Maioria dos presidenciáveis diz NÃO ao atentado contra a caravana de Lula

Com exceção de Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL), a maioria dos pré-candidatos à Presidência da República manifestou repúdio ao atentado a tiros que sofreu a caravana de Lula pelo Sul do país nesta terça-feira (27). Confira as declarações de Guilherme Boulos (PSOL), Manuela D´Avila (PC do B), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (MDB).

Guilherme Boulos (PSOL)
“Os fascistas ultrapassaram qualquer limite. Toda solidariedade a Lula contra as agressões. É momento de unidade democrática e de resistência ativa. Com fascismo não se brinca.”

Manuela D´Avila (PC do B)
“Transformemos o ato da caravana de Lula de hoje, em Curitiba, num grande ato de resistência ao fascismo e ao ódio. De reafirmação do compromisso com a democracia.”

Ciro Gomes (PDT)
“Isso é um ato de barbárie que só pode ser reagido com uma providência: severa e veloz punição dos culpados. (…) Não podemos deixar sob pendência a apuração de quem fez aquilo e levá-lo às barras dos tribunais. Isso para ontem.”

Marina Silva (Rede)
“O uso da violência com motivações políticas é uma afronta ao regime democrático. Devemos lutar pelo direito a livre manifestação e pelo respeito às instituições da Justiça, que são preceitos constitucionais e alicerces fundamentais da nossa democracia.”

Henrique Meirelles (MDB)
“O que aconteceu ontem no Paraná foi um atentado contra a liberdade de expressão de um líder político e isso é inadmissível numa democracia.”

Geraldo Alckmin afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que “o PT está plantando o que colheu” e Jair Bolsonaro disse que os petistas “vitimizam-se e culpam terceiros pelos seus crimes.”

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