Pedro Parente foi derrubado por petroleiros e caminhoneiros em greve

As greves dos caminhoneiros e dos petroleiros foram os motivos para a demissão de Pedro Parente da Petrobras. Os dois movimentos expuseram a criminosa política de reajustes dos combustíveis praticados pela estatal desde outubro de 2016.

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O esquema inaugurado por Parente, após o golpe que derrubou Dilma, consistiu em atrelar os aumentos abusivos na variação do dólar e na cotação internacional do petróleo.

Parente caiu porque o dólar e o petróleo dispararam e os consumidores se deram conta que estavam sendo roubados para enriquecer alguns acionistas estrangeiros da Petrobras.

Além disso, os brasileiros descobriram na prática que recebiam seus salários em real, mas pagam pelos combustíveis em dólar.

Para usar a expressão do presidente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, “Pedro Parente vai tarde!”.

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