopeA desaprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), que vem sendo alvo de manifestações por impeachment, subiu para 64%, segundo pesquisa do Ibope divulgada nesta manhã pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Leia mais

20 de setembro de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: Os dois cenários do debate eleitoral

Ricardo Gomyde*

O debate eleitoral em curso tem revelado nitidamente dois cenários. As ideias em discussão definem, com variações e nuances, as duas concepções possíveis hoje para um projeto de governo. Do ponto de vista macroeconômico, a pauta é a de sempre: estabilidade da moeda, prioridades administrativas e gerência das contas públicas. Do ponto de vista administrativo, os temas são o espectro de reformas democráticas !” ou, por outra, o papel do Estado, com destaque para a Reforma Política, em especial o fim do financiamento privado das campanhas eleitorais !” e a questão social, a continuidade da melhoria dos serviços públicos básicos e da geração de empregos.

Temos, ainda, problemas gigantescos a serem enfrentados nos campos macroeconômico e social. Mas ao atacá-los de frente, com nossa importância histórica, nossa diversidade continental e nosso papel geopolítico, influenciamos toda a América Latina !” que quer se manter no caminho progressista, ficar no clube dos países que lutam por sua soberania. Se a opção agora for por voltar ao passado, no entanto, a região certamente retornará ao olho do furacão do qual lutou com todas as forças para sair. Esse é um esquadro que aparece muito bem desenhado pela conjuntura latino-americana.

Existem, portanto, apenas dois caminhos para o Brasil: o atual e o proposto pelos que querem o retrocesso, a volta daqueles tempos amargos de desemprego, de abandono social e de políticas que empobreciam milhões para enriquecer meia dúzia. Não há como fugir desses dois cenários; é uma impossibilidade física. Outubro, portanto, representará uma encruzilhada decisiva para o Brasil e a maioria dos eleitores já tomou consciência disso. A prova desse despertar é o interesse no debate dos programas de governo em disputa. Ou seja, o palavreado estridente e oco de alguns candidatos pode até cativar pela incisão, mas tende a se desmanchar pela inconsistência.

Há ainda quem se acha o Joãozinho do Passo Certo para encobrir a tortuosidade de suas propostas. Essas candidaturas podem até ocupar algum espaço, mas a tendência é de se espatifar diante dos embates de peso, à  medida que as cores de suas bandeiras vão ficando desbotadas. Pautam as intervenções pela frase de efeito e pelo que seu público-alvo quer ouvir, não por seu projeto para o país. Os eleitores, no entanto, querem saber como serão tratadas as questões reais, aquelas que afetam suas vidas. Nesse terreno, não são poucos os que derrapam; ou escondem o que pretendem fazer, ou desdizem o que fora dito sem a menor sem cerimônia. Mas o povo quer saber. E os candidatos terão de dizer, sem rodeios, o que pretendem fazer. Não tenho dúvida disso.

Falo com convicção porque não dá para servir a dois senhores. Ou se está com o povo ou contra ele. Sabemos muito bem que os portadores de promessas não cumpridas, os que disseram que era possível conciliar esses conceitos opostos, acabaram repudiados pela população. Por outro lado, quem disse claramente o que pretendia fazer e fez, mesmo contrariando alguns para agradar muitos, é lembrado pela sua coerência e sensatez. Daí a importância de conhecermos os projetos de governo

28 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Requião Filho: Muito além do horário eleitoral no rádio e na TV

Requião Filho, em sua coluna desta quinta-feira, vai direto ao ponto: à‰ necessário que o eleitor vá além do que dizem as propagandas partidárias e os discursos políticos, pois a atmosfera criada por alguns se presta apenas a galgar votos e não corresponde com as atitudes e projetos desejados pela população!; leia o texto e compartilhe.

Requião Filho, em sua coluna desta quinta-feira, vai direto ao ponto: à‰ necessário que o eleitor vá além do que dizem as propagandas partidárias e os discursos políticos, pois a atmosfera criada por alguns se presta apenas a galgar votos e não corresponde com as atitudes e projetos desejados pela população!; leia o texto e compartilhe.

Requião Filho*

Sair por aí dizendo que o partido alheio nunca realizou uma obra sequer, é muito fácil, especialmente para alguns candidatos que possuem o discurso pronto, revelando as vicissitudes do candidato bem treinado, montado. Oras! Ontem no debate dos presidenciáveis uma candidata disse que há concorrentes que acreditam nas propagandas de seus próprios governos. à‰ o que se leva a crer! Leia mais

30 de Maio de 2014
por esmael
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Populares são pagos para segurar faixas de apoio a Richa

Pelo menos dez faixas de agradecimento direcionadas ao governador Beto Richa (PSDB) foram expostas durante a solenidade da Polícia Militar realizada na manhã desta sexta-feira (30), na Concha Acústica, no centro de Londrina. Os agradecimentos eram assinados por entidades distintas, como o Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Sindicato dos Trabalhadores Rurais de 1!º de Maio e outras atribuídas apenas ao povo!.

Fato semelhante foi noticiado pelo Blog do Esmael no mês de abril. Na ocasião, funcionários comissionados se passavam por professores e seguravam faixas rasgando elogios a Beto Richa.

Na solenidade de hoje, uma mulher que segurava uma das faixas assinadas pelo Sindipol se identificou à  reportagem do Jornal de Londrina como Rosália e disse ser empregada doméstica. Questionada se ela teria alguma relação com o sindicato, apenas afirmou que sim com a cabeça, mas disse acreditar que era preciso agradecer ao governador. Na faixa que Rosália segurava estava escrito: Beto Richa, obrigado pela contratação dos novos policiais civis, valorização e regularização das promoções 2012/2013!.

Flávio Rodrigues da Silva segurava uma faixa com a frase: Obrigado Beto por mais segurança: 680 novos policiais militares; 57 novos bombeiros militares!. Questionado se ele integrava alguma das corporações citadas, ele contou que não e que era encostado!. Em seguida, disse que recebeu R$ 30 de um empresário, mas não soube dizer o nome do contratante.

O auxiliar de serviços gerais Giovane de Morais negou receber dinheiro para segurar a faixa. No entanto, ao ser questionado sobre o conteúdo, ele riu e admitiu que não saberia explicar o conteúdo. Ele afirmou que estava no local porque foi solicitado por um empresário que ele dizia desconhecer o nome.

Na faixa de Morais, a frase: O sonho de José cruza-se ao de Beto: Av. Dez de Dezembro X PR-445. Obrigada família Richa!. A citação faz uma alusão à  construção da Avenida Dez de Dezembro por José Richa e pela duplicação da PR-445, realizada durante a atual gestão de Beto Richa.

A dona de casa Pietra da Silva disse que foi contratada para segurar a faixa no local, mas não confirmou o valor pago. No material estava escrito: O povo da região agradece pela duplicação no trecho urbano da PR-445!.

via Jornal de Londrina, com adendos.

14 de Maio de 2014
por esmael
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“Perdemos a batalha da comunicação sobre a Copa para a velha mídia”, reconhece Gilberto Carvalho

Secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ontem, fez importante autocrítica em Curitiba: "Perdemos a batalha da Copa para a velha mídia"; representantes de movimentos sociais disseram não enxergar legado! que o campeonato mundial deixará no país do futebol; Ignora-se totalmente que muitas obras foram adiantadas em pelo menos 15 anos com a Copa no país!, garantiu o ministro, que ainda fez questão de ressaltar que não somos contra os protestos, mas queremos protestos com dados reais!; assista ao vídeo.

Secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ontem, fez importante autocrítica em Curitiba: “Perdemos a batalha da Copa para a velha mídia”; representantes de movimentos sociais disseram não enxergar legado! que o campeonato mundial deixará no país do futebol; Ignora-se totalmente que muitas obras foram adiantadas em pelo menos 15 anos com a Copa no país!, garantiu o ministro, que ainda fez questão de ressaltar que não somos contra os protestos, mas queremos protestos com dados reais!; assista ao vídeo.

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto de Carvalho, participou ontem (13) à  noite, em Curitiba, do seminário Diálogos: Governo-Sociedade Civil: Copa 2014!. Ele percorre as cidades-sedes do campeonato mundial com o objetivo de esclarecer a população sobre os gastos, investimentos e o legado que ficará aos brasileiros. Leia mais

18 de Abril de 2014
por esmael
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Resistência de Dilma, Lula e governo intriga oposição

do Brasil 247
Os números das pesquisas eleitorais não estão especialmente bons para nenhum dos presidenciáveis e não presidenciáveis estampados no noticiário político. Mas entre os pré-candidatos Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos, e o “me sinto realizado” ex-presidente Lula, alguém vai ter de ganhar as eleições de outubro. Por mais ou menos que se torça para uma ou outro, é forçoso revelar o que não transparece em análises à  disposição na mídia tradicional: a resistência do governo e de sua política econômica ao cerco de números e críticas é maior do que se pensava.

No resumo de resultados das últimas pesquisas Ibope e Vox Populi, o que se tem, ainda e mais uma vez, é a vitória em primeiro turno da presidente Dilma Rousseff. Ela alcança um índice próximo aos 60 por cento das intenções de votos válidos. A parte essa fotografia, vê-se mais detidamente a elevação das declarações de votos brancos e nulos, que já seriam a segunda força da eleição. Também se observou uma diminuição das intenções de voto a Lula, que estaria somente quatro pontos acima de Dilma no Ibope. Houve seguidos destaques sobre a queda da avaliação do governo federal, que chegaria agora ao menor nível, com 36% de ótimo e bom na pesquisa CNI – contra 43% no levantamento anterior !“ e um recorde de 27% de avaliações ruim e péssimo. Está posto, então, que o governo se desgastou.

Mesmo com todos esses ingredientes a favor, porém, por que raios a oposição a Dilma não cresce. No Ibope, o presidenciável tucano Aécio Neves conseguiu, com 14% de intenções, um ponto a mais do que na pesquisa anterior, e Eduardo Campos manteve 8%. O fato político maior, neste momento, está aqui. Não falta exposição para Aécio e Campos. Ambos são políticos de longa cepa, conhecidos de longa data do público. Será que a questão deles com o que as pesquisas mostram nesse momento é exatamente essa?

Lançado por FHC, Aécio faz questão de relembrar e defender o governo do ex-presidente, prestigiar alianças as mais variadas entre as oposições e empreender uma dura luta parlamentar contra o governo Dilma. O presidente do PSDB, em franca atividade, vai mostrando o melhor de si mesmo, mas igualmente sofre com revéses alheios à  sua vontade. à‰ difícil descolar a imagem do partido ao escândalo Alstom-Siemens de distribuição de propinas em São Paulo ou livrar o candidato da crítica à  escolha do ex-ministro Pimenta da Veiga ao governo de Minas. Sabia-se que Pimenta era vulneráv

14 de novembro de 2013
por esmael
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Coluna do Maurício Requião: “Entenda como funciona a picaretagem das emendas parlamentares”

Maurício Requião, especialista em políticas públicas, em sua coluna desta quinta, classifica as emendas parlamentares como picaretagem! e negociata! promíscua entre governo e legislativo; colunista compara as emendas como um cheque sem fundo! que governos passam para os deputados, pois na maioria das vezes o orçamento não é executado; ele cita o deputado Ademar Traiano, líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa do Paraná, também colunista deste blog, sua tese de que os cheques pré-datados (emendas) por vezes são sustados; dizendo-se contra as emendas parlamentares, Requião afirma que diante da verdadeira

Maurício Requião, especialista em políticas públicas, em sua coluna desta quinta, classifica as emendas parlamentares como picaretagem! e negociata! promíscua entre governo e legislativo; colunista compara as emendas como um cheque sem fundo! que governos passam para os deputados, pois na maioria das vezes o orçamento não é executado; ele cita o deputado Ademar Traiano, líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa do Paraná, também colunista deste blog, sua tese de que os cheques pré-datados (emendas) por vezes são sustados; dizendo-se contra as emendas parlamentares, Requião afirma que diante da verdadeira “troca de favores” e “politicagem” que existe em razão das emendas, o Orçamento Impositivo virá mais para o bem do que para o mal!; leia o texto.

por Maurício Requião*

Você já deve ter ouvido falar do Orçamento Impositivo!. Aquele que garante as emendas dos parlamentares. Você sabe direito do que se trata? Leia mais