Lula é ‘carta no baralho’ mesmo inelegível, avalia Estadão

O Estadão fez matéria acerca da condenação do ex-presidente Lula que, ao longo das últimas horas, foi editando, editando, editando… até chegar à conclusão de que o petista, mesmo inelegível, é ‘carta no baralho’ de 2018.

“A avaliação predominante, incluindo a de políticos ligados a setores do campo de centro-direita, é de que o ex-presidente, mesmo condenado, não pode ser considerado carta fora do baralho. Eventual absolvição em segunda instância, avaliam, fortaleceria sua candidatura, pois daria respaldo ao discurso de que ele é vítima de perseguição política. Uma vez impedido de disputar a eleição, seria um forte cabo eleitoral. “Do ponto de vista político, é melhor tratá-lo como candidato”, diz o jornalão citando Rafael Cortez, cientista político e analista político sênior da Tendências Consultoria Integrada.

Antes, porém, o mesmo Estadão, havia registrado que mesmo condenado e a sentença confirmada pela segunda instância, com base nos precedentes, Lula ainda poderia disputar as eleições de 2018.

A conversa do jornalão paulista é de que essas crises deverão multiplicar candidaturas, fortalecer nomes de fora da política e arrefecer o chamado “discurso ético” nas campanhas.

Sem Lula na corrida presidencial, avalia o porta-voz da burguesia paulista, diminuem as chances do prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) e aumentam as possibilidades do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ou seja, Doria seria considerado como um eventual anti-Lula.

21 Comentários

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  1. Estadão é porta voz da direita golpista´, mesmo assim é pista do que a corja está preparando pra não ser presa. Lula só governa em paz, se Dilma voltar, anular todas as arbitrariedades cometidas pelos golpistas e pedir eleições gerais. Se não mudarmos o congresso, a bandidagem vai continuar mandando.

  2. NAO SE META NESSE ASUNTO SAO 200 MIL DOLARES E PONTO FINAL ALGUEM TEM QUE PAGAR NAO QUERO UM CENTAVO DADA SISI DE PRA QUEM ELES QUIZER

  3. lula não serve nem como diabo pra limpar o esgoto da corrupção que ele causou

    • Quem não serve é voce, seu merda. Burro, maria vai com as outras. Tu és um pobre imbecil, defendendo burguês. Ignorante, desenformado. Como existem tanta gente burra
      nesse país; defendendo a direita que tirou nossos direitos………

      • burrrrrrrro ou BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBUUUUUURRRRO É vc que não tem argumento seu mané. So sabe falar bosta é? é isso que tu tens na boca? Cagão!

  4. Num baralho paralelo, fora de uso.

  5. Sabem da ultima? Os advogados de Lula já entraram com o pedido de AUXILIO RECLUSÃO”, mas é muita cara de pau mesmo!!!!

  6. Quando um juiz condena alguém admitindo em sua sentença não haver provas contra esta pessoa,fica claro para mim que é uma sentença política! E se eu tinha dúvidas quanto em quem votar , agora não tenho mais !

    • Ronaldão, você está mal informado ou mal influenciado. Se tiver paciência e boa vontade, leia os motivos e as provas que embasaram a sentença do juiz.

      Resumo das provas consideradas por Moro para condenar Lula:

      documentos apreendidos na casa de Lula sobre o triplex;
      documentos apreendidos na sede da cooperativa Bancoop;
      documentos apreendidos na OAS;
      notas fiscais da OAS e outras empresas contendo itens da reforma do imóvel;
      mensagens de celular de Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, se referindo ao projeto do “chefe” e para marcar com a “madame”;
      mensagens no celular de Paulo Gordilho, arquiteto e ex-executivo da OAS, citando reformas em “sítio” e “praia”;
      testemunhos de Paulo Gordilho declarando que tinha conhecimento de que o triplex estava reservado para Lula desde 2011;
      mensagens no celular de Marcos Ramalho, executivo da OAS, citando visita ao triplex de Fábio Luis, filho de Lula, em 2014;
      testemunhos de funcionários da OAS que disseram que a empreiteira não costumava personalizar imóveis à venda;
      testemunho de gerente da OAS, que disse ter acompanhado visita de Lula e Marisa ao triplex no início de 2014;
      testemunho de engenheira da OAS, que disse que acompanhou visita de Marisa e Fábio ao apartamento em agosto de 2014;
      testemunho de funcionário da empresa Kitchens, que confirmou a contratação para duas cozinhas, no triplex e de um sítio em Atibaia;
      testemunho de sócio da Tallento, que disse que acompanhou visita de Marisa e Fábio ao triplex;
      testemunho de zelador do Solaris, que confirmou visita de Lula e Marisa e de nenhum terceiro;
      depoimento de Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, confirmando o esquema criminoso da Petrobras e que se reuniu com Lula para tratar do triplex em 2014;
      depoimento de Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor da área de Óleo e Gás da Construtora OAS, confirmando o pagamento de propinas na Petrobras e que ouviu que o triplex e o sítio em Atibaia seriam debitados do crédito do PT com vantagens indevidas;
      nota do Instituto Lula, de 2014, com incongruências;
      contradições de Lula em interrogatório.

      Detalhes das provas que basearam a sentença:

      1- Mensagens de celular

      Troca de mensagens em 12 e 13/02/2014 entre Leo Pinheiro e Paulo Gordilho:

      Paulo Gordilho: “O projeto da cozinha do chefe tá pronto, se marcar com a Madame pode ser a hora que quiser.

      Leo Pinheiro: “O Fábio ligou desmarcando.”

      “Madame” é referência a Marisa Letícia Lula da Siva, e “Fábio” é referência ao filho de Lula, Fábio Luis Lula da Silva, segundo a decisão de Moro.

      Troca de mensagens entre Leo Pinheiro e Marcos Ramalho, em 21/08/2014, sobre visita ao triplex:

      Marcos Ramalho: “Dr. Leo. Alterado para 10:30. Falei com Cláudia e agora falei o Fábio (filho).”

      A PF verificou que o telefone citado nas mensagens pertence a Fábio Luis.

      2- Depoimentos de envolvidos

      Depoimento de Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, que confirma esquema de corrupção na Petrobras e que se reuniu com Lula para tratar do triplex em 2014. Ele afirmou que João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, lhe procurou e teria dito que haveria uma unidade da “família do presidente Lula” no emprendimento em Guarujá, a fim de convencê-lo a assumir uma obra que não ficava em capital. Após a aprovação pelo setor técnico da OAS, concordou em assumir as obras. Disse ainda que os projetos de reforma do sítio e do apartamento no Guarujá foram discutidos em conjunto com o ex-presidente. Leo Pinheiro afirmou que o imóvel era para o pagamento de vantagens indevidas e que era uma “regra do mercado”;
      Leo Pinheiro afirmou, ainda que debitou, da conta corrente de propinas as despesas que a OAS teria tido com a transferência dos empreendimentos imobiliários da Bancoop para a empreiteira;
      Paulo Gordilho declarou que tinha conhecimento de que o triplex estava reservado para Lula desde 2011 e que os projetos de reforma do sítio de Atibaia e do apartamento no Guarujá foram aprovados em reunião com o ex-presidente em São Bernardo do Campo;
      Roberto Moreira Ferreira, ex-executivo da OAS, confirmou que não houve qualquer pagamento do ex-presidente e da esposa pelo imóvel, admitiu que esteve na visita ao apartamento em fevereiro de 2014 e que, depois da visita, foi a ele solicitado um projeto de reforma do apartamento e que incluiu: alteração de escada, colocação de piso, churrasqueira e cozinha, reparo na piscina, adequação do deck da piscina, instalação de elevador privativo, de armários nos quartos, e ainda de eletrodomésticos, entre outras coisas.
      Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor da Área de Óleo e Gás da Construtora OAS, confirmou o pagamento de propinas na Petrobras e que ouviu que o triplex e o sítio em Atibaia seriam debitados do crédito do PT com vantagens indevidas;
      Encarregado especificamente dos contratos da Construtora OAS com a Petrobras, Agenor confirmou, segundo Moro, que Leo Pinheiro interferiu junto ao governo federal para que a OAS passasse, ao final de 2006, a ser convidada para grandes obras na estatal. Também declarou que os contratos envolviam pagamento de propinas de 2% a agentes públicos e políticos e que os contratos na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR) e na Refinaria do Nordeste Abreu e Lima (RNEST) foram obtidos mediante ajuste fraudulento de licitação.

      3- Depoimentos de testemunhas

      Ricardo Marques Imabassy, gerente financeiro e diretor financeiro da OAS, e Carmine de Siervi Neto, diretor superintendente da OAS, disseram que não era a praxe da OAS personalizar imóveis à venda;
      Engenheira da OAS disse que acompanhou visita de Marisa e Fábio ao apartamento em agosto de 2014. Segundo Mariuza Aparecida da Silva Marques, a visita era para verificar se o apartamento estaria ficando bom com a reforma. Disse ainda que não ouviu qualquer discussão sobre preço da reforma durante a visita, e que Marisa era tratada como uma pessoa para a qual o imóvel havia sido destinado;
      Gerente da OAS disse que acompanhou visita de Lula e Marisa ao triplex no início de 2014. Segundo Igor Ramos Pontes, no mês seguinte, foi iniciada uma reforma do ímóvel para a qual foi contratada a Tallento Construtora;
      Funcionário da empresa Kitchens confirmou contratação para duas cozinhas, do triplex e de um sítio em Atibaia. Rodrigo Garcia da Silva disse que o projeto era direcionado a um diretor da OAS;
      Armando Dagre Magri, sócio da Tallento, disse que acompanhou visita de Marisa e Fábio ao triplex e afirmou que, em sua opinião, as reformas realizadas no apartamento seriam uma “obra de personalização”;
      Zelador do Solaris confirmou visita de Lula e Marisa e de nenhum terceiro ao triplex e que era de “conhecimento comum no prédio” que o apartamento pertenceria a Lula. Disse ainda que foi orientado pelo engenheiro Igor Pontes Ramos, da OAS, “que não era para falar que o apartamento pertencia ao senhor Luiz Inácio e a dona Marisa, nem que eles compareceram ao apartamento, era para falar que o apartamento pertencia à OAS, isso ele foi bem enérgico comigo”.

      4- Contradições de Lula em interrogatórios

      Segundo o juiz, Lula afirmou em um primeiro interrogatório que decidiu não comprar o triplex após a segunda visita de sua esposa. Ele disse: “eu tomei a decisão de não ficar com o apartamento”. Já no interrogatório judicial, Lula disse que refutou a aquisição já na primeira visita, sendo que Marisa seguiu com interesse, mas também desistiu da compra depois da segunda visita em agosto.
      À polícia, Lula afirmou que Leo Pinheiro ficou de apresentar um “projeto” e que Marisa teria desistido na segunda visita porque não havia sido feita a reforma. Já no interrogatório, disse que não houve nenhuma promessa de reforma.
      Moro afirma que Lula negou, inicialmente, ter conhecimento sobre a venda do apartamento 141 a terceiros. Depois, o petista disse que Leo Pinheiro havia contado a ele sobre a venda da unidade numa das visitas que o ex-presidente fez ao triplex, segundo ele, a convite de Leo Pinheiro, em 2014.

      Moro aponta contradições de Lula nos depoimentos à polícia e em Juízo. No primeiro, “há reformas e o ex-presidente tomou as decisões de não ficar com o imóvel”. No segundo, “as reformas desaparecem, além de ser apontada Marisa Letícia Lula da Silva como a responsável pela tomada final de decisão”, diz o juiz.

      5- Documentos sobre o Solaris e reserva do triplex

      Perícia sobre os equipamentos de informática apreendidos na Bancoop mostra que, apesar da referência à Marisa Letícia como compradora do apartamento 141, consta, em relação ao 174 (depois triplex 164-A), que se trata de “Vaga reservada” – a única unidade com tal anotação;
      Tabela de venda de apartamento no Condomínio Solaris com data de fevereiro de 2012: consta que a unidade triplex não está à venda;
      Documentos apreendidos na OAS com listas de contratos e proprietários dos apartamentos no Condomínio Solaris não tem identificação do proprietário do apartamento 164-A;
      Carta datada de 15/02/2011 dirigida pela Bancoop para a OAS solicita informações sobre a situação de cooperados específicos transferidos à OAS, “uma vez que os mesmos ainda não assinaram o termos de demissão/restituição”. No Empreendimento Mar Cantábrico, há referência a dois nomes de cooperados que não teriam assinado termo de desistência até esta data. Entre eles, não estão Luiz Inácio Lula da Silva e a sua esposa.

      Ocorre que eles ali deveriam estar, já que também não haviam assinado termo de desistência até então, nem haviam formalizado a opção de compra, diz Moro.

      6- Documento rasurado apreendido na Bancoop

      Formulário original da “Proposta de adesão sujeita à aprovação” assinada por Marisa em 12/04/2005 relativamente à aquisição no Edifício Navia no Empreendimento Mar Cantábrico, pelo valor de R$ 195.000,00, de uma unidade habitacional. Também foram encontradas mais duas vias do mesmo documento.

      Segundo Moro, esse documento foi rasurado. A conclusão do laudo pericial é que “a numeração original colocada no campo APTO/CASA sofreu alteração por acréscimo denominada inserção, sem prévia alteração substrativa, isto é, os lançamentos anteriores não foram suprimidos”. Conclui-se ainda que, originalmente, a proposta foi preenchida com o número “174” para identificação da unidade em aquisição, sendo em seguida sobreposto a ele o número “141”.

      O apartamento 174 corresponde ao apartamento que, com a transferência do empreendimento à OAS, se transformaria no apartamento triplex de nº 164-A. O laudo complementar e o parecer do assistente técnico não divergem quanto a esta conclusão. Quanto à rasura do lado esquerdo, constatou-se que, no documento, encontrava-se lançada a palavra “TRiPLEX”, dessa forma, sendo ela, posteriormente, rasurada. Não foi possível identificar a autoria dos manuscritos ou o momento temporal das rasuras.

      “Termo de declaração, compromisso e requerimento de demissão do quadro de sócios da seccional Mar Cantábrico da Bancoop” em nome de Marisa Letícia Lula da Silva, relativamente à unidade 141, e que se encontra por ela subscrito. Consta que valor total pago seria de R$ 209.119,73, o que corresponderia aos pagamentos corrigidos até agosto de 2009, com início de devolução prevista para 27/10/2010. A data do termo não se encontra, porém, preenchida, havendo apenas referência ao ano de 2009.
      Outra via do mesmo termo, acompanhado com os cálculos dos valores pagos corrigidos. Pelos cálculos ali constantes, verifica-se que o ex-Presidente e Marisa Letícia Lula da Silva pagaram cinquenta de setenta prestações, no total de R$ 179.650,80. A última parcela teria sido paga em 15/09/2009.
      “Termo de declaração, compromisso e requerimento de demissão do quadro de sócios da Bancoop”, também assinado por Marisa Letícia Lula da Silva, mas desta vez datado de 02/12/2013. Abaixo, no mesmo documento, consta trecho preenchido pela Bancoop informando que a “demissão” teria sido acatada em 26/11/2015.

      Para Moro, as datas que constam nos documentos podem ser fraudulentas, pois sequer conferem com o álibi apresentado pela própria defesa de Lula, de que só teria havido desistência da aquisição em 2014. Segundo ele, Marisa afirmou em uma ação que foram subscritos só em novembro de 2015.

      “É certo, porém, que, apesar desses documentos, não houve a devolução de valores pagos ao ex-presidente e Marisa Letícia Lula da Silva, nem pela OAS Empreendimentos, nem pela Bancoop, o que é indicativo de que os referidos termos de desistência foram assinados extemporaneamente”, escreveu o juiz.

      7- Reportagem sobre o triplex

      Reportagem do jornal “O Globo” de 2010 com o título: “Caso Bancoop: triplex do casal Lula está atrasado”. A matéria, segundo Moro, é bastante relevante do ponto de vista probatório, pois foi feita em 10/03/2010, com atualização em 01/11/2011, ou seja, quando não havia qualquer investigação ou sequer intenção de investigação envolvendo Lula ou o referido apartamento triplex.

      “A informação, por forma desconhecida vazou, foi publicada e não foi desmentida. Aliás, segundo a referida matéria ‘a Presidênca confirmou que Lula continua proprietário do imóvel'”, diz Moro.

      8- Documentos sobre transferência do empreendimento do Bancoop para a OAS

      Acordo para finalização da construção dos prédios e da transferência de direitos da Bancoop para a OAS foi celebrado em 08/10/2009. Segundo ele, os cooperados tinham o prazo de 30 dias para assinar novos contratos com a OAS ou desistir da aquisição, recebendo parte dos valores pagos de volta;

      Segundo Moro, não consta que Lula ou sua esposa teriam tomado qualquer uma das providências.

      Edital de convocação de 14/10/2009 foi subscrito pelo então Diretor Presidente da Bancoop João Vaccari Neto;
      Petição da OAS em 29/08/2011 ao Ministério Público de São Paulo, na qual consta histórico do empreendimento e a informação de que haveria 112 unidades no Condomínio Solaris e que “foram vendidas 111 para ex-cooperados da Bancoop, bem como 1 unidade para novo adquirente”.

      9- Quebra de sigilo fiscal de Lula

      Declaração de renda: verificou-se que Lula apresentava declaração de rendimentos conjunta com Marisa. Nas declarações de 2010 a 2015 – anos calendários 2009 a 2014 – consta a declaração da titularidade de direitos sobre a unidade habitacional nº 141, Edifício Navia, Residencial Mar Cantábrico, no valor de R$ 179.298,96, sem qualquer alteração de valor no período.
      Na declaração de 2016, apenas nesta, apresentada em 27/04/2016, portanto, posterior ao início das investigações, consta alteração quanto ao referido bem, sendo informado que teria havido desistência e requerimento de devolução dos valores pagos em novembro de 2015 junto à Bancoop, sem efetiva devolução.

      Na sentença, Moro afirma que pelas próprias declarações de rendimentos apresentadas pelo ex-presidente, “tem-se que não houve alteração formal da contratação junto à Bancoop ou à OAS Empreendimentos antes do início das investigações”.

      10- Nota do Instituto Lula

      Na condenação, Moro cita nota do Instituto Lula divulgada em 12/12/2014 na qual diz que Marisa Letícia tinha apenas uma cota quitada no empreendimento. Segundo a decisão, a cota não estava quitada, tendo sido pagas somente 50 de 70 prestações relativas ao imóvel.

      11- Busca e apreensão na casa de Lula em São Bernardo

      O que foi encontrado: documentos relativos à aquisição de apartamento pelo ex-presidente e sua esposa, Marisa Letícia, no então Residencial Mar Cantábrico – que depois se chamaria Solaris.

      Documento assinado por Marisa: termo de adesão e compromisso de participação, datado de 01/04/2005 do apto 141 com 3 dormitórios, preço estimado de R$ 195 mil, no Edifício Navia, no Residencial Mar do Caribe, no Guarujá
      Documento assinado por Marisa: termo de adesão e compromisso de participação, datado de 01/04/2005 do apto 141 com 3 dormitórios, preço estimado de R$ 195 mil, no Edifício Navia, no Residencial Mar Cantábrico, no Guarujá

      Para Moro, a diferença de nome dos empreendimentos se deve ao erro de preenchimento apenas.

      Termo de adesão e compromisso: de participação relativamente à aquisição de direitos sobre uma unidade residencial identificada como apartamento 174, no Edifício Navia, então um duplex, o mesmo apartamento que, com a transferência do empreendimento à OAS, se transformaria no apartamento triplex de nº 164-A. O documento, porém, não está assinado.
      Documento de título “Proposta de adesão sujeita à aprovação” assinado por Marisa: em 12/04/2005 relativamente à aquisição no Edifício Navia no Empreendimento Mar Cantábrico, pelo valor de R$ 195.000,00, de uma unidade habitacional.

      Tal documento constitui espécie de cópia carbono do formulário original, adiante mencionado, diz Moro.

      • E é pq é “apartidário” e se não fosse?
        Se tens provas, enstregue-as a moro e ao colegiado do TRF 4.
        Vc terá dinheiro, fama e provavelmente será o próximo presidente.
        Vá em frente

      • Pensava,eu, que voce seria alguem aposentado, e sem ter o que fazer, aqui fica a criticar aqueles que não compartilham de sua ridicula opinião! Pois agora, vendo o tamanho do “relatório”kkkkk que se dispôs a fazer….acho que se encontra com seríssimo problema psiquiátrico.

      • Você é o único que achou provas materiais nessa sentença. Isso mostra que você conhece as leis mais que todos os jurista já consultado e até mesmo o Próprio Moro, que se baseia em delações e presunção. Você está alem de todos. Até os organismos internacionais já publicaram que essa condenação é puramente política. Aprenda mais, amigo. Não seja ridículos!

  7. Por um Brasil com mais segurança .

    #Bolsonaro2018

  8. Eu particularmente acho que deveriam deixar esse patife disputar as próximas eleições. Como só trouxas votarão nele e são a minoria não há com que se preocupar. Em 2018 o Brasil estará definitivamente livre dessa quadrilha que roubou e quase faliu o país.

  9. Ah?! Acordou Pasquim de direita….

  10. Lula e vítima de toda essa armação do moro.esse teatro montado pelo juiz moro e politicagem. Eles sabem que Lula candidato vence wualquer um .pois o povo não esquece quem o ajudou. Mesmo juiz tucano condenando o Lula a não poder ser candidato o povo petista só vota em quem Lula indicar em quem Lula apoiar. Aqueles ratos que pensam que tirando Lula da jogada eles tem chance .rsrsrsrsrsrsrs mas não tem mesmo. Nos petralhas somos lulistas

    • Dona Florinda, Já esqueceu dos resultados das últimas eleições municipais? O seu partido PT, suponho, não elegeu nenhum prefeito nas principais capitais do país. Em São Paulo, a maior e mais importante cidade do Brasil, o Dória fez barba cabelo e bigode no candidato apoiado por Lula e se elegeu no primeiro turno. O teu candidato condenado por corrupção, Lula, não consegui nem reeleger o filho a vereador de São Bernardo do Campo, reduto da família Silva, aquela que virou milionária em apenas 8 anos depois que o chefe da quadrilha virou presidente da república.
      Game Over.

  11. Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff os únicos ex-presidente da república gestores dos últimos 30 (trinta) anos que foram e são limpos e honestos e tem a confiança e o credito da maioria do povo brasileiro portanto é Lula e Dilma Rousseff.

    • Asonfo, quem pensa assim como você é a minoria do povo. Já esqueceu o resultado das últimas eleições municipais? O PT não elegeu nenhum prefeito nas principais capitais do país. Em São Paulo, a maior e mais importante cidade do Brasil, o Dória venceu no primeiro turno. O Lula, condenado por corrupção, não consegui nem reeleger o filho a vereador de São Bernardo do Campo, reduto da família dos da Silva. Em 2018 não vai ser diferente, podem ensacar a violinha e ir cantar em outro lugar, Cuba, Venezuela por exemplo.

  12. Carta da trapaça.