Gleisi Hoffmann exige investigação da Transparência Internacional: uma ONG em conluio com a Lava Jato

A deputada Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, levanta sérias suspeitas sobre a Transparência Internacional (TI) e seu papel duvidoso durante os anos de 2014 a 2021, alegando uma colaboração obscura com a Operação Lava Jato. Segundo Hoffmann, a TI, que deveria ser um farol de transparência, esteve envolvida em conluio com figuras chave da Lava Jato, como Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Em uma postagem contundente no antigo Twitter, a líder petista acusa a TI de ser mais do que uma mera observadora, alegando que seus dirigentes foram além, tornando-se cúmplices nas tentativas de apropriação indevida de recursos públicos.

O Blog do Esmael repercutiu em dezembro de 2020 uma malandragem da “Intransparência Internacional”, que foi flagrada pelo antigo PGR Augusto Aras abiscoitando R$ 270 milhões para uma suposta caixa-preta da Lava Jato. Na época, o PT classificou como “escândalo” a descoberta do procurador-geral da República, que bloqueou o repasse milionário para clone de fundação da força-tarefa do MPF.

jQuery(document).ready(function() { $(window).scroll(function () { var set = $(document).scrollTop()+"px"; jQuery('#float-banner').animate({ top:set }, { duration:1000, queue:false }); }); });

Aras proibira a tentativa de transferência de R$ 270 milhões da J&F – holding dona da JBS – a uma fundação “sem fins lucrativos”. A manobra desmascarou mais uma organização criada pela força-tarefa de Lava Jato. Dessa vez, a ideia era criar uma fundação com a ajuda da ONG Transparência Internacional. A J&F estava prestes a depositar o dinheiro à fundação que teria o mesmo objetivo da outra, criada sob a supervisão de Deltan Dallagnol, bombardeada pelo Supremo Tribunal Federal.

Ao longo dos anos, a Transparência Internacional ganhou renome por seu trabalho na promoção da transparência e combate à corrupção em escala global. Contudo, as alegações de Gleisi Hoffmann lançam uma sombra sobre essa reputação. Hoffmann aponta para o relatório anual da TI, divulgado recentemente, como o catalisador de suas dúvidas. A indicação de ministros e a escolha do procurador-geral foram criticadas pela ONG, mas Hoffmann enxerga isso como mais do que uma simples discordância política.

A dirigente petista se referia à oposição da “Intransparência Internacional” à indicação pelo presidente Lula dos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF), bem como do procurador Paulo Gonet para o cargo de novo PGR.

Economia

Em sua postagem no antigo Twitter, Gleisi Hoffmann expressa indignação com as acusações da TI, rotulando a indicação de ministros e do procurador-geral como retrocessos. A presidenta do PT confronta diretamente a ONG, questionando suas intenções e exigindo transparência em suas próprias operações. Hoffmann vai além, sugerindo que a TI deveria explicar seus vínculos com figuras controversas como Moro e Dallagnol.

Até o momento, a Transparência Internacional não emitiu uma resposta pública às acusações de Gleisi Hoffmann. A falta de esclarecimentos por parte da ONG pode aumentar a especulação em torno de sua conduta durante os anos cruciais da Lava Jato. A postura de silêncio da TI pode levantar ainda mais questionamentos sobre sua independência e imparcialidade.

Gleisi Hoffmann destaca que as investigações sérias revelaram a alegada cumplicidade da TI nas ações de Moro e Dallagnol. A líder petista argumenta que a ONG não apenas observou, mas tornou-se uma parceira nas tentativas da dupla de se apropriar ilegalmente de recursos públicos. As acusações apontam para uma colaboração que vai além da mera avaliação externa, colocando a TI no centro de controvérsias que cercam a Lava Jato.

A sorte da Transparência Internacional, segundo Hoffmann, foi sua interrupção pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A presidenta do PT ressalta que o STF atuou como um guardião da justiça ao barrar as tentativas de apropriação indevida de recursos públicos. Ainda assim, a questão sobre a conduta ética da TI permanece, e a resposta do STF levanta perguntas sobre como outras instituições e organizações internacionais encarariam essas alegações.

2 Replies to “Gleisi Hoffmann exige investigação da Transparência Internacional: uma ONG em conluio com a Lava Jato”

  1. Que o Moro e Deltan são dois canalhas, corruptos e dissimulados, isso, muitos brasileiros não tem dúvidas. Só a turma que os idolatra que ainda acredita na “moralidade” de ambos, nem os bozistas, botam fé neles. Um já está fora da política e da vida pública o outro no próximo mês será a bola da vez. E espero que ambos nunca mais apareçam em ações públicas, pois são dois vagabundos, que usaram da toga e a influência pública para se beneficiarem. Só que esperava uma punição mais exemplar para ambos. O que um já levou para mim é café pequeno. Tinha que estar trancafiado pelo que fez a economia brasileira e por ter gerado um aumento no desemprego de muitos trabalhadores, ao acusarem suas empresas de corruptas. O Brasil perdeu com estes dois “paladinos”. na verdade como sempre disse, são mais para Coringa e Pinguim, do que para Batman e Robin. Cela para o dois e alguns anos vendo o Sol nascer quadrado é o que eles merecem. E esta “ONG” trambiqueira, tem que responder por seus crimes, aqui ou em uma corte internacional, o Governo Federal tem que tomar atitudes mais severas e a punir também, e caso tenham algum escritório no Brasil, o fechar e expulsar seus colaboradores daqui. Já chega os lavajistas e bolsonaristas para dificultar a vida do brasileiro, não precisamos de ONG mandraque também.

Comments are closed.