21 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em MDB fecha com Osmar Dias no Paraná

MDB fecha com Osmar Dias no Paraná

O MDB do Paraná fechou com Osmar Dias (PDT) na disputa pelo governo do estado. A agremiação emedebista é presidida pelo senador Roberto Requião. ... 

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21 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Requião critica “Plano Haddad” por ausência de política petrolífera

Requião critica “Plano Haddad” por ausência de política petrolífera

O senador Roberto Requião (MDB-PR) foi o primeiro “aliado” do PT a criticar o “Plano Haddad” adotado como programa de governo a ser registrado no TSE. ... 

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13 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro pede bênção a embaixador dos Estados Unidos

Bolsonaro pede bênção a embaixador dos Estados Unidos

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que já bateu continência para a bandeira dos EUA, se reuniu com o embaixador norte-americano Peter Michael McKinley há menos de duas semanas.  ... 

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11 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em São claros os sinais do fim do regime neoliberal

São claros os sinais do fim do regime neoliberal

O jornalista e economista J. Carlos de Assis propõe um Grande Pacto Nacional para pôr fim ao projeto neoliberal. O acordo, segundo ele, também passaria pela renúncia de Michel Temer e a libertação de Luiz Inácio Lula da Silva, que disputaria a eleição de outubro. ... 

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18 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Bolsonaro lidera no Paraná

A lava jato criou seus ídolos e monstros na “República Paraná”, pois, segundo sondagens na praça, o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) lidera a corrida presidencial no estado. ... 

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8 de abril de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: ExpoLondrina, orgulho para Londrina, o Paraná e o Brasil

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Marcelo Belinati*

De 7 a 17 de abril Londrina estará sediando um dos mais importantes eventos do agronegócio da América Latina, a 56ª Exposição Agropecuária e Industrial, a ExpoLondrina 2016.

Em 11 dias de festa a Expo deve receber aproximadamente 500 mil visitantes e movimentar mais de R$ 450 milhões (valores do evento em 2015) somente em negócios realizados dentro da feira, ou seja, cerca de 25% de todo orçamento anual da Prefeitura de Londrina. São números impressionantes e que marcam a grandeza desse evento que ocorre todos os anos..

Além disso, são mais de 400 empregos diretos temporários, pessoas contratadas para atuar na limpeza, organização, segurança, saúde, dentre outras tantas funções. Sem falar nos empregos indiretos que são criados por conta destes dias de festa.

Shows musicais com os artistas do momento, rodeios, restaurantes, lanchonetes, exposições temáticas, parque de diversão, exposição dos animais mais belos do Brasil, são alguns dos exemplos das atrações da feira que se realiza todos os anos no Parque de Exposições Ney Braga em Londrina.

A cidade fica repleta de visitantes, todos ganham, hotéis lotados, bares e restaurantes, lanchonetes, sorveterias, os taxistas, o comércio de maneira geral, shoppings, locais de entretenimento, enfim, toda cidade. É um período que faz lembrar tempos em que Londrina crescia mais do que qualquer outro lugar do Brasil, tempos de prosperidade.

A feira tem também como característica a pujança dos primeiros pecuaristas norte paranae Leia mais

23 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: Dinamizando o setor do agronegócio

Downlaod áudio Alvaro Dias

Alvaro Dias*

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, na última semana, o Projeto de Lei 5652/09, de minha autoria, que autoriza as cooperativas agrícolas, agroindustriais e de crédito, as associações de produtores rurais e outras pessoas jurídicas que operem no setor agroindustrial a emitir, sem intermediação de instituição financeira, títulos de crédito denominados títulos da dívida de agronegócios.

Os papéis terão prazo de resgate máximo de três anos e serão emitidos em nome do credor, mas poderão ser negociados por meio de endosso, inclusive em pregões de bolsas de mercadorias. É uma forma de alimentar e dinamizar o setor do agronegócio nesse momento de crise.

O projeto prevê que o valor de face do título será indexado a preços de produtos agropecuários in natura, e o rendimento será por deságio sobre o valor nominal ou por taxa de juros pré-fixada. O emissor do título poderá resgatá-lo pelo valor nominal ou pelo valor nominal acrescido de juros pré-fixados, conforme tiver sido definido.

Haverá ainda a possibilidade de o título ser resgatado por meio de produtos agropecuários in natura predeterminados. Será considerada, nesse caso, a média dos respectivos preços no semestre anterior ao do vencimento.

Pela proposta, que já havia sido aprovada nas comissões de Agricultura e de Finanças e Tributação da Câmara, a instituição que quiser emitir títulos da dívida do agronegócio poderá direcioná-los para investidores específicos ou distribui-los em leilões públicos, dos quais poderão participar pessoas físicas ou jurídicas habilitadas a operar no mercado financeiro. O valor de face do título múltiplo de R$ 1 mil e será indexado a preços de produtos agropecuários in natura, e o rendimento será por deságio sobre o valor nominal ou por taxa de juros pré-fixada.

O emissor do título poderá resgatá-lo pelo valor nominal ou pelo valor nominal acrescido de juros pré-fixados, conforme tiver sido definido. Haverá ainda a possibilidade de o título ser resgatado por meio de produtos agropecuários in natura predeterminados. Será considerada, nesse caso, a média dos respectivos preços no semestre anterior ao do vencimento. O projeto será analisado agora pel Leia mais

23 de novembro de 2015
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O receituário do Paraná

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“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente,
o que fazemos para mudar o que somos”

Eduardo Galeano

Luiz Cláudio Romanelli*

Havia mais de uma década que esperávamos pela notícia: Paraná quarto PIB nacional, a sexta renda per capita brasileira e a avaliação de 64 indicadores, da infraestrutura ao capital humano, lhe garante o status do segundo Estado mais competitivo do país.

Estatísticas e números, em ambientes técnicos, parecem frios, comuns, não empolgam, e se misturam a dura realidade em que o país atravessa: desaceleração da atividade econômica, inflação alta, consumo baixo, eliminação de postos de trabalho e a redução de investimento público e privado.

É um quadro recessivo e exatamente por essas condições que o caso do Paraná merece uma atenção mais destacada em relação à economia de outros estados e sobre quais ambientes que o conjunto das forças produtivas criou para construir essa referência que comumente a imprensa aponta como “na contramão da crise”.

De antemão, é sempre bom que se repita: o Paraná não é uma ilha que está passando ao largo da crise. O estado está enfrentando seus percalços e deve tomar as medidas necessárias, neste atual momento, para proteger a sua economia e o emprego do paranaense. Esse é um ponto muito importante que vai nortear a minha atuação parlamentar nos próximos meses.

Agora, antes de detalhar percentuais de PIB, escalas de renda per capita brasileira e até as avaliações do The Economist que apontam o bom momento da vida do paranaense, trago outro bom exemplo: o Governo do Estado vai pagar R$ 3,9 bilhões nos próximos 30 dias de três folhas de pagamento (novembro, 13º e dezembro) dos servidores estaduais.

Aos salários somam-se já os 3,45%, pagos em outubro, de reajuste acordado com os servidores. Nos salários de janeiro serão mais 10% de aumento – ou valor integral do IPCA. Isso contando já o pagamento de progressões, promoções e outros reajustes acordados com categorias diversas do funcionalismo estadual, como a do ensino superior, da educação básica  e da saúde.

Há vários estados – do mesmo ou menor porte que o Paraná (caso do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Sergipe, entre outros) que atrasam, parcelam e escalonam os salários dos servidores e que ainda procuram soluções para o pagamento do 13º. O próprio governo federal decidiu adiar para agosto de 2016, o pagamento do reajuste dos servidores federais previsto para janeiro próximo. A justificativa é que a situação econômica do país piorou e não há dinheiro suficiente no orçamento de 2016 para cumprir com os reajustes dos servidores e convocar os aprovados em concurso.

Diga-se: o Paraná tomou as medidas que devia tomar e agora, acredito, está mais preparado que os outros estados para enfrentar a parte mais aguda da crise nacional.

Esse bom exemplo vem ao encontro dos bons Leia mais

27 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O cooperativismo está salvando a lavoura

Luiz Claudio Romanelli*

“O que eu faço é simples: ponho pão nas mesas e compartilho-o”
Madre Teresa de Calcutá

Mesmo a contragosto de setores da oposição ou daqueles que apostam no quanto pior melhor, o Paraná tem o melhor exemplo de um setor que parece desconhecer a crise ao ampliar os investimentos que proporcionam mais empregos e renda, e mantêm parte considerável da economia em franco desenvolvimento.

Estou falando do agronegócio e das cooperativas agrícolas paranaenses que continuam salvando a balança comercial brasileira com os sucessivos saldos positivos, livrando o PIB nacional de índices negativos ou que não atinja o volume morto como aponta a metáfora do ex-presidente Lula. Não é a toa que o PIB paranaense é sempre superior ao brasileiro.

Alguns fatores explicam o grande impulso das cooperativas na última década e que têm o ambicioso projeto de dobrar de R$ 50,9 bilhões para R$ 100 bilhões o faturamento nos próximos cinco anos e crescer numa média de 12% ao ano. Eu aponto quatro fatores: a própria organização eficaz e dinâmica de todo sistema, a rede de cooperados espalhados pelo estado e que inclui pequenos produtores, o ambiente favorável à produção de alimentos em grande escala, a própria cultura agrícola que se criou por décadas no Paraná e o suporte e apoio do Estado neste setor que representa 77% das exportações paranaenses.

Da parte do Estado, o exemplo claro está nas linhas de créditos abertas pelo BRDE e que financiaram mais de R$ 852 milhões somente neste primeiro semestre às cooperativas e aos produtores. São nada menos que R$ 575 milhões às cooperativas e mais de R$ 277 milhões aos produtores rurais. Os financiamentos, em sua maioria, foram para projetos de investimento, principalmente, em armazenagem, suinocultura, avicultura, produção de leite e agregação de valor à produção no campo.

O Paraná tomou ainda diversas medidas para o fortalecimento do setor, entre elas, a criação da Agência de Defesa Agropecuária, a construção de 10 mil casas rurais e a recuperação e modernização de três mil quilômetros de estradas rurais com o programa Patrulha do Campo. O Estado também já formalizou parceria com a iniciativa privada que resultam em R$ 1 bilhão em obras rodoviárias, recuperação de estradas, construção de pontes e de outras obras que atendem o escoamento da produção. No programa de incentivos fiscais do governo, nove cooperativas foram incluídas e estão investindo outros R$ 924,4 milhões no interior do Estado.

De um segmento considerado primário há poucos anos, baseado quase exclusivamente na produção de grãos e de carne, a atividade está ligada à agropecuária que responde hoje por 9% do PIB paranaense e a participação sobe para 35% quando se leva em conta toda a cadeia de produção, que inclui a industrialização e outros serviços como logística e transporte. No Ipardes é o setor que registrou um crescimento de 5,9% no primeiro semestre de 2015.

Traduzindo em outros números. O Paraná tem 240 cooperativas, a maioria está no campo, que têm 900 mil cooperados e geram 1,6 milhão de empregos. Já o impulso projetado para os próximos cinco anos se justificam na média de crescimento anual de 15,9% anual entre 2010 e 2014. As cooperativas representam 80% do faturamento total do setor e devem chegar em 2020 com um montante de R$ 80 bilhões em receitas.

São números e Leia mais

14 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Agora vai. Finalmente, Osmar Dias entra na campanha de Dilma

Osmar Dias deixou o conforto do ar condicionado, em Brasília, para dedicar-se à  campanha pela reeleição de Dilma; vice-presidente do Banco do Brasil se licenciou do cargo para convencer o agronegócio dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a votar na petista; agora vai? (Foto: Arthur Wistuba).

Osmar Dias deixou o conforto do ar condicionado, em Brasília, para dedicar-se à  campanha pela reeleição de Dilma; vice-presidente do Banco do Brasil se licenciou do cargo para convencer o agronegócio dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a votar na petista; agora vai? (Foto: Arthur Wistuba).

Demorou, mas ocorreu. A duas semanas para eleição do segundo turno, o vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Osmar Dias, presidente licenciado do PDT do Paraná, deixou o conforto do ar condicionado em Brasília para dedicar-se à  reeleição de Dilma Rousseff. ... 

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27 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Candidato do PSTU defende estatização geral em sabatina

Defendendo a estatização das empresas, a participação dos trabalhadores no Executivo e as manifestações de rua, Rodrigo Tomazini, o candidato do PSTU ao governo do Estado, foi o penúltimo entrevistado do ciclo de sabatinas da Rede Mercosul/Record News Paraná, na noite da última terça-feira, 26.

O PSTU apoia as manifestações do último ano, tanto que fomos nós que começamos com o movimento Passe Livre, em São Paulo. Só não achávamos que iam tomar as proporções que tiveram!, disse o candidato que foi entrevistado por uma hora pela diretora de Jornalismo da emissora, Ligia Gabrielli, o colunista da Rede, Eduardo Simões, e os jornalistas de política Roger Pereira e Elizabete Castro, do portal Vanguarda Política. A sabatina foi assistida por alunos da PUCPR e da Uninter.

O candidato explicou que o PSTU fazia parte do PT, mas que foi expulso! do partido, tornando-se independente em 1993.

Temos muito orgulho em dizer que o homem que assinou a expulsão do PSTU pelo PT está atrás das grades. Obrigado, José Dirceu!, ironizou e afirmou que os pensamentos dos partidos já estavam divergentes.

Nós saímos à s ruas para pedir o impeachment do Collor, em 1992. Nós sempre prezamos pela população e uma melhor condição para o governo.! Para Tomazini, o PT é controverso.

O presidente Lula entrou antes das privatizações e afirmou que reverteria a situação. A Dilma falou que não privatizaria e o que ela fez com os portos e aeroportos?!, questionou.

Tomazini defende a estatização de vários setores: da educação à  saúde, do transporte coletivo à  agricultura e pecuária.

Vamos confiscar as empresas de agronegócios. O Estado é quem deve ter controle dos produtos que chegam à  mesa do consumidor!, comenta e acredita que o MST está muito soft!.

O governo da Dilma fez menos reforma agrária que os outros governos!, atacou. A educação foi deixada de lado pelo Estado e é por isso que os pais procuram as escolas particulares para seus filhos. Queremos mudar esse quadro.!

O candidato é favorável ao transporte gratuito para o estudante.

Todos chamam de transporte público, mas de público não tem nada. Para que subsidiar se quem vai lucrar são as empresas?!, questionou e complementou: Hoje, sabemos que as empresas ganham rios de dinheiro e é por isso que defendemos a estatização. Os contratos possuem muitas falhas, não só do transporte, como do pedágio também.!

Outra bandeira de Tomazini é recuperar o Banco do Estado do Paraná, que foi vendido ao grupo Itaú no governo Lerner e quer fiscalização e participação da população.

Precisamos romper a dívida do Banestado que foi feita na gestão do Jaime Lerner. Ninguém pega um empréstimo de R$ 10 mil para reformar uma casa e a vende por R$ 2 mil. O Estado Leia mais