11 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Agronegócio estuda pedir a cabeça de Paulo Guedes, o ministro da Economia de Bolsonaro

Agronegócio estuda pedir a cabeça de Paulo Guedes, o ministro da Economia de Bolsonaro

A numerosa bancada do boi no Congresso Nacional, composta por cerca de 200 parlamentares ligados ao agronegócio, estuda pedir a cabeça do ministro da Economia, Paulo Guedes, em virtude da extinção de subsídios para produtores rurais. ... 

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9 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em ‘Café sem leite’: Deputado se arrepende de apoio dado a Bolsonaro; assista

‘Café sem leite’: Deputado se arrepende de apoio dado a Bolsonaro; assista

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) criou sua própria guerra – a do ‘café sem leite’ — parodiando a Revolução de 1930 que eliminou a política do ‘café com leite’. Que o diga o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), arrependido do apoio dado ao capitão reformado do Exército. ... 

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9 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo Bolsonaro recua e revoga suspensão da reforma agrária

Governo Bolsonaro recua e revoga suspensão da reforma agrária


O Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) revogou, na noite de terça-feira (8), memorandos que ordenavam a suspensão de todos os projetos de reforma agrária em andamento. A medida intempestiva do governo Bolsonaro determinava a interrupção dos processos de aquisição, desapropriação e regularização de assentamentos para fins de reforma agrária.

O presidente substituto do Incra, Francisco Nascimento, explicou, no novo documento, obtido pela AFP, que os documentos anteriores “foram elaborados e encaminhados por iniciava própria das duas diretorias e sem anuência da Presidência do Incra”.

Nascimento determinou a revogação deles, “considerando interpretação equivocada” que afetaria os processos de distribuição de terras.

Os documentos foram assinados em 3 de janeiro, dois dias após a posse de Bolsonaro, e divulgados pela imprensa na terça-feira. Eles ordenavam a suspensão de processos relacionados à reforma agrária até haver mais clareza sobre a situação do Incra – que passou da Casa Civil para o Ministério da Agricultura.

Um dos memorandos determinava “o sobrestamento [interrupção] no local onde se encontram, a partir desta data, de todos os processos de aquisição, desapropriação, adjudicação ou outra forma de obtenção em curso até ulterior deliberação por parte desta Diretoria”.

O Ministério da Agricultura, dirigido por Tereza Cristina, representante do agronegócio, também passou a ser encarregado da demarcação das terras indígenas, antes uma atribuição da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Bolsonaro contou com forte apoio na sua campanha eleitoral de setores do agronegócio e de grandes proprietários de terras.

*Com informações das Agências
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8 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT quer impedir transferências de demarcações de terras

PT quer impedir transferências de demarcações de terras

As Bancadas do Partido dos Trabalhadores no Senado e na Câmara entraram com representação e pedido de providências na Procuradoria Geral da República (PGR), nesta terça-feira (8), para impedir o proposto na Medida Provisória (MP) 870/2019, que atribui ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a competência pelas áreas de reforma agrária, regularização fundiária de áreas rurais, Amazônia Legal, terras indígenas e quilombolas.

O texto, assinado pelos líderes do PT no Senado, Paulo Rocha e da Câmara, Paulo Pimenta, é endereçado à Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, e ao Coordenador da Câmara de Revisão das Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais, Antônio Carlos Bigonha.

No documento, a bancada do PT argumenta que a medida “é inadequada e revela o descompromisso do novo governo com as exigências constitucionais de reconhecimento dos territórios indígenas e quilombolas”.

Também, ressalta que a Constituição trata as terras ocupadas pelos indígenas como bens da União, reconhecendo no artigo 231, seus direitos originários à posse dessas terras, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, rios e lagos nelas existentes e atribuindo à União a competência para demarcação e proteção desses territórios.

Essa competência tem sido exercida pela Funai, normatizada pelo decreto 1775/1996, que tem como principais etapas a iniciativa da demarcação, a elaboração de estudo antropológico de identificação e a designação de grupo técnico especializado. Além disso, assegura a participação dos grupos indígenas envolvidos, e os Estados e Municípios podem se manifestar ao longo do processo. Leia mais

18 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em The Guardian vê futuro incerto para reservas indígenas do Brasil

The Guardian vê futuro incerto para reservas indígenas do Brasil

O jornal inglês The Guardian criticou nesta terça-feira (18) as promessas do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) de legalizar a mineração e a agricultura comercial em reservas indígenas.

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14 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro vai desgraçar agronegócio com rompimento comercial com árabes e China

Bolsonaro vai desgraçar agronegócio com rompimento comercial com árabes e China

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, alertou nesta sexta (14) que um eventual rompimento comercial com os países árabes e a China, em razão de disputas geopolíticas, pode desgraçar o agronegócio no país.

De acordo com o ministro, a manutenção desses mercados deve ser um ponto de atenção do próximo governo de Jair Bolsonaro (PSL).

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23 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desmatamento na Amazônia cresce 13, 7% em um ano

Desmatamento na Amazônia cresce 13, 7% em um ano


O desmatamento na Amazônia avançou 13,7% entre agosto de 2017 e julho deste ano. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (23) pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A área total desmatada alcançou 7,9 mil quilômetros quadrados (km²), enquanto no período anterior o desmatamento foi de 6.947 km².

Os estados que apresentaram os índices mais elevados de desmatamento foram Pará, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas. A medição do território desmatado é feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes).

Nos últimos anos, o agronegócio predatório, fazendeiros e garimpeiros operaram nas regiões norte e centro-oeste com maior desenvoltura, desrespeitando a legislação ambiental, as terras indígenas e a biodiversidade. O que ampliou a escala dos crimes ambientais.

*Com informações da Agência Brasil Leia mais

7 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bancada ruralista indica Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura

Bancada ruralista indica Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura


Em reunião com a bancada ruralista, realizada no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), nesta quarta (7) em Brasília, sede da transição de governo, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), indicou a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) ao Ministério da Agricultura.

Engenheira agrônoma e empresária rural, Tereza Cristina, é presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, e foi uma das lideranças que defenderam a aprovação do famigerado Projeto de Lei 6.299, que libera as regras de fiscalização do uso de agrotóxicos no país.

A bancada ruralista, conhecida também como “bancada do boi”, é integrada por cerca de 250 parlamentares. Leia mais

1 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro pode não fundir os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura

Bolsonaro pode não fundir os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse à emissoras de TV católicas nesta quinta-feira (01) que pode recuar da ideia de fundir os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura.

Bolsonaro disse que se mantiver o Ministério do Meio Ambiente vai escolher alguém da área para ministro que não seja “xiita”.

“Nós pretendemos proteger o meio ambiente, mas não criar dificuldades para o progresso”, afirmou.

O recuo do presidente eleito está relacionado a pressões internas e externas que sofreu desde o dia que anunciou a intenção de fundir as duas pastas.

O anúncio da fusão desagradou desagradou tanto ambientalistas quanto ao agronegócio, que acreditam em prejuízos e não veem similaridade nas ações dos dois ministérios.
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21 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em MDB fecha com Osmar Dias no Paraná

MDB fecha com Osmar Dias no Paraná

O MDB do Paraná fechou com Osmar Dias (PDT) na disputa pelo governo do estado. A agremiação emedebista é presidida pelo senador Roberto Requião.

Além de incluir a palavra “agronegócio” no vocabulário, Requião firmou convicção de que o eleitor não votará em candidato que votou contra direitos e privatizações.

Na convenção estadual do MDB realizada na manhã deste sábado (21), em Curitiba, foi sinalizado que o partido deverá indicar o vice na chapa de Osmar.

Segundo Requião, as pesquisas apontam que a coligação PDT-MDB coloca Osmar na liderança da corrida pelo Palácio Iguaçu.

Assista ao vídeo:

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21 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Requião critica “Plano Haddad” por ausência de política petrolífera

Requião critica “Plano Haddad” por ausência de política petrolífera

O senador Roberto Requião (MDB-PR) foi o primeiro “aliado” do PT a criticar o “Plano Haddad” adotado como programa de governo a ser registrado no TSE.

“Não contempla reequipamento militar. Deixa de lado Forças Armadas. Não define com clareza política petroleira. Não define política de controle estatal sobre recursos naturais. Esquece política para o agronegócio. Olvida BRICS e reposicionamento geopolítico do país”, publicou na manhã deste sábado (21) nas redes sociais.

De posse de pesquisas que encomendou no Paraná, Requião afirmou que o eleitorado não votará em candidato que quer entregar nosso petróleo a multinacionais, quer acabar com aposentadoria pública, votou contra direitos dos trabalhadores e aumenta louca e irresponsavelmente impostos.

O senador Roberto Requião preside na manhã de hoje a convenção estadual do MDB, em Curitiba, que definirá os rumos do partido nas eleições de outubro. A tendência é que a executiva do partido deixe a ata em aberto autorizando ele [Requião] a celebrar alianças.

O MDB paranaense está mais próximo do ex-senador Osmar Dias (PDT), que disputará o governo do estado.

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13 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro pede bênção a embaixador dos Estados Unidos

Bolsonaro pede bênção a embaixador dos Estados Unidos

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que já bateu continência para a bandeira dos EUA, se reuniu com o embaixador norte-americano Peter Michael McKinley há menos de duas semanas.

Segundo informação da Folha, Bolsonaro tenta aproximação com os Estados Unidos e um encontro com o presidente Donald Trump.

O ex-capitão do Exército advoga a tese de que o Brasil tem que se afastar política e economicamente da China. Ou seja, ele quer distância do principal parceiro comercial brasileiro, sobretudo do maior comprador de commodities como soja, o que poderia quebrar o agronegócio.

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28 de junho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Impasse continua entre empresários e caminhoneiros sobre preço do frete; STF decide em agosto

Impasse continua entre empresários e caminhoneiros sobre preço do frete; STF decide em agosto

A segunda reunião entre transportadoras, agronegócio e caminhoneiros no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tabela de preços mínimos de frete, realizada nesta quinta-feira (28), terminou sem acordo. Diante do impasse, o ministro Luiz Fux, relator do caso na Corte, informou ter mantido para 27 de agosto uma audiência pública sobre o assunto, somente após a qual irá proferir uma decisão.

Segundo o presidente da Confederação Nacional de Transportes Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, os caminhoneiros fizeram uma proposta de 20% de desconto sobre o preço que consta na tabela publicada em 30 de maio pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), mas os representantes da indústria e do agronegócio não aceitaram a oferta.“Não quiseram, de certa forma, nem tomar conhecimento, eles não trouxeram uma contraproposta”, relatou Bueno após a reunião. “A categoria [caminhoneiros] está dando demonstração clara de um entendimento para que não haja necessidade de uma nova paralisação”, acrescentou. Para ele, se a tabela for revogada pelo Supremo, será jogada “gasolina no fogo”.O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, afirmou ser “muito difícil” que os empresários concordem com uma tabela de preço mínimo. “O que nós queremos é uma livre negociação”, afirmou. “O empresário está sempre à disposição para negociar, discutir aquele preço que não sufoque o transportador, mas que também possibilite concorrer no mercado nacional e internacional.”O chefe da assessoria jurídica da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), Rudy Fernandes, disse não aceitar tabela e pediu urgência para que Fux delibere sobre o assunto até amanhã (29), antes do início do recesso do Judiciário. A entidade disse estimar em 12,1% o aumento no preço da cesta básica em decorrência dos preços mínimos do frete.

Fux é o relator de três ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) contra a Medida Provisória 832, editada pelo governo em 27 de maio, que prevê uma tabela de frete mínimo para o transporte rodoviário.

As ações foram abertas pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

As entidades alegam que a tabela fere os princípios constitucionais da livre concorrência e da livre iniciativa, sendo uma interferência indevida do governo na atividade econômica. Elas querem que seja concedida uma liminar (decisão provisória) suspendendo de imediato a vigência da tabela.

Ao editar a tabela, o governo atendeu a uma das reivindicações dos caminhoneiros, que paralisaram suas atividades por 11 dias no mês passado, provocando uma grave crise de abastecimento no país.

Em manifestação enviada ao STF, a Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu a validade da tabela. Para o órgão, a fixação do preço mínimo do frete tenta garantir valor adequado para a prestação do serviço, que deve ser compatível com os custos incorridos no transporte rodoviário de carga.

Neste mês, Fux suspendeu, a pedido da AGU, ao menos 53 ações contra a MP que tramitam em instâncias inferiores, enquanto o tema não é resolvido no STF. O procedimento visa evitar decisões judiciais conflitantes pelo país.

Também em manifestação enviada ao STF, a ANTT defendeu a tabela, apesar de se colocar flexível em “reavaliar” sua adoção. A agência, no entanto, destacou que se a MP for considerada inconstitucional, isso “lançará o país no mesmo caos em que se encontrava dias atrás”, durante a greve dos caminhoneiros.

De seu lado, os caminhoneiros alegam que há uma distorção no mercado e que, sem a tabela, não têm condições de cobrir os custos do serviço que prestam e ainda extrair renda suficiente para o próprio sustento.

*Com informações da Agência Brasil

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18 de junho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Governo golpista ‘enrola caminhoneiros’ sobre tabelamento no preço do frete

Governo golpista ‘enrola caminhoneiros’ sobre tabelamento no preço do frete

A queda de braço continua entre governo, caminhoneiros e o agronegócio sobre a definição do tabelamento no preço do frete. O golpista Michel Temer declarou em Assunção nesta segunda-feira (18)  que “a tabela do frete é uma questão do Judiciário”. Foi com base na proposta de tabelamento no preço do frete que os caminhoneiros encerraram a paralisação. Nesta terça (19), uma nova rodada de negociação está marcada entre as partes.

Quando questionado sobre posições contrárias à adoção da tabela –o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por exemplo, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) argumentando que o frete mínimo geraria resultado semelhante ao de um cartel — Temer afirmou que é uma “questão do Judiciário”.

O STF analisa questionamentos sobre a legalidade da tabela, adotada em caráter “emergencial”, afirmou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em manifestação ao tribunal, diante da greve que parou o país por 11 dias no fim de maio e que provocou desabastecimento em várias cidades do país.

A ANTT afirmou ainda que o tabelamento pode ser reavaliado.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é uma das entidades contrárias à tabela e entrou com ação no STF com pedido de liminar para suspender os efeitos da MP 832 e da resolução da ANTT que instituem o tabelamento de preços.

A Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), que reúne os autônomos, tem defendido a permanência da tabela. Segundo a entidade, é uma medida “imprescindível para reprimir o abuso nas contratações dos serviços de transporte, em especial, dos serviços dos caminhoneiros autônomos”.

*Com informações de Agências

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11 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em São claros os sinais do fim do regime neoliberal

São claros os sinais do fim do regime neoliberal

O jornalista e economista J. Carlos de Assis propõe um Grande Pacto Nacional para pôr fim ao projeto neoliberal. O acordo, segundo ele, também passaria pela renúncia de Michel Temer e a libertação de Luiz Inácio Lula da Silva, que disputaria a eleição de outubro.

São claros os sinais do fim do regime neoliberal ... 

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18 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
1 Comentário

Bolsonaro lidera no Paraná

A lava jato criou seus ídolos e monstros na “República Paraná”, pois, segundo sondagens na praça, o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) lidera a corrida presidencial no estado.

O Paraná tem forte presença no agronegócio e Bolsonaro,

como já registrado aqui ... 

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8 de abril de 2016
por Esmael Morais
6 Comentários

Coluna do Marcelo Belinati: ExpoLondrina, orgulho para Londrina, o Paraná e o Brasil

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Marcelo Belinati*

De 7 a 17 de abril Londrina estará sediando um dos mais importantes eventos do agronegócio da América Latina, a 56ª Exposição Agropecuária e Industrial, a ExpoLondrina 2016.

Em 11 dias de festa a Expo deve receber aproximadamente 500 mil visitantes e movimentar mais de R$ 450 milhões (valores do evento em 2015) somente em negócios realizados dentro da feira, ou seja, cerca de 25% de todo orçamento anual da Prefeitura de Londrina. São números impressionantes e que marcam a grandeza desse evento que ocorre todos os anos..

Além disso, são mais de 400 empregos diretos temporários, pessoas contratadas para atuar na limpeza, organização, segurança, saúde, dentre outras tantas funções. Sem falar nos empregos indiretos que são criados por conta destes dias de festa.

Shows musicais com os artistas do momento, rodeios, restaurantes, lanchonetes, exposições temáticas, parque de diversão, exposição dos animais mais belos do Brasil, são alguns dos exemplos das atrações da feira que se realiza todos os anos no Parque de Exposições Ney Braga em Londrina.

A cidade fica repleta de visitantes, todos ganham, hotéis lotados, bares e restaurantes, lanchonetes, sorveterias, os taxistas, o comércio de maneira geral, shoppings, locais de entretenimento, enfim, toda cidade. É um período que faz lembrar tempos em que Londrina crescia mais do que qualquer outro lugar do Brasil, te Leia mais

23 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
5 Comentários

Coluna do Alvaro Dias: Dinamizando o setor do agronegócio

Downlaod áudio Alvaro Dias

Alvaro Dias*

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, na última semana, o Projeto de Lei 5652/09, de minha autoria, que autoriza as cooperativas agrícolas, agroindustriais e de crédito, as associações de produtores rurais e outras pessoas jurídicas que operem no setor agroindustrial a emitir, sem intermediação de instituição financeira, títulos de crédito denominados títulos da dívida de agronegócios.

Os papéis terão prazo de resgate máximo de três anos e serão emitidos em nome do credor, mas poderão ser negociados por meio de endosso, inclusive em pregões de bolsas de mercadorias. É uma forma de alimentar e dinamizar o setor do agronegócio nesse momento de crise.

O projeto prevê que o valor de face do título será indexado a preços de produtos agropecuários in natura, e o rendimento será por deságio sobre o valor nominal ou por taxa de juros pré-fixada. O emissor do título poderá resgatá-lo pelo valor nominal ou pelo valor nominal acrescido de juros pré-fixados, conforme tiver sido definido.

Haverá ainda a possibilidade de o título ser resgatado por meio de produtos agropecuários in natura predeterminados. Será considerada, nesse caso, a média dos respectivos preços no semestre anterior ao do vencimento.

Pela proposta, que já havia sido aprovada nas comissões de Agricultura e de Finanças e Tributação da Câmara, a instituição que quiser emitir títulos da dívida do agronegócio poderá direcioná-los para investidores específicos ou distribui-los em leilões públicos, dos quais poderão participar pessoas físicas ou jurídicas habilitadas a operar no mercado financeiro. O valor de face do título múltiplo de R$ 1 mil e será indexado a preços de produtos agropecuários in natura, e o rendimento será por deságio sobre o valor nominal ou por taxa de juros pré-fixada.

O emissor do título poderá resgatá-lo pelo valor nominal ou pelo valor nominal acrescido de juros pré-fixados, conforme tiver sido definido. Haverá ainda a possibilidade de o título ser resgatado por meio de produtos agropecuários in Leia mais

23 de novembro de 2015
por Esmael Morais
27 Comentários

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O receituário do Paraná

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“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente,
o que fazemos para mudar o que somos”

Eduardo Galeano

Luiz Cláudio Romanelli*

Havia mais de uma década que esperávamos pela notícia: Paraná quarto PIB nacional, a sexta renda per capita brasileira e a avaliação de 64 indicadores, da infraestrutura ao capital humano, lhe garante o status do segundo Estado mais competitivo do país.

Estatísticas e números, em ambientes técnicos, parecem frios, comuns, não empolgam, e se misturam a dura realidade em que o país atravessa: desaceleração da atividade econômica, inflação alta, consumo baixo, eliminação de postos de trabalho e a redução de investimento público e privado.

É um quadro recessivo e exatamente por essas condições que o caso do Paraná merece uma atenção mais destacada em relação à economia de outros estados e sobre quais ambientes que o conjunto das forças produtivas criou para construir essa referência que comumente a imprensa aponta como “na contramão da crise”.

De antemão, é sempre bom que se repita: o Paraná não é uma ilha que está passando ao largo da crise. O estado está enfrentando seus percalços e deve tomar as medidas necessárias, neste atual momento, para proteger a sua economia e o emprego do paranaense. Esse é um ponto muito importante que vai nortear a minha atuação parlamentar nos próximos meses.

Agora, antes de detalhar percentuais de PIB, escalas de renda per capita brasileira e até as avaliações do The Economist que apontam o bom momento da vida do paranaense, trago outro bom exemplo: o Governo do Estado vai pagar R$ 3,9 bilhões nos próximos 30 dias de três folhas de pagamento (novembro, 13º e dezembro) dos servidores estaduais.

Aos salários somam-se já os 3,45%, pagos em outubro, de reajuste acordado com os servidores. Nos salários de janeiro serão mais 10% de aumento – ou valor integral do IPCA. Isso contando já o pagamento de progressões, promoções e outros reajustes acordados com categorias diversas do funcionalismo estadual, como a do ensino superior, da educação básica  e da saúde.

Há vários estados – do mesmo ou menor porte que o Paraná (caso do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Sergipe, entre outros) que atrasam, parcelam e escalonam os salários dos servidores e que ainda procuram soluções para o pagamento do 13º. O próprio governo federal decidiu adiar para agosto de 2016, o pagamento do reajuste dos servidores federais previsto para janeiro próximo. A justificativa é que a situação econômica do país piorou e não há dinheiro suficiente no orçamento de 2016 para cumprir com os reajustes dos servidores e convocar os aprovados em concurso.

Diga-se: o Paraná tomou as m Leia mais

27 de julho de 2015
por Esmael Morais
12 Comentários

Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O cooperativismo está salvando a lavoura

Luiz Claudio Romanelli*

“O que eu faço é simples: ponho pão nas mesas e compartilho-o”
Madre Teresa de Calcutá

Mesmo a contragosto de setores da oposição ou daqueles que apostam no quanto pior melhor, o Paraná tem o melhor exemplo de um setor que parece desconhecer a crise ao ampliar os investimentos que proporcionam mais empregos e renda, e mantêm parte considerável da economia em franco desenvolvimento.

Estou falando do agronegócio e das cooperativas agrícolas paranaenses que continuam salvando a balança comercial brasileira com os sucessivos saldos positivos, livrando o PIB nacional de índices negativos ou que não atinja o volume morto como aponta a metáfora do ex-presidente Lula. Não é a toa que o PIB paranaense é sempre superior ao brasileiro.

Alguns fatores explicam o grande impulso das cooperativas na última década e que têm o ambicioso projeto de dobrar de R$ 50,9 bilhões para R$ 100 bilhões o faturamento nos próximos cinco anos e crescer numa média de 12% ao ano. Eu aponto quatro fatores: a própria organização eficaz e dinâmica de todo sistema, a rede de cooperados espalhados pelo estado e que inclui pequenos produtores, o ambiente favorável à produção de alimentos em grande escala, a própria cultura agrícola que se criou por décadas no Paraná e o suporte e apoio do Estado neste setor que representa 77% das exportações paranaenses.

Da parte do Estado, o exemplo claro está nas linhas de créditos abertas pelo BRDE e que financiaram mais de R$ 852 milhões somente neste primeiro semestre às cooperativas e aos produtores. São nada menos que R$ 575 milhões às cooperativas e mais de R$ 277 milhões aos produtores rurais. Os financiamentos, em sua maioria, foram para projetos de investimento, principalmente, em armazenagem, suinocultura, avicultura, produção de leite e agregação de valor à produção no campo.

O Paraná tomou ainda diversas medidas para o fortalecimento do setor, entre elas, a criação da Agência de Defesa Agropecuária, a construção de 10 mil casas rurais e a recuperação e modernização de três mil quilômetros de estradas rurais com o programa Patrulha do Campo. O Estado também já formalizou parceria com a iniciativa privada que resultam em R$ 1 bilhão em obras rodoviárias, recuperação de estradas, construção de pontes e de outras obras que atendem o escoamento da produção. No programa de incentivos fiscais do governo, nove cooperativas foram incluídas e estão investindo outros R$ 924,4 milhões no interior do Estado.

De um segmento considerado primário há poucos anos, baseado quase exclusivamente na produção de grãos e de carne, a atividade está ligada à agropecuária que responde hoje por 9% do PIB paranaense e a participação sobe para 35% quando se leva em conta toda a cadeia de produção, que inclui a industrialização e outros serviços como logística e transporte. No Ipardes é o setor que registrou um crescimento de 5,9% no primeiro semestre de 2015.

Traduzindo em outros números. O Paraná tem 240 cooperativas, a maioria está no campo, que têm 900 mil cooperados e geram 1,6 milhão de empregos. Já o impulso projetado para os próximos cinco anos se justificam na média de crescimento anu Leia mais