Revolução Francesa, a Tomada da Bastilha, ocorria há 231 anos

Em 14 de julho de 1789, a Queda da Bastilha foi um evento central da Revolução Francesa cujo lema era ‘igualdade, fraternidade e igualdade’ influenciou o mundo inteiro. Hoje faz 231 anos.

A Tomada da Bastilha é considerada a passagem do “Antigo Regime” –baseado na monarquia absolutista– que era divido entre as classes nobreza, clero e povo (incluindo a burguesia, que tomou o poder).

O estopim para a Revolução Francesa foram a crise financeira, divisão social com privilégio para alguns, isenções de impostos para poucos e taxação para muitos, depressão econômica, fome, banditismo da realeza.

Com ideal iluminista e liberal, foi aprovada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que define os direitos individuais e coletivos dos homens (tomada, teoricamente, a palavra na acepção de “seres humanos”) como universais.

Embora com objetivos distintos, os marxistas liderados por Vladimir Lenin se inspiraram nos franceses para fazer a Revolução Socialista Russa em 1917.

No período do Terror, entre 1793 e 1795, constataram-se 15 mil mortes na guilhotina.

Na época dos Jacobinos, a ala mais radical da Revolução Francesa, não titubeava em guilhotinar [cortar o pescoço] daqueles que se opunham aos objetivos da Queda da Bastilha.

Até Maximilien de Robespierre, o presidente da Convenção Nacional, acabou sendo guilhotinado por seus pares. Foi Robespierre quem mandou o rei Luís XVI para a guilhotina.

Qualquer semelhança com o atual quadro político brasileiro é mera semelhança.

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Fora Bolsonaro: Entidades farão entrega de pedido de impeachment nesta terça

Um numeroso grupo de entidades da sociedade civil fará a entrega, nesta terça-feira (14), de um documento que pede o impeachment do presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional. O ato será na Câmara dos Deputados, em Brasília, às 10h.

O ato simbólico, respeitando todos os protocolos de distanciamento social será realizado em frente ao Congresso Nacional, informa a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Representantes de centrais sindicais, movimentos sociais, entidades estudantis e populares participarão da entrega do documento que demanda do presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o início do processo de impeachment do atual presidente por diversos crimes de responsabilidades praticados nesses 18 meses de governo.

A Campanha Fora Bolsonaro, que teve início na última sexta-feira (10), com atos e panelaços em todo o país será reforçada nesta fase. O presidente da CUT ressalta que a campanha ganhará corpo nas bases sindicais da CUT.

“É uma campanha que visa conquistar a maioria do povo brasileiro e a pressão popular pela saída do Bolsonaro. O presidente da Câmara, o Rodrigo Maia, já disse inclusive publicamente que todos os pedidos de impeachment que ele receber, ele vai sentar em cima porque impeachment só acontece se for pelo clamor popular”, diz Sérgio que conclui: “Esse é o nosso papel, Nós vamos mobilizar o povo, fazer disso nossa principal bandeira e ter o clamor popular pela saída de Bolsonaro”.

*Com informações da CUT