Governadora do Paraná continua expurgando aliados do tucano Beto Richa

Publicado em 3 junho, 2018
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A governadora do Paraná, Cida Borghetti (PP), continua o expurgo de tucanos aliados do antecessor Beto Richa. A “faxina” atingirá esta semana a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (CELEPAR), órgão que mantinha contrato com o instituto de pesquisa Ibope.

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Depois de mandar desinfetar o Palácio Iguaçu, após assumir o cargo, no início de abril, Cida deu início à “Operação Limpol” que consiste na demissão de aliados do ex-governador com broncas no crime.

Além da Celepar, a “Operação Limpol” também varreu na quarta (30) 43 cargos em comissão de “consultor estratégico” na Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná) cujo salário de cada um chegava a R$ 25 mil por mês.

“A Operação Limpol está apenas começando”, afirma um palaciano ouvido pelo Blog do Esmael.

“Não aceitarei desvio de conduta de nenhum membro do governo”, disse a governadora Cida Borghetti durante criação, no começo do mês, da Divisão de Combate à Corrupção no Governo do Paraná.

Nos últimos dias perderam os respectivos cargos Deonilson Roldo (ex-chefe de gabinete de Richa e diretor da Copel); Juraci Barbosa, secretário de Estado do Planejamento (conhecido operador financeiro nas campanhas de Beto Richa); Ezequias Moreira, secretário do Cerimonial e Relações Internacionais (também ex-chefe de gabinete de Richa).

No final deste mês, segundo o Palácio Iguaçu, será a vez de a ex-primeira-dama Fernanda Richa perder o cargo na Secretaria da Família. Em seu lugar, muito provavelmente, será escalada a advogada Cristina Maranhão Gomyde.

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